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sábado, 27 de julho de 2013

O que você sabe sobre os tigres-de-bengala?



Os tigres são os maiores membros da família dos felinos, e são conhecidos por sua força e poder. Há algum tempo, eram oito as espécies conhecidas, mas durante o último século, três acabaram extintas (tigre-de-bali, tigre-de-java e tigre-do-cáspio), em decorrência da caça e destruição das florestas, principalmente. Os animais são caçados como troféus, por diversão ou até para uso na medicina chinesa.

As cinco espécies restantes, tigre-siberiano, tigre-do-sul-da-china, tigre-da-indochina, tigre-de-sumatra, tigre-malaio e tigre-de-bengala estão ameaçadas de extinção e possuem programas de proteção em algumas partes do mundo.


Tigres-de-bengala

Os tigres-de-bengala vivem na Índia e às vezes são chamados de tigres indianos. Eles são a espécie mais comum e representam cerca de metade dos tigres selvagens. Durante muitos séculos, se tornaram uma parte importante da tradição indiana.

Tigres vivem sozinhos e são agressivos em grandes territórios, demarcando suas áreas para manter os rivais distantes. Eles são poderosos caçadores noturnos, e andam muitos quilômetros para encontrar búfalos, veados, porcos selvagens e outros grandes mamíferos.

Sua pelagem serve como camuflagem (aliás, não existem dois tigres com a mesma sequência de listras). Eles ficam à espreita, e atacam suas vítimas de forma rápida e fatal. Um tigre com fome pode comer até 27 kg em uma noite. 

Apesar da sua temível reputação, a maioria dos tigres evita os seres humanos, e poucos se tornam predadores perigosos.


Algumas curiosidades sobre a espécie:
  • As fêmeas podem dar a luz de duas a seis crias por ninhada;
  • Os filhotes não caçam até que tenham mais de 18 meses, e só se separam da mãe depois de aproximadamente dois anos;
  • A expectativa média de vida quando estão no habitat natural é entre oito e dez anos;
  • Podem ter entre 2 e 2,70 metros, e pesar até 230 kg;
  • O rugido de um tigre pode ser ouvido a 3 km de distância. [[NationalGeographic, InfoEscola

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Fonte: Hypescience, em 23.07.13, por Ana Claudia Cichon.

 

sábado, 13 de abril de 2013

Franceses transformarão fezes de pandas em energia


Agora, o animal em extinção poderá ajudar a diminuir as contas de energia do zoológico
Creative Commons/EXAME.com
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Segundo os planos do estabelecimento, os pandas produzirão 25 kg de combustível por dia 


São Paulo - O zoológico Francês Beauval planeja transformar as fezes poderosas dos pandas em energia. Agora, o animal em extinção poderá ajudar a diminuir as contas de energia do zoológico.

Em 2012, o zoológico trouxe dois pandas da China por aproximadamente 1 milhão de dólares por ano em um contrato de 10 anos de duração. Segundo os planos do estabelecimento, os pandas produzirão 25 kg de combustível por dia.

Os pandas comem 35 quilos de bambu em um dia e defecam aproximadamente 30 quilos por dia. Isso os torna os principais candidatos para esta iniciativa verde.

Tudo isso a partir de uma nova planta que será capaz de processar dejetos e transformá-los em energia. 

As plantas de processamento são usadas para purificar a matéria-prima do gás natural. A instalação custará 3 milhões de dólares e deverá ficar pronta em 2014.

A eletricidade será gerada pela queima de biogás coletado a partir de excrementos dos pandas, de outros animais e de resíduos orgânicos. A estimativa do zoológico é que a planta de processamento irá cortar custos de energia em 40%.

Nos últimos anos, os sistemas de biogás, que usam todos os tipos de resíduos orgânicos, ganharam força como uma alternativa de energia renovável nos Estados Unidos e na Europa, além de países em desenvolvimento.

