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sábado, 11 de abril de 2015

ECONOMIZE ENERGIA

Desligue a luz (1/10)

Você não precisa dar um tiro na sua TV para fazer a diferença. Simplesmente desligá-la no fim do dia em vez de deixá-la no standby já economiza muita energia.

A média dos lares na Grã-Bretanha poderia economizar até 50 euros por ano apenas desligando os aparelhos em vez de deixá-los em standby. (Foto: Shutterstock)


Aproveite o sol (2/10)

Você não precisa chegar a extremos como esta mulher da Bielorrússia, mas pendurar a roupa do lado de fora em vez de usar uma secadora elétrica economiza muita energia.

As secadoras elétricas padrão respondem por 6% de toda a eletricidade consumida pelos lares norte-americanos. Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme. (Foto: Reuters)





Baixe a temperatura (3/10)

Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30 graus centígrados em vez de usá-la a 40 graus.

A lavagem em água mais fria poderá economizar até 40% de energia em cada carga de roupa. E se comprar um modelo de lavadora de baixo consumo, você pode conseguir economizar ainda mais, além de economizar água. (Foto: Shutterstock)




Recicle sempre que possível (4/10)

Você sabia? Reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas.

Reciclar reduz o volume de lixo que enviamos para os aterros sanitários ou que precisamos incinerar e, em troca, isso economiza energia e reduz as emissões de CO2. (Foto: Shutterstock)




Tire peso do seu carro (5/10)

Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.

Para cada 50 quilos de carga que retirar do carro, você ganha até 2% mais quilômetros por litro – e assim você economiza dinheiro também. (Foto: Shutterstock)



Réguas de tomada inteligentes (6/10)

Mesmo se você desligar a TV e o computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade se estiverem conectados à tomada.

Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano! (Foto: Shutterstock)



Cozinhe na menor panela (7/10)

Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rápido e você vai desperdiçar menos energia.

Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzido pela chama. (Foto: Shutterstock)



Use um laptop (8/10)

Um computador ecologicamente correto não precisa ser movido a energia humana como este protótipo. Usar um laptop normal já vai consumir até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu laptop, ainda assim você estará economizando energia.

O motivo é o seguinte: o baixo consumo de energia é importante para os laptops, pois define quanto tempo as baterias vão durar. Por isso os laptops usam os dispositivos mais eficientes à disposição em termos de consumo de energia. (Foto: Reuters)


Embalagem reciclável (9/10)

Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar as bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.

Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhar presentes também faz bem ao meio ambiente. (Foto: Shutterstock)


Divulgue as ideias ecológicas (10/10)

Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Acha que seus colegas têm algo para compartilhar também?

Você está vendo aqui um jeito fácil para divulgar esse conhecimento no seu local de trabalho. Então por que não fazer um quadro de ideias ou uma caixa de sugestões? (Foto: Shutterstock)


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As famílias consomem cerca de um terço de toda a energia usada na Europa. Usar a energia de modo mais eficiente pode economizar bastante dinheiro. Eis aqui algumas ideias para você começar a fazer isso.

Fonte: Sustentabilidade Allianz, por Miki Yokoyama


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Planeje seu próprio painel solar

 

Etapa nº 1: Calcule a potência do sol (1/5)

Antes de planejar o seu sistema doméstico de energia solar, você precisa descobrir quanta energia solar atinge a área onde você mora. Por exemplo, nos Estados Unidos há um centro de informações sobre recursos renováveis (Renewable Resource Data Center) que fornece uma ferramenta on-line muito útil.

A maior parte dos Estados Unidos recebe uma média diária de 4 a 5 quilowatts-hora de energia solar por metro quadrado.

Agora multiplique o poder da radiação solar pela eficácia do seu painel solar (entre 7% e 17%). Ou seja, se você mora em um local que recebe insolação equivalente a 4 quilowatts-hora por dia, uma área de 1 metro quadrado de painéis com 10% de eficácia vai produzir 400 watts de capacidade. (Foto: Reuters)

Etapa nº 2: Calcular o uso de energia (2/5)

Depois de descobrir quanta energia o sol lhe oferece, você precisa encaixar isso no seu consumo médio de energia e eletricidade. Você pode checar suas contas de energia dos últimos 12 meses ou verificar qual é a média de consumo na sua região – essa informação muitas vezes é fornecida por algum setor da própria concessionária de energia.

