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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Os 5 países líderes em eficiência energética

Brasil ocupa o décimo lugar num ranking que avaliou a eficiência energética entre as 12 maiores economias do mundo.

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Fazendo mais com menos

São Paulo - Além de ter uma das tarifas mais altas, o Brasil não tira o melhor da energia que consome. Num ranking que avaliou a eficiência entre as 12 maiores economias do mundo, o país é o décimo colocado geral. Realizado pelo Conselho Americano para uma Economia de Energia Eficiente (Aceee), o levantamento avaliou o uso de energia a partir de 25 indicadores, distribuídos em quatro áreas-chave: indústria, transporte, edificações e esforços nacionais em prol da eficiência energética. Segundo o estudo, um país que usa menos energia para atingir um mesmo resultado, ou mesmo superá-lo, reduz custos e polui menos, criando uma economia mais competitiva
Ao todo, o Brasil atingiu 41 pontos de um total de 100 possíveis. No item indústria, o país fez 10 pontos, menos da metade da pontuação máxima no quesito, de 14. Já no uso de energia pelo setor de edificações, foram 13 pontos de um total de 28. O melhor desempenho em termos de eficiência energética veio da área de transporte - 13 pontos de um total de 15, empatando com os Estados Unidos na quinta colocação. E o pior desempenho do país veio do quesito esforços nacionais, que analisa a existência e iniciativas de criação de políticas e legislações específicas para fomentar o uso consciente da energia, como a criação de selos de eficiência: com apenas 5 de um total de 25 pontos possíveis, o Brasil ocupa o último lugar.

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1º - Reino Unido

Pontos totais: 67 ( de 100)
Primeiro colocado no ranking geral, o Reino Unido tem o setor produtivo mais eficiente em energia entre os países analisados, com 18 pontos de um total de 24. Seu segundo melhor desempenho diz respeito aos esforços nacionais para criação de legislações ou políticas que estimulem a eficiência energética, perdendo apenas para a Alemanha e empatando com o Japão.
Quando o assunto é transporte, o Reino Unido se sai tão bem quanto Itália, China e Alemanha, todos com 14 pontos de um total de 23. Já o desempenho mais fraco vem do setor de edificações, com 17 pontos (de 24), rendendo a quarta colocação, ao lado dos Estados Unidos e da Alemanha.

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2º - Alemanha

Pontos totais: 66 (de 100)
A Alemanha é o segundo país mais eficiente em energia do mundo, segundo o ranking geral da Aceee, perdendo pela diferença de um ponto para o Reino Unido. Seu melhor desempenho (19 pontos de um total de 25 possíveis), vem dos esforços nacionais para melhorar a eficiência energética como um todo.
Nas demais áreas-chave, o país ocupa o 3° lugar no ranking específico de transporte, o 4° em edificações e o 5° em relação ao uso de energia pela indústria.

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3 º - Itália

Pontos totais: 63 (de 100)
Terceira colocada no ranking da Aceee, a Itália tem o setor de transporte mais eficiente entre os países analisados, empatando apenas com China, Alemanha e Reino Unido, todos com 14 pontos de um total de 23 possíveis. Sua segunda pontuação de destaque diz respeito ao uso de energia pela indústria – o país fez 17 de um total de 24.
Na análise dos esforços nacionais em prol da eficiência energética, a Itália ficou em 5° lugar, com total de 16 pontos entre 25 possíveis. O pior desempenho veio do setor de edificações, que jogou o país para o 7° lugar, ao lado da França, ambos com 16 pontos de um total de 28.

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4º - Japão

Pontos totais: 62 (de 100)
O Japão é o quarto colocado na lista de eficiência energética da Aceee. Os melhores desempenhos dizem respeito aos esforços nacionais em prol da eficiência energética - com 18 pontos de um total de 25 possíveis, o país empata com o Reino Unido no segundo lugar -, e ao uso de energia pela indústria - também faturou o segundo lugar (com 17 pontos de 24), ao lado da França e da Itália. Já nos rankings específicos de transporte e edificação, o país ocupa, respectivamente, 8° e o 9° lugares.

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5º - França

Pontos totais: 60 (de 100)
No quinto lugar do ranking geral aparece a França, que tem seu melhor desempenho no uso eficiente de energia pelo setor industrial - na avaliação específica, o país empata com Itália e Japão, na terceira colocação, com total de 17 pontos de 24 possíveis. 