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Fonte: Exame.com, por Vanessa Daraya, de

segunda-feira, 4 de março de 2013

Tamanduá ou Papa-Formigas

Foto: wikipedia_NationalZooAnteater


Classe: Mammalia
Ordem: Pilosa
Família: Mymecophagidae

Tamanduá é o nome comum para as quatro espécies de mamíferos da subordem Vermilingua, comumente conhecidos por comerem formigas e térmitas. 
 
 
Foto: www.vibrationdata.com


As espécies existentes incluem o tamanduá Myrmecophaga tridactyla, com cerca de 1,8 m de comprimento, incluindo a cauda, o tamanduá Cyclopes didactylus sedosa, cerca de 35 cm de comprimento, o Tamanduá do Sul ou de colarinho o Tamandua tetradactyla, com cerca de 1,2 m de comprimento, e o Tamanduá do norte, o Tamandua mexicana de dimensões semelhantes.


Tipos de Tamanduá
 
• Tamanduá-bandeira - Myrmecophaga tridactyla
• Tamanduaí - Cyclopes didactylus
• Tamanduá-mirim - Tamandua tetradactyla
• Tamanduá do Norte - Tamandua Mexicana 
 
 
 Foto: wikipedia_Ellen

Tamanduá-bandeira - giant anteater (Myrmecophaga tridactyla)

É o maior e o mais terrestre dos tamanduás. Pode ter até 217 cm de comprimento e pesar até 41 kg. É facilmente reconhecido pelo seu focinho longo e padrão característico de pelagem. É encontrado em diversos tipos de ambientes, desde savanas e florestas. O tamanduá-bandeira é listado como "Vulnerável" pela IUCN. Foi extinguido em algumas partes de sua distribuição geográfica. 
 
 
 Foto: www.venezuelaonboard.com

Tamanduaí - Silky anteater ou Pygmy anteater (Cyclopes didactylus)
 
É o menor dos tamanduás, medindo cerca de 50 centímeros no total, pesando cerca de 450 gramas, não é pois muito maior do que um esquilo. Pode ser encontrado do sul do México ao norte do Brasil e na ilha de Trinidad e Tobago. Esta espécie é difícil de ser vista. Passa os dias dormindo, enroscado no alto das árvores. Só sai do lugar durante a noite, e mesmo assim não vai muito longe. Nunca desce ao chão. Possui pelagem amarelada, macia e sedosa, que lhe rendeu o nome popular de tamanduá-seda. Cauda preênsil de cerca de 25 centímetros de comprimento, funciona como um quinto membro. As mãos têm dois dedos, quatro dedos nos pés, nas patas anteriores com duas garras longas e curvas, olhos e orelhas pequenos. 
 
 
 Foto: tumblr.com

Tamanduá-mirim ou Tamanduá do Sul (Tamandua tetradactyla)

Encontra-se da Venezuela ao sul do Brasil. Possui cabeça, pernas e parte anterior do dorso de coloração amarelada. O restante do corpo é negro, formando uma espécie de colete. Possui cauda longa e preensil e patas anteriores com quatro grandes garras. Tem hábitos preferencialmente noturnos, mas também costuma sair em busca de alimento durante o crepúsculo. 
 
 
 
 Foto: wikipedia_www.birdphotos.com


Tamanduá do Norte (Tamandua mexicana)
 
Vivem em florestas tropicais e subtropicais do sul do México, a América Central e a norte dos Andes. O tamanduá do norte é um tamanduá de médio porte, com uma cauda preênsil, olhos e orelhas pequenos, e um focinho longo. A pele é amarelo claro na maior parte do corpo, com uma faixa distinta de pele negra sobre os flancos, costas e ombros, que lembra um pouco a forma de um colete. A presença deste padrão de coloração torna possível distinguir as espécies a partir do seu parente do sul, que tem uma cor mais uniforme. Para além da sua dieta, o tamandua do norte está também adaptado para um estilo de vida nas árvores. 
 
