Mostrando postagens com marcador Dicas Ecológicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas Ecológicas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Economia de Água no Jardim


 O consumo de água potável nas áreas ajardinadas alcança 7% do gasto total de uma residência

_______________________

Às vezes, em dias mais quentes durante a estiagem, a porcentagem se eleva até 50%. Para usufruir de um jardim gostoso não é necessário esbanjar o precioso líquido, que nos centros urbanos recebe um tratamento complexo para ser consumida sem riscos à saúde de pessoas e animais, eliminando substancias tóxicas que a contaminam. Para reduzir a concentração desses poluentes, a engenharia sanitária se utiliza de etapas como: coagulação da água bruta com sulfato de alumínio, floculação das partículas em enormes tanques de concreto, decantação separando partículas e lodo, filtração através de camadas de seixos, areia e carvão mineral, desinfecção com cloro, fluoretação para prevenir cáries dentárias e por último a correção do pH adicionando carbonato de sódio.

Como você pode ver, é um processo complicado, de custos elevados e com perdas que alcançam 41% de toda a água tratada no Brasil. Isto significa que de cada 100 litros limpos e purificados, apenas 59 chegam a sua casa. Um número assustador se for levado em conta que nos Estados Unidos a porcentagem é de 12% e na França, de apenas 9%.

O uso prudente, colhendo água das chuvas capturadas em telhados e aproveitando-a na irrigação de áreas verdes e hortas, lavagens de pisos e de carros e para servir como descarga do vaso sanitário, permite uma economia expressiva, mesmo apresentando alguma turbidez, o que não chega a comprometer o seu uso. É bom lembrar que de toda a água do planeta, somente 3% é água doce e, destes, somente 0,03% estão disponível para nós, pois o restante está estocado nas calotas polares, nas nuvens, etc. Mas, um dos fatores mais importantes é o cultivo inteligente das plantas ornamentais nessa paisagem construída que chamamos de jardim. Por exemplo, arbustos de ramos lenhosos suportam melhor a baixa umidade atmosférica, sendo que plantas de algumas famílias vegetais preferem, nitidamente, climas secos e solos arenosos, bem drenados. Alamandas, angicos, espirradeiras, bracatingas, jasmins-manga, ipês-brancos, crótons, neves-da-montanha, caliandras, nolinas e ripsális são, entre muitas, plantas que não precisam de regas, suprindo suas necessidades hídricas através da umidade ambiente e do que as nuvens enviam de vez em quando.

Um bom truque para suas plantas reterem umidade é colocar em volta delas folhas secas, composto orgânico, cascas de árvores ou fibra de coco. Uma dica: regue antes de colocar esses materiais, se possível com regador, já que a mangueira consome muito mais. E faça isto sempre molhando a base das plantas. Tratando-se de arbustos frondosos e árvores, procure umedecer o solo onde estão os extremos das raízes, ao invés de perto do tronco.

___________
Fonte: Jardim das Idéias - http://www.jardimdasideias.com.br
___________


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

DICA ECO D - RECICLE SEU JORNAL

Recicle seu jornal

Somente no Brasil são vendidos mais de quatro milhões de exemplares de jornais todos os dias e esse número continua a crescer. Imagine quantos quilos de papel isso representa. Agora pense em todo esse lixo sendo reaproveitado e transformado novamente em papel útil.
Isso pode começar com você. Se não der para reciclar todos os dias, separe ao menos os de domingo e transforme o jornal velho em papel pronto para ser usado.
Além do jornal você vai precisar de:
  • Liquidificador;
  • Bacia funda;
  • Peneira plástica de fundo plano (ou tela pregada em moldura de madeira), que caiba na bacia (com certa folga);
  • Outros jornais ou panos velhos (para secar os papéis).
Passo a passo:

1 - Pique os jornais e coloque-os em vasilha com água. Deixe de molho por 24 horas. (O papel pode ficar de molho por semanas, desde que em recipientes limpos).

2 - Coloque uma xícara deste papel umedecido no liquidificador, com água até 3/4. A própria "água do molho" pode ser aproveitada. Bata a mistura aos poucos e sinta com a mão até obter a textura desejada. Batendo pouco, você obterá uma mistura com "pedacinhos" do papel original, às vezes até com letras inteiras. Quanto mais você bater, mais homogênea ficará a mistura. Mas não bata demais - isso deixa o papel quebradiço, e não mais fino.

3 - Despeje o papel batido na bacia com água até a metade. Agite a mistura com a mão para as partículas de papel não assentarem no fundo.

4 - Mergulhe a peneira pela lateral da bacia até o fundo, subindo-a lentamente, sem incliná-la, "pescando" as partículas em suspensão. Uma camada de papel se forma sobre a peneira. Se desejar um papel mais grosso, adicione papel batido à bacia, agite e peneire novamente.

5 - Passe a mão várias vezes sob a peneira inclinada para escorrer a água.

6 - Coloque a peneira sobre jornal, para secar a superfície inferior. Troque o jornal até que este não fique mais molhado.

7 - Ainda sobre o jornal, cubra a peneira com um pano e aperte como uma massa de torta na forma, para secar a superfície superior da folha. Use vários panos até que estes não fiquem mais molhados. O papel ainda estará úmido, mas não deverá molhar a mão no toque.

8 - Vire a peneira sobre jornal seco e dê vários tapas no fundo. A folha deve soltar. Se o papel estiver muito úmido a folha não cai, (daí desvire a peneira e repita a etapa 7).

9 - Coloque a folha entre jornais secos, e deixe-a secar até o dia seguinte.

10 - Pronto, esta folha poderá ser escrita, cortada, dobrada , colada, pintada, datilografada, enfim, usada como papel.

As sobras de papel picado ou batido podem ser peneiradas, espremidas e guardadas em potes tampados para futura reciclagem ou descartadas separadamente para coleta seletiva e reciclagem industrial. A água que sobra na bacia pode ser despejada no vaso ou no jardim.

Com informações da USP Recicla


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org

sábado, 18 de agosto de 2012

Dicas

Pratique atividades ao ar livre

 Atividades físicas ao ar livre fazem bem para o meio ambiente, para o corpor e para a mente/Foto:Stock

Atividades ao ar livre podem ser excelentes alternativas às academias. O hábito é vantajoso para o meio ambiente, pois você não precisa de equipamentos e eletricidade, para sua saúde e para sua qualidade de vida, já que o contato com a natureza diminui os níveis de estresse e aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade.
Quem não gosta dos ambientes fechados cansa com facilidade da rotina das academias e se incomoda com os barulhos de música alta, luzes artificiais e os flashes de televisão que normalmente vemos nesses locais e, certamente, verá os benefícios das atividades outdoors. Quem pratica exercício ao ar livre sabe que cada treino será uma nova aventura, uma chance de observar e de estar em contato direto com a natureza.
Pode ser uma corrida, caminhada, alongamento ou ainda andar de bicicleta ou de patins – as possibilidade são inúmeras. Procure um exercício com o qual você se identifica e siga os conselhos de um profissional sobre como praticar o esporte sem prejudicar seu corpo.
Não se esqueça de fazer um aquecimento e alongar-se antes de começar qualquer atividade física. Também evite as atividades nos horários mais quentes do dia e tenha sempre à mão uma garrafinha de água.


Fonte: Eco D - http://www.ecodesenvolvimento.org