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sábado, 11 de abril de 2015

ECONOMIZE ENERGIA

Desligue a luz (1/10)

Você não precisa dar um tiro na sua TV para fazer a diferença. Simplesmente desligá-la no fim do dia em vez de deixá-la no standby já economiza muita energia.

A média dos lares na Grã-Bretanha poderia economizar até 50 euros por ano apenas desligando os aparelhos em vez de deixá-los em standby. (Foto: Shutterstock)


Aproveite o sol (2/10)

Você não precisa chegar a extremos como esta mulher da Bielorrússia, mas pendurar a roupa do lado de fora em vez de usar uma secadora elétrica economiza muita energia.

As secadoras elétricas padrão respondem por 6% de toda a eletricidade consumida pelos lares norte-americanos. Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme. (Foto: Reuters)





Baixe a temperatura (3/10)

Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30 graus centígrados em vez de usá-la a 40 graus.

A lavagem em água mais fria poderá economizar até 40% de energia em cada carga de roupa. E se comprar um modelo de lavadora de baixo consumo, você pode conseguir economizar ainda mais, além de economizar água. (Foto: Shutterstock)




Recicle sempre que possível (4/10)

Você sabia? Reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas.

Reciclar reduz o volume de lixo que enviamos para os aterros sanitários ou que precisamos incinerar e, em troca, isso economiza energia e reduz as emissões de CO2. (Foto: Shutterstock)




Tire peso do seu carro (5/10)

Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.

Para cada 50 quilos de carga que retirar do carro, você ganha até 2% mais quilômetros por litro – e assim você economiza dinheiro também. (Foto: Shutterstock)



Réguas de tomada inteligentes (6/10)

Mesmo se você desligar a TV e o computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade se estiverem conectados à tomada.

Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano! (Foto: Shutterstock)



Cozinhe na menor panela (7/10)

Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rápido e você vai desperdiçar menos energia.

Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzido pela chama. (Foto: Shutterstock)



Use um laptop (8/10)

Um computador ecologicamente correto não precisa ser movido a energia humana como este protótipo. Usar um laptop normal já vai consumir até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu laptop, ainda assim você estará economizando energia.

O motivo é o seguinte: o baixo consumo de energia é importante para os laptops, pois define quanto tempo as baterias vão durar. Por isso os laptops usam os dispositivos mais eficientes à disposição em termos de consumo de energia. (Foto: Reuters)


Embalagem reciclável (9/10)

Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar as bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.

Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhar presentes também faz bem ao meio ambiente. (Foto: Shutterstock)


Divulgue as ideias ecológicas (10/10)

Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Acha que seus colegas têm algo para compartilhar também?

Você está vendo aqui um jeito fácil para divulgar esse conhecimento no seu local de trabalho. Então por que não fazer um quadro de ideias ou uma caixa de sugestões? (Foto: Shutterstock)


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As famílias consomem cerca de um terço de toda a energia usada na Europa. Usar a energia de modo mais eficiente pode economizar bastante dinheiro. Eis aqui algumas ideias para você começar a fazer isso.

Fonte: Sustentabilidade Allianz, por Miki Yokoyama


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O mercado da energia eólica no mundo


Enquanto China e Estados Unidos competem pela liderança global, na América Latina, o Brasil lidera com 2,5 Gigawatts (GW) de capacidade total instalada

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Carro movido a café bate recorde de velocidade na Inglaterra

Reprodução/ Youtube


O carro, uma pick-up da Ford de 1989, é equipado com um gaseificador que queima o material orgânico em alta temperatura


São Paulo - Depois de ler isto aqui, você nunca mais vai olhar para o café que prepara em casa do mesmo jeito, já que um dia ele poderá servir de combustível para o seu carro. Um veículo construído por um engenheiro britânico e movido a resíduos do grão acaba de bater um recorde do Guiness.

Neste terça-feira, durante exibição para uma equipe de auditores do Guiness em um campo de aviação na cidade de Manchester, na Inglaterra, o carro atingiu a velocidade de 110km/h, um recorde para um modelo adaptado do tipo.

O carro, uma pick-up da Ford de 1989, é equipado com um sistema gaseificador que queima o material orgânico em alta temperatura. Como resultado, gera gases combustíveis, como monóxido de carbono, hidrogênio e metano, que servem para alimentar um motor a combustão adaptado.