 
Foto: wikipedia_DirkvdM


Distribuição e Habitat :

Os tamanduás, habitam as florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. Três espécies encontram-se no leste do Brasil. O tamanduá seda ou Tamanduaí(Cyclopes didactylus) é especializado num ambiente arbóreo, mas alguns deles encontram o seu alimento tanto em terra como nas árvores, geralmente encontra-se nas florestas secas perto de riachos e lagos da América do Sul e Central. O tamanduá-bandeira quase inteiramente terrestre (Myrmecophaga tridactyla) vive em savanas. Os dois tamanduás do género Tamanduá, o do sul (Tamandua tetradactyla) e o tamanduá do Norte (Tamandua mexicana), são principalmente arbóreos, habitando as densas florestas primitivas da América do Sul e Central. 
 
 
 Foto: www.nhptv.org

Identificação:

O tamanduá tem uma pelagem espessa que se torna mais longa na cauda. O seu focinho é afunilado e no seu interior aloja uma longa língua que pode chegar a ter 50 cm de comprimento. O peso do maior tamanduá, o tamanduá-bandeira adulto, pode atingir até quarenta quilos e o seu comprimento 1,80 metros, incluindo a cauda, que pode chegar à metade desse tamanho. Já o mais pequeno, o tamanduá seda ou Tamanduaí(Cyclopes didactylus), mede apenas 50 cm e pesa cerca de 450 gr. A capacidade de visão e de audição dos tamanduás é reduzida, mas têm um excelente olfato (cerca de 40 vezes maior que a do homem) podendo assim sentir o cheiro de uma presa ou de um predador a dezenas de metros de distâncias. Têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras para poder desfazer os ninhos, mas que lhe dificultam o andar. 
 
 
 Foto: Wikipedia

Hábitos:

Normalmente são animais solitários que só se encontram e juntam na época da reprodução. Dormem enrolados com a sua cauda peluda dobrada sobre o corpo. A cauda serve tanto para conservar o calor do corpo e como para camuflagem. São bons nadadores e capazes de mover-se através de grandes rios.
 
 
Foto: Wikipedia_Mateus Hidalgo


Alimentação:

Alimentam-se normalmente de formigas, térmitas, larvas, besouros que retiram dos formigueiros com a sua longa e pegajosa língua, depois de terem escavado as resistentes paredes dos formigueiros, com as fortes e longas garras dianteiras. Um tamanduá gasta um minuto, em média, a alimentação em um ninho, visitando mais de 200 ninhos em um dia e consumir tantos como 300.000 indivíduos. 
 
 
Foto: www.animalcorner.co.uk


Reprodução:

Tamanduás gigantes podem acasalar durante todo o ano. Após uma gestação de 190 dias a fêmea tem apenas um filhote por ano, que é muito pequeno e frágil com aproximadamente 1,3 kg. Ele é carregado no dorso da mãe e alimentado durante os primeiros 9 meses, período em que só se alimenta de leite. Os jovens comunicam com as suas mães com assobios agudos e usam a língua durante a amamentação.
 
 
Foto: telegraph.co.uk


Estatuto de conservação e principais ameaças: 
 
O tamanduá está listado como vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). As ameaças à sua sobrevivência devem-se à destruição do seu habitat e à caça.

Fontes e Fotos: Wikipédia; Portlasaofrancisco; http://www.infoescola.com/; http://www.telegraph.co.uk/; www.vibrationdata.com; Pixdaus; www.animalcorner.co.uk; www.nhptv.org; www.venezuelaonboard.com; www.vibrationdata.com; enciclopedia do Reino Animal; outros net
 
 
Foto: Pixdaus_Mrowkojad_wielki


Há que compreender a importância de cada organismo na complexa e maravilhosa teia da Vida na Terra e Nunca nos devemos esquecer que "A extinção é para sempre".
 
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Fonte: Divagar sobre tudo um pouco 

 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Estudo julga alarmista temor de extinção maciça de espécies

Bugio-marrom (Alouatta guariba guariba), macaco brasileiro sob risco de extinção: 
de acordo com o estudo, o número atual de cientistas trabalhando para identificar 
novas espécies é recorde | Wikimedia Commons

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Estudo reduziu as taxas de extinção de espécies a um quinto dos cálculos feitos anteriormente

Os temores de que a maior parte das espécies da Terra será extinta antes de ser descoberta pela ciência são "alarmistas", conclui um estudo internacional divulgado esta sexta-feira.