De acordo com esses cálculos, um consumidor norte-americano no estado de New Jersey precisa de 730 quilowatts-hora por mês, ao passo que um do Alabama precisa de 1.300 quilowatts-hora. (Foto: Reuters)

Etapa nº 3: Quantos painéis solares? (3/5)

A seguir, você pode calcular quantos painéis fotovoltaicos você de fato precisa para atender às suas demandas de energia. Dependendo das circunstâncias – dias de sol, eficácia do painel, etc. —, se o seu painel produzir 2.000 quilowatts-hora a cada mês, você deve dividir esse número pelo seu consumo médio de energia. Então, se você mora em New Jersey e a sua média de consumo mensal é de 730 quilowatts-hora, você vai precisar de três metros quadrados de painéis para atender a sua demanda. (Foto: Reuters)

Etapa nº 4: Calcular custos versus economia (4/5)

O custo dos painéis fotovoltaicos é um fator essencial, variando conforme o tamanho, o número de painéis e sua localização. Desde 2008 os preços do silício caíram mais de 30%, e novos materiais de baixo custo, como as nanopartículas de cobre, devem rebaixar os preços ainda mais. A eficiência está aumentando na mesma velocidade em que os custos da produção em massa estão baixando. A economia nas contas de serviços públicos e os incentivos financeiros como as tarifas feed-in* têm dado mais apoio aos consumidores que já adotam essa tecnologia em vários países.

* Feed-in: tarifas definidas pelos governos para incentivo às energias renováveis. (Foto: Reuters)

Etapa nº 5: Planejar a colocação dos painéis solares (5/5)

Telhados voltados para o norte e outras superfícies vão garantir a maior absorção possível de luz solar, porém a eficiência do seu painel solar também depende da latitude e do ângulo de inclinação. A regra para determinar a inclinação perfeita do seu painel fotovoltaico é descobrir a latitude do local e dispor os painéis em um ângulo correspondente. Na web você encontra ferramentas on-line que podem ajudá-lo, como esta: site Satellite Signals. Portanto, se você instalar um painel no Parque Golden Gate, em São Francisco, o melhor ângulo nessa latitude é de 37 graus. Na Universidade de Mumbai, na Índia, será de 19 graus. (Foto: Reuters)

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Fonte: Sustentabilidade Allianz - http://sustentabilidade.allianz.com.br

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dirigindo Ecologicamente

Atenção aos pneus (1/14)

De acordo com a Agência de Informações em Energia dos Estados Unidos, a eficiência dos pneus poderia economizar aproximadamente 800 mil barris de petróleo por dia.

Verifique uma vez por mês a pressão dos pneus – os pneus perdem 0,15 bar de pressão em 30 dias – e certifique-se de fazer isso quando eles estiverem frios. Calibre os pneus do seu carro conforme a recomendação do fabricante e cuide para que as rodas estejam devidamente alinhadas. (Foto: Reuters)


Não fique em ponto morto (2/14)

Quando estiver em um congestionamento, desligue o motor se achar que vai ficar parado por mais de um ou dois minutos. Desligando o motor, mesmo que seja por um curto intervalo, você economiza mais combustível do que o que gasta ao dar a partida no motor. (Foto: Reuters)


Marcha lenta (3/14)

Num veículo manual, observe o conta-giros e mude a marcha antes de chegar a 2.500 rpm (gasolina) ou 2.000 rpm (diesel). Nessas faixas de rotação, o motor é mais eficiente em termos de consumo de combustível.

As transmissões automáticas trocarão as marchas com mais eficácia se você aliviar um pouco a pressão do pé no acelerador logo que o carro embalar. Sempre que puder manter uma velocidade constante, tente usar a marcha mais alta possível. (Foto: Reuters)


Mantenha a distância (4/14)

Mantenha uma distância razoável do carro à sua frente para poder antecipar as manobras e acompanhar o fluxo do trânsito. Isso evita acelerações desnecessárias e freadas que acabam gastando combustível. Além disso, é bem mais seguro.

A distância segura mínima entre você e o carro à sua frente é de três segundos. Ao avistar tráfego parado mais adiante, tire o pé do acelerador e deixe que a perda de potência do motor desacelere o carro. Não espere para frear no último minuto. (Foto: Reuters)


 

Desacelere (5/14)

Mais da metade dos motoristas britânicos abordados em uma pesquisa no início de 2011 afirmaram que a reação deles diante dos aumentos no preço da gasolina seria desacelerar.