Em entrevista ao jornal Mail Online, o criador do projeto, Martin Bacon, diz que, apesar do combustível incomum, qualquer carro pode rodar a partir da gaseificação de materiais orgânicos. "Durante a Segunda Guerra Mundial, mais de 100.000 veículos no Reino Unido rodavam na gaseificação, incluindo carros, ônibus e veículos de entrega”, disse.






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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

BP assina acordo para exportar gás natural dos EUA

Divulgação

A petrolífera londrina fechou contrato de 20 anos com a Freeport GNL, empresa que pretende construir uma planta de exportação no Texas


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NOVA YORK - A BP assinou contrato para exportar gás natural dos Estados Unidos, tornando-se a mais recente gigante de energia que busca lucrar com o grande aumento da produção interna, que tem pressionado os preços muito abaixo dos níveis globais. 

A petrolífera londrina fechou contrato de 20 anos com a Freeport GNL, empresa que pretende construir uma planta de exportação no Texas, um terminal de para enviar por navio gás aos mercados carentes da Europa e Ásia, disse a Freeport em um comunicado nesta segunda-feira.

Após a aprovação dos órgãos reguladores, a Freeport espera começar a construção da planta até o fim deste ano, com conclusão prevista para quatro anos mais tarde, disse a empresa.

Pelo acordo, a BP vai poder usar a planta e exportar até 4,4 milhões de toneladas por ano de gás natural liquefeito (GNL) --o equivalente à capacidade da segunda unidade de produção da planta, chamada de trem. 

A capacidade do primeiro trem foi vendida ao grupo japonês Osaka Gas and Chubu Electric Power.

"Com os dois primeiros trens de liquefação totalmente contratados, pretendemos abordar os mercados de financiamento em breve, para que que possamos começar a construção da planta inicial", disse o presidente-executivo da Freeport GNL, Michael Smith.

A planta de exportação será construída no local do terminal de importação existente da Freeport, que teve grande parte ociosa ao longo dos últimos anos, com um aumento da produção doméstica evaporando as necessidades de importação.

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Fonte: Exame.com, em 11/fevereiro/2013

sábado, 27 de outubro de 2012

PERFIL DA ENERGIA HÍDRICA

Energia maremotriz ou energia das ondas (1/8)

Uma maquete de gerador maremotriz, a partir da energia das ondas, flutua nas águas próximo de Limfjorden, na Dinamarca. Uma versão em escala desse protótipo será instalada no Mar do Norte.

Os primeiros experimentos com a energia das ondas, contudo, enfrentaram problemas em mares revoltos. A energia das ondas e marés tem um potencial energético estimado de 2 mil gigawatts. (Foto: Reuters)

Redução de CO2 na Costa Rica (2/8)

A água jorra por uma comporta na represa hidrelétrica de Cachi, na província costa-riquenha de Ujarras de Cartago. A Costa Rica está elaborando planos para reduzir as suas emissões líquidas de gás de efeito estufa (GEE) a zero antes de 2030. O país pretende compensar totalmente as suas emissões de dióxido de carbono. (Foto: Reuters)

Maior hidrelétrica do mundo na China (3/8)

Engenheiros e operários examinam o estator do primeiro gerador para a usina de energia da represa das Três Gargantas, no rio Yangtsé, na província chinesa de Hubei.

A barragem é o maior projeto hidrelétrico do mundo, gerando uma capacidade máxima de 18 gigawatts. (Foto: Reuters)

Grande impacto (4/8)

Um policial paramilitar monta guarda na represa das Três Gargantas, no rio Yangtsé, na China. A barragem gigantesca despertou temores de que a China pudesse se tornar mais vulnerável a ataques terroristas. (Foto: Reuters)

Protestos contra projeto hidrelétrico na Índia (5/8)

Em 2001, moradores do vilarejo de Maheshwar, na Índia, fizeram uma manifestação em Mumbai contra um projeto hidrelétrico de 400 megawatts que iria submergir o vale onde eles vivem.