Cientistas começaram a examinar as estimativas segundo as quais haveria 100 milhões de espécies em todo o mundo e que elas estariam desaparecendo a uma taxa de 5% por década, o que significa que desapareceriam antes de os pesquisadores terem a chance de descobri-las.

Em artigo publicado na revista Science, cientistas de Nova Zelândia, Austrália e Grã-Bretanha informaram que os cálculos se baseiam em uma avaliação superestimada de quantas espécies ainda seriam desconhecidas.

Segundo eles, cerca de 1,5 milhão de espécies de animais e plantas já foram catalogados e modelos estatísticos demonstraram que o número total existente seria mais próximo dos 5 milhões do que dos 100 milhões.

O estudo, publicado nesta sexta-feira, também reduz as taxas de extinção a menos de 1% por década, um quinto do nível dos cálculos anteriores.

"Nossas descobertas são, potencialmente, uma boa notícia para a preservação da biodiversidade global", afirmou o principal autor da pesquisa, Mark Costello, da Universidade de Auckland.

"Superestimar o número de espécies na Terra é contraproducente porque pode fazer as tentativas de descobrir e preservar a biodiversidade parecerem desanimadoras. Nosso trabalho sugere que isto está longe da verdade", acrescentou.

Costello afirmou que o estudo reforça a previsão de que todas as espécies da Terra poderiam ser identificadas nos próximos 50 anos, particularmente porque o número de taxonomistas, cientistas que descrevem novas espécies, está aumentando.

"Nomear uma espécie dá reconhecimento formal à sua existência, tornando muito mais fácil a preservação", declarou o cientista.

No artigo, os estudiosos admitiram que a Terra está no meio de uma "fase de extinção em massa causada pelo homem", mas chegaram a conclusões mais otimistas sobre a biodiversidade do que outros cientistas, tais como aqueles da Academia de Ciências da Califórnia.

Em 2011, a academia informou que "apesar dos esforços intensivos para documentar a vida na Terra, os cientistas estimam que mais de 90% das espécies deste planeta ainda estão por ser descobertas".

"Frente à degradação e à perda de hábitat em larga escala, muitas destas espécies estão desaparecendo antes que nós sequer tomemos conhecimento de sua existência", acrescentou.
Costello e seus colegas afirmaram que todo encontro de biólogos ou conservacionistas não estaria completo sem que preocupações como estas sejam levantadas.

Mas eles afirmaram que o desenvolvimento da ciência em áreas biológicas relevantes, como a Ásia e a América do Sul, significa que mais cientistas do que nunca estão trabalhando para identificar novas espécies.

"Algumas pessoas se desesperam de que a maioria das espécies fique extinta antes de serem descobertas", destacou o estudo.

"Contudo, tais preocupações resultam de dados superestimados de quantas espécies podem existir, crenças de que o expertise em descrever espécies está decaindo e estimativas alarmistas de taxas de extinção", concluiu.


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Fonte: Exame.com, em 25/janeiro/2013



 


domingo, 28 de outubro de 2012

Instituto Chico Mendes levanta espécies ameaçadas



Mais uma vez o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) marcou um ponto positivo em relação às espécies ameaçadas de extinção no Brasil.

Por meio de uma pesquisa, muito em breve será possível a atualização da Lista Vermelha de espécies ameaçadas de extinção no Brasil, em especial tamanduás, tatus e preguiças.

E para não dormir em serviço, o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB) já está ajudando na consulta das fichas incluídas na avaliação.

Toda ajuda é sempre muito importante e quem faz parte de alguma comunidade científica também pode contribuir com informações adicionais. Basta preencher um cadastro.

Com informações e dados científicos, a pesquisa sobre as espécies ameaçadas se torna mais rica, o que pode gerar debates construtivos sobre o assunto. Para ter acesso às informações atualizadas da nova Lista Vermelha, basta clicar aqui. O resultado final da avaliação deve estar pronto até 2014.