Isso porque acima de 90 km/h o consumo de combustível aumenta de modo significativo. A 110 km/h, o carro consome 25% mais combustível do que a 90 km/h. Usar o controle de velocidade em trechos mais longos de estrada ajuda o carro a manter velocidade constante e acaba economizando combustível. (Foto: Reuters)



Desligue o ar-condicionado (6/14)

Use o ar-condicionado com moderação, já que ele aumenta significativamente o consumo de combustível. O ar-condicionado ligado pode representar 10% a mais no gasto de combustível. Porém, acima de 80 km/h é melhor ligar a climatização do que andar com janela aberta, pois isso gera arrasto aerodinâmico. Para quem roda em velocidade mais alta, a alternativa é usar as entradas de ar, mas sem ligar o ar-condicionado. Estacionar em locais sombreados também ajuda a reduzir o uso da climatização. (Foto: Reuters)


Perca peso (7/14)

Não, não estamos falando de você! Mas vale a pena deixar seu carro mais enxuto. Como qualquer peso extra consome mais combustível, retire tudo que é desnecessário de dentro do carro. Um excesso de 48 kg pode aumentar em 2% a sua conta no posto. Mas não vá comprometer a segurança: mantenha o estepe, o macaco e as ferramentas no devido lugar. (Foto: Reuters)


Reduza o arrasto (8/14)

Há uma boa razão para os carros mais velozes do mundo terem formas que lembram uma bala ou um avião. Formas alongadas e aerodinâmicas reduzem o atrito e o arrasto do vento, portanto reduzem a quantidade de energia exigida para impulsionar o veículo.

Racks
e bagageiros no teto e porta-bicicletas afetam sensivelmente a aerodinâmica do seu carro e reduzem a eficiência do consumo de combustível. Portanto, retire esses acessórios quando não estiverem em uso. Manter janelas ou teto solar abertos também aumenta a resistência do ar e o consumo de combustível em até mais de 20% quando em alta velocidade. (Foto: Reuters)


Desligue os acessórios (9/14)

Antes de dar a partida, certifique-se de desligar todos os acessórios que consomem energia. Desse modo você diminui a carga exigida do motor na próxima vez que ligá-lo.

Acessórios conectáveis ao acendedor do carro, tais como consoles de TV para minivans e utilitários (SUVs), podem forçar o alternador a trabalhar mais para gerar corrente extra. Desligue o aquecedor, os desembaçadores do para-brisa traseiro e os faróis quando não precisar deles. (Foto: Reuters)


Partida rápida (10/14)

Certifique-se de que você está pronto para sair antes de dar a partida no motor. A não ser que você more em um local muito frio, a maioria dos carros não precisa 'esquentar o motor' antes de sair rodando.

Use um raspador para retirar a geada ou o gelo do para-brisa em vez de ligar o aquecedor do carro. Se a temperatura for realmente de congelar, use um aquecedor de motor para manter o óleo do cárter e o líquido refrigerante a uma temperatura razoável – isso facilita a partida, e o carro roda com menos consumo. (Foto: Reuters)



Você não é motorista de fuga (11/14)

Evite dirigir de forma agressiva e sair cantando os pneus como nos filmes de ação. Assim como as freadas bruscas, isso só serve para gastar combustível sem necessidade. No tráfego urbano, cerca de 50% da energia necessária para impulsionar seu carro é usada na aceleração. Portanto, vá com calma, que você chega lá.

Mude as marchas e passe logo para a marcha mais alta assim que puder, e sem acelerar mais que o necessário. Dirigir em marchas mais baixas que o necessário é um desperdício de combustível. (Foto: Reuters)


Distribua a carga (12/14)

Ninguém precisa dirigir sozinho. Com um pouco de planejamento e boa comunicação, é possível poupar combustível e emissões de CO2, além de não congestionar as ruas. Pessoas que saem da mesma rua ou do mesmo prédio para ir ao centro da cidade ou até a escola do bairro podem usar um carro só, em vez de dois ou três.

Cada litro de combustível usado emite mais de 2,5 kg de CO2. Seja no rodízio com colegas para ir trabalhar ou num passeio com amigos, compartilhar o automóvel é uma atitude sensata. (Foto: Reuters)



Corte os deslocamentos curtos (13/14)

Motores levam tempo para atingir a temperatura que possibilita uma eficiência ótima no consumo de combustível, e os conversores catalíticos que reduzem emissões podem levar até oito quilômetros para se tornar eficazes. Por isso os veículos são menos eficientes no consumo e mais poluentes no início de um percurso ou em trajetos curtos.

Infelizmente, mais da metade de todas as viagens de carro na Europa têm menos de cinco quilômetros, segundo a Comissão Europeia. Tente combinar um percurso curto com outro mais longo ou, melhor ainda, vá a pé ou de bicicleta. (Foto: Reuters)



Cuide da manutenção do carro (14/14)

Cuide bem do seu carro. Faça manutenção regularmente, seguindo as instruções do fabricante. Um motor mal regulado pode gastar muito mais combustível e gerar mais emissões do que um motor bem mantido.

Filtros de ar e óleo do motor sujos também podem aumentar o consumo de combustível. Troque o óleo quando necessário e certifique-se de usar o mais adequado para seu motor. (Foto: Reuters)

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Fonte: Allianz Sustentabilidade - http://sustentabilidade.allianz.com.br