O projeto estava previsto desde 1978, mas os protestos dissuadiram investidores estrangeiros, como a concessionária de energia alemã Bayernwerk. As obras no local foram retomadas posteriormente e novamente paralisadas em 2006. (Foto: Reuters)

Crise energética na Albânia (6/8)

Albaneses gritam palavras de ordem antigovernamentais e exibem garrafas de água vazias, durante uma manifestação contra os cortes de energia que afetaram o país em 2002.

A Albânia, uma das nações mais pobres da Europa, passa por uma crise de energia toda vez que os níveis da água nos projetos hidrelétricos do norte baixam devido à falta de chuva. Quase 98% da geração de energia da Albânia vem de hidrelétricas. (Foto: Reuters)


Reservatório reversível (7/8)

Este gráfico mostra um perfil esquemático da usina de sistema reversível de Racoon Mountain, no sudeste do estado do Tennessee, Estados Unidos.

Os reservatórios com sistema hidrelétrico reversível (PSS – Pumped Storage Scheme) atuam exatamente como imensas baterias de armazenagem. Nos períodos de pouca demanda e preços de energia reduzidos, a água é bombeada do reservatório de baixo para o reservatório de cima. Quando a demanda e os preços voltam a subir, a água é liberada para acionar os geradores na usina elétrica subterrânea. (Foto: Tennessee Valley Authority, www.tva.gov/power/pumpstorart.htm)


Energia das marés na França gera 4% da energia na Bretanha (8/8)

A usina maremotriz de La Rance utiliza a diferença entre a maré baixa e a maré alta em um estuário na costa atlântica da França. Turbinas bidirecionais especiais geram um máximo de 240 megawatts, que equivale a 4% de toda a energia consumida na província francesa da Bretanha. (Foto: EDF Médiathèque)

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Fonte: Allianz Sustentabilidade - http://sustentabilidade.allianz.com.br
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sábado, 29 de setembro de 2012

Purificador "molécula" usa plantas para limpar ar de casa


São Paulo - Pensando em levar um pouco de natureza e ar fresco para a vida entre quatro paredes nas grandes cidades, a designer Elaine Tong criou esse simpático purificador de ar que lembra uma molécula.

Cada módulo contém plantas com raízes que são altamente eficientes na absorção de agentes que contribuem para a poluição dentro de apartamentos e casas, como formaldeídos e benzenos, comuns em produtos do dia-a-dia tão diversos como materiais de construção, tintas e solventes.

A absorção do ar se dá por ventiladores acoplados nos módulos, que funcionam como mini estufas conectadas por um sensor que distribui água e umidade na quantidade necessária. Chamado de Filtration Block, o protótipo foi desenvolvido com apoio do RAD, um núcleo da Universidade de Toronto que estimula projetos que unem sustentabilidade e tecnologia.

Mais do que uma estrutura que ajuda a melhorar a saúde ambiental, o purificador se encaixa com flexibilidade na decoração, uma vez que seus módulos podem ser reorganizados de acordo com o gosto do dono. Dá para pendurar no teto ou na parede.
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Fonte: Exame.com, em 13/agosto/2012 

Máquina de café sobre rodas mói grãos a pedaladas

Conheça a Velopresso, a máquina de expresso que ganhou as ruas de Londres 
moendo café a partir da energia gerada pelas pedaladas do vendedor

 Ivan Coleman

 
São Paulo – Depois do carrinho de sorvete abastecido por energia solar na Holanda, é a vez da venda de cafezinho nas ruas de Londres ganhar um ar mais “verde” e descolado. A partida foi dada por dois designers egressos do Royal College of Art, Amos Field Reid e Lasse Oiva, que desenvolveram a máquina de café expresso Velopresso.

Construída a partir de um triciclo reciclado, a máquina sobre rodas mói grãos a partir da energia gerada pelas pedaladas do vendedor, dispensando o uso de eletricidade, uma solução econômica e livre de emissões.

Pelo projeto, os designers faturaram o prêmio Prêmio Deutsche Bank para empresas criativas. Por enquanto, para esquentar a água, os desenvolvedores utilizam uma pequena caldeira que funciona com um botijão de gás.

Mas a dupla já estuda uma forma de converter os resíduos da borra de café em etanol, para servir de combustível para a caldeira. Estudos mostram que, aproximadamente 15% da borra seca é óleo e, assim como o óleo de soja, mamona e dendê, pode ser convertido em biocombustível.