*Informações Portal Terra

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Fonte: http://style.greenvana.com 

Cientistas estimam quantos animais podem ser extintos no Brasil

O macaco-prego é um animal ameaçado de extinção,
segundo a lista nacional do Ministério do Meio Ambiente.
Foto: SXC/Julio Babin

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Um novo estudo que mede a quantidade de populações de animais que vivem em determinados estados englobados pela Amazônia Legal e que podem desaparecer devido ao desmatamento foi realizado por cientistas britânicos e americanos.

Publicada na revista “Science”, na última quinta-feira (12), a pesquisa conseguiu levantar dados de quantos mamíferos, aves e anfíbios serão extintos em determinadas regiões devido ao desmatamento ocorrido entre 1978 e 2008, ou seja, a devastação já ocorrida ainda afetará muitas espécies.

Neste período, a Amazônia Legal perdeu 581.400 km² de vegetação nativa, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O total de espécies não pode ser mensurado por toda a região amazônica, o que os pesquisadores conseguem é fazer um cálculo por estado.

Desde 2008, por exemplo, a tendência é que 28 animais começassem a desaparecer no Tocantins. Seriam 12 espécies de mamíferos, 13 de aves e três de anfíbios. Com este número, o estado é a segunda região com maior declínio de animais.

Em algumas regiões de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre houve redução de espécies, em outras alguns animais já foram extintos. A lista dos mais afetados é liderada por Rondônia. Só neste Estado, estima-se que possam ser extintos 59 espécies. Em Roraima e Amapá, cada um, pode perder 46 espécies.

O desaparecimento de mais espécies pode ocorrer ainda no século 21, aponta o estudo, por isso os especialistas recomendam a implementação urgente de políticas de preservação. Além disso, deve-se fiscalizar para que as leis já existentes sejam cumpridas.

Para realizar o estudo, a Amazônia foi mapeada. A região foi dividida pelos pesquisadores em 700 partes, conforme informações de satélite fornecidas pelo Inpe.

Os cientistas, autores da pesquisa, são da Imperial College e do Instituto de Zoologia, ambos de Londres, além da Universidade Rockefeller, dos EUA. Eles utilizaram o conceito de “débito de extinção” para apontar o número que representa a diferença entre a expectativa de perda de biodiversidade e o que já desapareceu na natureza.



Com informações do G1.

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Fonte: Redação CicloVivo 
 


 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Fotografias - Animais em extinção

A Onça Pintada, um dos símbolos da Nação Brasileira, 
corre risco pela caça e peda de habitat
 
 
Tucano, linda ave que está sob risco de extinção
 
 
 O urso Panda, natural do Ásia, é ameaçado de extinção. 
Há vários projetos para restituir o número de Pandas e seu habitat
 
Mico Leão Dourado, vive na região do Rio de Janeiro
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Fonte: http://www.not1.xpg.com.br
 

domingo, 16 de setembro de 2012

Iguanas Azuis são vistas em parque das Ilhas de Cayman

 Will Burrard-Lucas/Associated Pres

Iguanas azuis (Cyclura lewisi), habitantes das ilhas Cayman há milhões de anos, quase foram extintas --na década passada, havia cerca de uma dúzia delas. Mas agora, por causa de um elogiado programa de proteção e reprodução, elas voltaram a ser numerosas e recentemente foram vistas no parque botânico Rainha Elizabeth 2ª.
Cerca de 700 iguanas vivem em uma área protegida na parte leste de Grand Cayman, único lugar no mundo onde esses animais podem ser encontrados.
"Os resultados que obtivemos mostram que é factível e realista recuperar uma população de iguanas praticamente do nada", disse Fred Burton, diretor do Programa de Recuperação da Iguana Azul.
Há poucos dias, as iguanas foram vistas trocando de pele, que parece um papel fino e brilhante e revela uma forte cor turquesa embaixo. 

 David McFadden/Associated Press
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Da Associated Press
Fonte: Folha de São Paulo, em 15/agosto/2012 - http://www1.folha.uol.com.br