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Fonte: Exame.com, em 11/setembro/2012
 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

OS 10 PAÍSES COM AS MAIORES RESERVAS DE GÁS NATURAL DO MUNDO

As reservas mundiais de gás natural provadas cresceram 23% em 10 anos, atingindo um total de 208,4 trilhões de m² em 2011. Já as reservas recuperáveis do Brasil, onde o combustível representa um décimo da matriz energética, aumentaram 150%


Gás para mais de meio século 

São Paulo – Em dez anos, as reservas brasileiras provadas de gás natural, combustível que reponde por 9% da matriz energética nacional, registraram crescimento de 150%, atingindo 0,5 trilhões de metros cúbicos (m³). Um desempenho bem superior ao crescimento médio das reservas recuperáveis globais, de 23% entre 2001 e 2011.
No entanto, no ranking geral de reservas provadas de gás natural, o Brasil ocupa o 31º lugar, conforme relatório estatístico anual da energia mundial, preparado pela companhia de gás e petróleo BP. O estudo mostra que as reservas mundiais provadas do combustível cresceram 23% na última década, atingindo um total de 208,4 trilhões de metros cúbicos em 2011, energia suficiente para garantir a produção por pelo menos 60 anos. Conheça a seguir, as 10 maiores reservas nacionais de gás natural.

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1 - Rússia

Participação mundial: 21,4%
Reservas provadas em 2011: 44,6 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 42,4 trilhões de
Crescimento em 10 anos: 5,2%

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2 - Irã

Participação mundial: 15,9%
Reservas provadas em 2011: 33,1 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 26,1 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 26,8%

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3 - Catar

Participação mundial: 12%
Reservas provadas em 2011: 25 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 25,8 trilhões de m³
Queda em 10 anos: 3,1% 

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4 - Turquemenistão

Participação mundial: 11,7%
Reservas provadas em 2011: 24,3 trilhões de m³
Reservadas provadas em 2001: 2,6 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 834% 

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5 - Estados Unidos

Participação mundial: 4,1%
Reservas provadas em 2011: 8,5 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 5,2 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 63,5% 

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6 - Arábia Saudita

Participação mundial: 3,9%
Reservas provadas em 2011: 8,2 trilhões de m³
Reservas provadas em 1991: 6,5 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 26,2%

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7 - Emirados Árabes

Participação mundial: 2,9%
Reservas provadas em 2011: 6,1 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 6,1 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 0%

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8 - Venezuela

Participação mundial: 2,7%
Reservas provadas em 2011: 5,5 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 4,2 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 31%

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9 - Nigéria

Participação mundial: 2,5%
Reservas provadas em 2011: 5,1 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 4,6 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 11%

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10 - Argélia

Participação mundial: 2,2%
Reservas provadas em 2011: 4,5 trilhões de m³
Reservas provadas em 2001: 4,5 trilhões de m³
Crescimento em 10 anos: 0%

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Fonte: Exame.com, em 29/agosto/2012
 



domingo, 2 de setembro de 2012

AS 10 CIDADES COM AS MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA NO MUNDO

Estudo do Economist Intelligence Unit analisou cinco critérios e apontou Melbourne, na Austrália, como dona das melhores condições para seus moradores
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Cidade ideal?

São Paulo – Qual é a cidade que reúne as melhores condições para se viver? Segundo o instituto de pesquisas Economist Intelligence Unit (EIU), da revista The Economist, essa cidade é Melbourne, na Austrália.
O ranking analisou cinco critérios principais: estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente (numa mesma nota), educação e infraestrutura. Para cada um desses itens, foi atribuída uma pontuação de zero a 100, sendo que até 1 a condição é considerada “intolerável”, e 100 é ideal. Com isso, as cidades obtiveram uma nota geral, também de zero a cem, e quanto maior a pontuação, mais “apropriada” para viver é a cidade.
Austrália e Canadá foram os países que emplacaram mais cidades no Top 10. A Austrália apareceu com quatro cidades. Já o Canadá conseguiu colocar no ranking três representantes.
O ranking difere de outro publicado pelo mesmo instituto, que apontou as dez melhores cidades para se viver. No outro estudo, foram considerados critérios diferentes, como espaço verde, conectividade, bens naturais e culturais. Por isso, Hong Kong, que ficou em primeiro lugar na outra análise, não apareceu neste ranking dos dez mais.
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Creative Commons/Rene Cunningham 