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Fonte: Exame.com em 27/setembro/2012 - 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Defesa do consumidor critica pagamento antecipado de energia

O sistema de pré-pagamento proposto pela Aneel prevê o uso de um medidor eletrônico, que deverá ser instalado gratuitamente pela distribuidora de energia elétrica.


Kevork Djansezian/Getty Images
Transmissão elétrica: a expectativa da Aneel é que a regulamentação do novo
modelo de pagamento de energia elétrica seja publicada no início de 2013


Rio de Janeiro – Entidades de defesa do consumidor e representantes da sociedade civil organizada criticaram hoje (19) a proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de pagamento antecipado de energia elétrica apresentada durante audiência pública no Rio de Janeiro.

O sistema de pré-pagamento proposto pela Aneel prevê o uso de um medidor eletrônico, que deverá ser instalado gratuitamente pela distribuidora de energia elétrica e que terá leitura do consumo em tempo real. O consumidor poderá comprar diferentes valores, considerando-se como valor mínimo o equivalente a 1 quilowatt (kW) - o inicial será de 5 kW, a ser pago na primeira compra de créditos. Os créditos comprados não terão prazo de validade.

O ponto mais polêmico da proposta, similar à modalidade de celulares pré-pagos, é o que prevê a interrupção imediata do serviço no momento em que os créditos acabarem. Hoje as empresas são obrigadas a notificar o consumidor, com pelo menos 15 dias de antecedência, sobre a suspensão do serviço.

A assessora de projetos do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Teresa Liporace, argumentou que esse modelo é uma forma de burlar as garantias legais do consumidor.

“Estamos falando de um serviço essencial e essa autodesconexão do sistema pode representar um impacto na saúde, na segurança do cidadão e em sua qualidade de vida. É um serviço que deve ser prestado de forma contínua. Se hoje existe um mecanismo que tenta recuperar o consumidor para que ele não perca esse acesso a um serviço essencial, com essa nova regulamentação, ele vai ser desconectado e ponto. Um problema a menos para a empresa, mas e para a sociedade? Onde está o interesse público dessa proposta?”, questionou Teresa, que solicitou a suspensão do projeto até que se faça um estudo aprofundado sobre os impactos sociais e econômicos da nova modalidade.

O superintendente de Regulação de Comercialização de Eletricidade da Aneel, Marcos Bragatto, garantiu que a proposta inclui mecanismos de defesa do consumidor. “Quando esses créditos chegarem a níveis críticos, o próprio medidor vai alertar o consumidor com sinal sonoro e visual sobre a necessidade de se fazer nova compra. Caso ele não faça e os créditos se esgotem, ele pode ligar para a distribuidora gratuitamente e solicitar um crédito de emergência”, disse.

O representante da Aneel também ressaltou que a adesão é voluntária e que se o consumidor preferir poderá cancelar o plano e migrar para o modelo pós-pago sem empecilhos.

“É muito fácil compelir um consumidor com alta inadimplência a migrar para um processo desses. E a gente entende que o principal alvo são pessoas mais pobres, absolutamente vulneráveis, sem informação”, rebateu Teresa. “E o pior é que se esse consumidor quiser recorrer, reclamar, ele terá que enfrentar todo problema que já existe no processo demorado de reclamação sem energia em casa.”

Para o diretor da Aneel Edvaldo Santana, o pré-pagamento de energia traz vários benefícios para o consumidor. O principal deles é a redução significativa da tarifa de energia à medida que haja maior adesão dos clientes. “Existe uma incompreensão, mas acredito que o benefício seja bastante evidente, pois a redução da tarifa é um exemplo maior de benefício social”, declarou.

Ele ressaltou que a Aneel pode rever a proposta e estudar o aumento do prazo para efetivação do corte de energia devido à falta de pagamento prévio. “Agora, claro, não pode aumentar muito esse prazo senão diminuem os benefícios, porque aumentam os custos (...) Mas a Aneel vai analisar as sugestões e por isso estamos realizando essas audiências.”

Ele citou experiências de pré-pagamento em outros países como o Reino Unido, a África do Sul, a Colômbia e a Argentina. Segundo ele, nesses locais, os consumidores estão satisfeitos.

A representante do Procon-RJ Cláudia Henrique da Silva discordou do diretor da Aneel e disse que estudos recentes sobre esse modelo em outros países mostram que não houve redução da conta de energia para o consumidor médio. “Além de serem países com realidades e legislações bem diferentes da nossa, os estudos que fizemos sobre alguns desses lugares mostram que quem lucra [com o sistema pré-pago de energia elétrica] são as fábricas, comerciantes, indústrias. Nós, jamais. O consumidor em baixa escala não tem benefício nenhum.”

O presidente da Associação de Moradores de Vigário Geral, João Ricardo Serafim, defendeu maior fiscalização por parte das autoridades nos serviços prestados pelas concessionárias de energia elétrica. Para ele, a tecnologia deve ser aplicada para melhorar a condição de vida dos moradores e não aumentar lucros das empresas. “Precisamos ter parâmetros preliminares, como a questão dos impostos e de diferenciação de energia para o desenvolvimento social e não para ganhar dinheiro. Para os pequenos comerciantes, por exemplo, o valor cobrado não pode ser igual ao de um shopping", declarou. “Essa é a discussão que temos que tratar aqui.”

Os benefícios para as concessionárias são, principalmente, o fim dos custos com inadimplência, impressão e entrega de fatura, suspensão e religamento da energia.

Essa foi a nona audiência pública realizada pela Aneel no país para tratar do tema. A última delas ocorre amanhã (20) em Cuiabá. Sugestões podem ser enviadas por e-mail (ap048_2012@aneel.gov.br), fax (61-2192-8839) ou correspondência (SGAN, Quadra 603, Módulo 1, Térreo, Protocolo Geral, CEP 70.830-030, Brasília-DF) até o dia 25 deste mês.

A expectativa da Aneel é que a regulamentação do novo modelo de pagamento de energia elétrica seja publicada no início de 2013.

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 Fonte: Exame.com, em 19/setembro/2012

sábado, 15 de setembro de 2012

Brasil reduz conta da luz para fortalecer a economia


Com o objetivo de fortalecer a economia e aliviar os consumidores, o governo brasileiro anunciou, esta terça-feira, uma descida média de 16,2% na conta da luz para os privados e entre 19% a 28% para as empresas em 2013. De acordo com a presidente do país, Dilma Rousseff, esta é "uma medida histórica".
 
A partir do próximo ano, a energia elétrica vai ficar mais barata, resultando a redução das tarifas de uma diminuição da carga tributária imposta ao sector energético e da prorrogação antecipada de concessões de operadoras de energia, escreve o jornal Correio do Brasil.
 
Segundo Dilma Rousseff, a diminuição da fatura poderá vir a ser ainda maior consoante o resultado dos estudos que estão atualmente a ser efetuados pela Agência Nacional de Energia Elétrica brasileira acerca do vencimento de novas concessões, que estarão terminados no próximo ano.
 
Além disso, acrescentou a presidente, o governo brasileiro promete ser mais rigído no futuro, punindo as empresas do sector que tenham um mau desempenho na prestação de serviços aos clientes.
 
Rousseff sublinhou que a medida, a aplicar a partir do ano que vem, faz parte da visão estratégica dos governantes para "garantir a continuidade do crescimento com inclusão social" e "aumentar a competitividade do país".
 
Nesta estratégia integram-se também iniciativas como as ações contra a valorização artificial do câmbio, o estabelecimento de parcerias público-privadas, a queda dos impostos e a diminuição da taxa de juros básica em mais de cinco pontos percentuais, enumerou.
 
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Fonte: Boas Notícias, em 14/setembro/2012 - http://boasnoticias.pt

terça-feira, 11 de setembro de 2012

OS 10 PAÍSES COM AS MAIORES RESERVAS DE GÁS NATURAL DO MUNDO

As reservas mundiais de gás natural provadas cresceram 23% em 10 anos, atingindo um total de 208,4 trilhões de m² em 2011. Já as reservas recuperáveis do Brasil, onde o combustível representa um décimo da matriz energética, aumentaram 150%