1. Melbourne, Austrália

Pontuação total: 97,5
Estabilidade: 95
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 95,1
Educação: 100
Infraestrutura: 100
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SXC.Hu

2. Viena, Austria

Pontuação total: 97,4
Estabilidade: 95
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 94,4
Educação: 100
Infraestrutura: 100
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Wikimedia Commons

3. Vancouver, Canadá

Pontuação total: 97,3
Estabilidade: 95
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 100
Educação: 100
Infraestrutura: 92,9
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Wikimedia Commons

4. Toronto, Canadá

Pontuação total: 97,2
Estabilidade: 100
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 97,2
Educação: 100
Infraestrutura: 89,3
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5. Calgary, Canadá

Pontuação total: 96,6
Estabilidade: 100
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 89,1
Educação: 100
Infraestrutura: 96,4
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Bram Souffreau/Creative Commons

5. Adelaide, Austrália

Pontuação total: 96,6
Estabilidade: 95
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 94,2
Educação: 100
Infraestrutura: 96,4
A cidade empatou com Calgary por obter a mesma nota total
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Ian Waldie/Getty Images

7. Sydney, Austrália

Pontuação total: 96,1
Estabilidade: 90
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 94,4
Educação: 100
Infraestrutura: 100
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Wikimedia Commons

8.Helsinque, Finlândia

Pontuação total: 96,0
Estabilidade: 100
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 90,0
Educação: 91,7
Infraestrutura: 96,4
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Wikimedia Commons

9. Perth, Austrália

Pontuação total: 95,9
Estabilidade: 95
Saúde: 100
Cultura e meio ambiente: 88,7
Educação: 100
Infraestrutura: 100
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Wikimedia Commons

10.Auckland, Nova Zelândia

Pontuação total: 95,7
Estabilidade: 95
Saúde: 95,8
Cultura e meio ambiente: 97,0
Educação: 100
Infraestrutura: 92,9
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Fonte: Exame.com, em 15/agosto/2012  

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ranking Oceano Brasileiro

Ranking aponta oceano brasileiro 

como 35º mais saudável

O resultado está acima da média mundial. Foto: Paolo Rosa

O oceano no Brasil está levemente mais “saudável” do que em grande parte dos países, embora ainda tenha muito a avançar. A constatação é do “Índice de Saúde do Oceano”, estudo realizado pela Conservação Internacional (CI) e publicado na revista Nature, dia 15 de agosto. O levantamento, que avalia a qualidade das áreas costeiras de 171 países, ilhas e territórios, atribuiu ao Brasil a 35ª posição, com nota 62 de um total de 100.

Apesar do resultado não parecer muito bom, está acima da média mundial (60) e próximo ao de países desenvolvidos, tais quais Estados Unidos (63) e França (66). As melhores posições no ranking foram obtidos por ilhas inabitadas, como as Ilhas Jarvis (a líder com 86). A exceção é a Alemanha, que teve a melhor nota entre países desenvolvidos (73). Já a nota mais baixa foi para Serra Leoa (36).

Para mensurar a saúde dos oceanos, o índice leva em consideração dez itens, entre eles a viabilidade da pesca, a presença de biodiversidade e a capacidade dos mares de estocar gases do efeito estufa.

O Brasil ficou abaixo da média em quatro deles: produtos naturais marinhos, subsistência/economias, águas limpas e turismo/recreação. Este último se destaca, pois o Brasil obteve a nota zero, possivelmente por falta de informações de qualidade sobre o atual estado do setor.

A maioria das regiões marinhas avaliadas ficam nas chamadas zonas econômicas exclusivas nacionais, águas a uma distância de 350 km da costa sobre as quais cada país tem direitos de exploração exclusivos.

As notas do Brasil no “Índice de Saúde do Oceano”
  • Provisão de Alimentos: 36
  • Oportunidades de Pesca Artesanal: 88
  • Produtos Naturais: 29
  • Armazenamento de Carbono: 93
  • Proteção Costeira: 86
  • Subsistência & Economia: 51
  • Turismo & Recreação: 0
  • Identidade Local: 81
  • Águas Limpas: 76
  • Biodiversidade: 84

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