Gás para mais de meio século 

São Paulo – Em dez anos, as reservas brasileiras provadas de gás natural, combustível que reponde por 9% da matriz energética nacional, registraram crescimento de 150%, atingindo 0,5 trilhões de metros cúbicos (m³). Um desempenho bem superior ao crescimento médio das reservas recuperáveis globais, de 23% entre 2001 e 2011.
No entanto, no ranking geral de reservas provadas de gás natural, o Brasil ocupa o 31º lugar, conforme relatório estatístico anual da energia mundial, preparado pela companhia de gás e petróleo BP. O estudo mostra que as reservas mundiais provadas do combustível cresceram 23% na última década, atingindo um total de 208,4 trilhões de metros cúbicos em 2011, energia suficiente para garantir a produção por pelo menos 60 anos. Conheça a seguir, as 10 maiores reservas nacionais de gás natural.

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Getty Images

 

1 - Rússia

Participação mundial: 21,4%
Reservas provadas em 2011: 44,6 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 42,4 trilhões de
Crescimento em 10 anos: 5,2%

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 Getty Images

2 - Irã

Participação mundial: 15,9%
Reservas provadas em 2011: 33,1 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 26,1 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 26,8%

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Getty Images

 

3 - Catar

Participação mundial: 12%
Reservas provadas em 2011: 25 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 25,8 trilhões de m³
Queda em 10 anos: 3,1% 

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4 - Turquemenistão

Participação mundial: 11,7%
Reservas provadas em 2011: 24,3 trilhões de m³
Reservadas provadas em 2001: 2,6 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 834% 

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5 - Estados Unidos

Participação mundial: 4,1%
Reservas provadas em 2011: 8,5 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 5,2 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 63,5% 

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6 - Arábia Saudita

Participação mundial: 3,9%
Reservas provadas em 2011: 8,2 trilhões de m³
Reservas provadas em 1991: 6,5 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 26,2%

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7 - Emirados Árabes

Participação mundial: 2,9%
Reservas provadas em 2011: 6,1 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 6,1 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 0%

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8 - Venezuela

Participação mundial: 2,7%
Reservas provadas em 2011: 5,5 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 4,2 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 31%

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Getty Images

9 - Nigéria

Participação mundial: 2,5%
Reservas provadas em 2011: 5,1 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 4,6 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 11%

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Wikimedia Commons

 

10 - Argélia

Participação mundial: 2,2%
Reservas provadas em 2011: 4,5 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 4,5 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 0%

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Fonte: Exame.com, em 29/agosto/2012
 



sábado, 8 de setembro de 2012

ENERGIA DAS MARÉS

 

Oyster da Aquamarine Power (1/10)

A companhia escocesa Aquamarine Power desenvolveu o Oyster, um dispositivo gerador de energia através das ondas, para capturar a energia próximo à costa e convertê-la em eletricidade limpa. O dispositivo é um flap flutuante e articulado preso ao fundo do mar a mais ou menos dez metros de profundidade e tem cerca de duas vezes o comprimento de um ônibus de dois andares. (Foto: Aquamarine Power)



O Oyster: Como funciona (2/10)

O dispositivo gerador de energia através das ondas é, na verdade, uma grande bomba, servindo como fonte de energia para uma usina hidroelétrica terrestre convencional.

O movimento do dispositivo conduz dois pistões hidráulicos que impulsionam a água em alta pressão para alimentar as turbinas terrestres. (Foto: Aquamarine Power)


 

O Pelamis (3/10)

O tubo, criado pela companhia escocesa Pelamis Wave Power, tem o comprimento de aproximadamente cinco carros de trem e fica na superfície do oceano como uma serpente marinha.

O dispositivo converte a energia das ondas em eletricidade: o movimento das ondas impulsiona bombas carneiro para um gerador, que, por sua vez, pressuriza o óleo que é usado para movimentar uma turbina. (Foto: Pelamis Wave Power)


 

A Serpente Marinha (4/10)

Os inventores esperam que centenas desses dispositivos eventualmente componham o primeiro parque de ondas do mundo, a maior tentativa, até agora, de explorar essa fonte de energia pouco conhecida. Um gerador da Pelamis requisitado pela companhia de eletricidade alemã E.ON será instalado na EMEC na primavera de 2010 depois de tentativas bem-sucedidas no parque de ondas Aguçadoura, no litoral de Portugal.

Se melhorias potenciais forem realizadas, a produtividade anual pode subir para 2.000 TWh. Um parque de energia das ondas Pelamis de 30 megawatts ocuparia somente um quilômetro quadrado do oceano, mas forneceria eletricidade suficiente para 20.000 lares. (Foto: Pelamis Wave Energy)


 

 SeaGen: Gerador de energia maremotriz (5/10)

A SeaGen, da companhia britânica Marine Current Turbine, é o primeiro gerador de energia maremotriz em grande escala. O primeiro gerador SeaGen foi instalado no estreito de Strangford, na Irlanda do Norte, em abril de 2008 e conectado à rede elétrica em julho de 2008.

Pode produzir 1,2 megawatts por dia entre 18 e 20 horas, usando as marés em mudança que são forçadas para dentro e para fora do lago através de pontos de entrada estreitos. (Foto: Marine Current Turbines Ltd.)


 

O gerador de energia maremotriz SeaGen: Como funciona (6/10)

Um gerador pesa aproximadamente 300 toneladas. Há dois rotores de 52 pés de diâmetro presos em cada lado, cada um impulsionando um gerador. Basicamente, ele funciona como um moinho de vento subaquático.

Ao contrário dos moinhos de vento, os rotores SeaGen podem ser girados 180 graus, para permitir que eles funcionem em ambas as direções de fluxo em marés vazias e cheias. Os braços com unidades de força podem ser elevados à superfície da água, para permitir o fácil acesso para a manutenção. (Foto: Marine Current Turbines Ltd.)



Estação de energia das marés La Rance (7/10)

A estação de energia emprega a diferença entre marés baixas e altas na costa do Atlântico na França. 24 turbinas especiais de dois sentidos geram aproximadamente 240 megawatts por dia – a quantia de produção anual é de aproximadamente 600 gigawatts. A estação tem 710 metros de comprimento e fica em um varadouro de nove milhas quadradas.

A estação, administrada pela companhia francesa de eletricidade EDF, é a maior do mundo. Entretanto, na maioria das áreas litorâneas, a energia das marés não é forte o suficiente para produzir energia de forma eficiente. (Foto: EDF Médiathèque)


 

Gerador de energia a partir das ondas (8/10)

Um gerador de energia a partir das ondas boia na água, próximo de Limfjorden, Dinamarca. Esse gerador consiste de dois pontões articulados no meio com um circuito hidráulico colocado no centro para transformar a energia das ondas em eletricidade.

Embora experiências anteriores com a energia das ondas tenham enfrentado problemas com mares agitados, a energia das ondas e marés no mundo tem um potencial de energia estimado em 2.000 gigawatts. (Foto: Reuters)



Estação de Energia Eólica Offshore (9/10)

Mover as turbinas de vento no mar é mais eficiente por causa da velocidade maior do vento e dos fluxos de ar menos turbulentos. As turbinas podem ser mais altas para garantir uma melhor relação custo-desempenho.

Mesmo um aumento de poucos quilômetros por hora na velocidade do vento produziria uma quantidade maior de eletricidade. Atualmente, a maior instalação de turbinas offshore é a Horns Rev 2, localizada a 30 quilômetros da costa do Mar do Norte, na Dinamarca. As turbinas produzem anualmente 800 milhões de quilowatts – eletricidade suficiente para abastecer aproximadamente 200.000 lares com um consumo de eletricidade anual de 4.000 quilowatts. (Foto: Reuters)


 

Energia Eólica Offshore: uma tendência que vem crescendo (10/10)

A Grã-Bretanha espera investimentos de aproximadamente 159 bilhões de dólares para um terceiro ciclo de projetos de energia eólica offshore até 2020. Até lá, espera-se que aproximadamente um terço da eletricidade do Reino Unido seja gerada por fontes de energia marinha – energia eólica offshore, bem como por centrais de energia das ondas e marés.

As estações de energia eólica vão aparecer cada vez mais nos litorais europeus, porque os governos estão procurando formas de aumentar o uso de fontes de energia renováveis sem atormentar os cidadãos com turbinas de vento gigantes próximas de suas casas. (Foto: Reuters)

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Fonte: Allianz Sustentabilidade - http://sustentabilidade.allianz.com.br