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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Macrofotógrafo mostra o lado "fofinho" das aranhas saltadoras






Quando você ouve alguém dizer “fofura”, “aranha” provavelmente não é a primeira coisa que vem à cabeça. Porém, prepare-se para ter o seu mundo tirado do eixo pelas imagens de Thomas Shahan. Com suas fotos em super close, o fotógrafo é capaz de mudar a concepção até dos que acham que esses insetos aracnídeos são os seres mais repugnantes do mundo.

Através da fotografia macro – usadas para registrar coisas muito pequenas -, ele resolveu apontar suas lentes para os olhos das aranhas-saltadoras. E o resultado é que dá vontade de ter uma como bichinho de estimação só por causa dessas carinhas de coitadas.

Esta espécie é incomum porque a maioria dos seus exemplares não caça com teias. Elas têm poderosas patas traseiras e a melhor precisão visual entre aranhas, o que lhes permite caçar ativamente com saltos poderosos. No entanto, elas ainda podem produzir seda, muitas vezes utilizando-a para amarrar a si mesmas antes de saltar ou para criar abrigos.

Com exceção da Austrália, onde quase todos os seres vivos na natureza podem te matar ou mutilar, não há assim tantos motivos para odiar aranhas. Um mundo sem elas seria um mundo com muito mais mosquitos e moscas, que carregam inúmeras doenças. E quando você sabe que algumas delas podem ser tão bonitinhas, elas não parecem mais tão assustadoras assim, não é?





Daí você pensa: “Mas e aquela estatística da qual quase todo mundo já ouviu falar sobre a pessoa comum engolir oito aranhas por ano?”. Calma, não precisa ir para o espelho e checar a sua garganta. Em 1993, um escritor passou este e outros fatos falsos para provar como era fácil circular informações que não eram verdadeiras. Sua manifestação foi extraordinariamente bem sucedida.
Então, da próxima vez que você vir uma aranha, tenha em mente que ela está provavelmente mais interessada em caçar insetos que estão tentando mordê-lo, ao invés de picar você.
As aranhas-saltadoras são muito curiosas (inclusive sobre os seres humanos) e interagem com frequência com outros organismos. Se uma aranha virar para olhar para você, é quase certo que ela seja uma saltadora. Muitos aracnídeos, como viúvas negras, tentam evitar as pessoas, mas aranhas-saltadoras são bastante destemidas. Isso porque elas provavelmente só querem abraçá-lo! [Bored Panda, Thomas Shahan]






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Fonte: Hypescience, por Jéssica Maes, fev/2014


segunda-feira, 4 de março de 2013

Tamanduá ou Papa-Formigas

Foto: wikipedia_NationalZooAnteater


Classe: Mammalia
Ordem: Pilosa
Família: Mymecophagidae

Tamanduá é o nome comum para as quatro espécies de mamíferos da subordem Vermilingua, comumente conhecidos por comerem formigas e térmitas. 
 
 
Foto: www.vibrationdata.com


As espécies existentes incluem o tamanduá Myrmecophaga tridactyla, com cerca de 1,8 m de comprimento, incluindo a cauda, o tamanduá Cyclopes didactylus sedosa, cerca de 35 cm de comprimento, o Tamanduá do Sul ou de colarinho o Tamandua tetradactyla, com cerca de 1,2 m de comprimento, e o Tamanduá do norte, o Tamandua mexicana de dimensões semelhantes.


Tipos de Tamanduá
 
• Tamanduá-bandeira - Myrmecophaga tridactyla
• Tamanduaí - Cyclopes didactylus
• Tamanduá-mirim - Tamandua tetradactyla
• Tamanduá do Norte - Tamandua Mexicana 
 
 
 Foto: wikipedia_Ellen

Tamanduá-bandeira - giant anteater (Myrmecophaga tridactyla)

É o maior e o mais terrestre dos tamanduás. Pode ter até 217 cm de comprimento e pesar até 41 kg. É facilmente reconhecido pelo seu focinho longo e padrão característico de pelagem. É encontrado em diversos tipos de ambientes, desde savanas e florestas. O tamanduá-bandeira é listado como "Vulnerável" pela IUCN. Foi extinguido em algumas partes de sua distribuição geográfica. 
 
 
 Foto: www.venezuelaonboard.com

Tamanduaí - Silky anteater ou Pygmy anteater (Cyclopes didactylus)
 
É o menor dos tamanduás, medindo cerca de 50 centímeros no total, pesando cerca de 450 gramas, não é pois muito maior do que um esquilo. Pode ser encontrado do sul do México ao norte do Brasil e na ilha de Trinidad e Tobago. Esta espécie é difícil de ser vista. Passa os dias dormindo, enroscado no alto das árvores. Só sai do lugar durante a noite, e mesmo assim não vai muito longe. Nunca desce ao chão. Possui pelagem amarelada, macia e sedosa, que lhe rendeu o nome popular de tamanduá-seda. Cauda preênsil de cerca de 25 centímetros de comprimento, funciona como um quinto membro. As mãos têm dois dedos, quatro dedos nos pés, nas patas anteriores com duas garras longas e curvas, olhos e orelhas pequenos. 
 
 
 Foto: tumblr.com

Tamanduá-mirim ou Tamanduá do Sul (Tamandua tetradactyla)

Encontra-se da Venezuela ao sul do Brasil. Possui cabeça, pernas e parte anterior do dorso de coloração amarelada. O restante do corpo é negro, formando uma espécie de colete. Possui cauda longa e preensil e patas anteriores com quatro grandes garras. Tem hábitos preferencialmente noturnos, mas também costuma sair em busca de alimento durante o crepúsculo. 
 
 
 
 Foto: wikipedia_www.birdphotos.com


Tamanduá do Norte (Tamandua mexicana)
 
Vivem em florestas tropicais e subtropicais do sul do México, a América Central e a norte dos Andes. O tamanduá do norte é um tamanduá de médio porte, com uma cauda preênsil, olhos e orelhas pequenos, e um focinho longo. A pele é amarelo claro na maior parte do corpo, com uma faixa distinta de pele negra sobre os flancos, costas e ombros, que lembra um pouco a forma de um colete. A presença deste padrão de coloração torna possível distinguir as espécies a partir do seu parente do sul, que tem uma cor mais uniforme. Para além da sua dieta, o tamandua do norte está também adaptado para um estilo de vida nas árvores. 
 
 
Foto: wikipedia_DirkvdM


Distribuição e Habitat :

Os tamanduás, habitam as florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. Três espécies encontram-se no leste do Brasil. O tamanduá seda ou Tamanduaí(Cyclopes didactylus) é especializado num ambiente arbóreo, mas alguns deles encontram o seu alimento tanto em terra como nas árvores, geralmente encontra-se nas florestas secas perto de riachos e lagos da América do Sul e Central. O tamanduá-bandeira quase inteiramente terrestre (Myrmecophaga tridactyla) vive em savanas. Os dois tamanduás do género Tamanduá, o do sul (Tamandua tetradactyla) e o tamanduá do Norte (Tamandua mexicana), são principalmente arbóreos, habitando as densas florestas primitivas da América do Sul e Central. 
 
 
 Foto: www.nhptv.org

Identificação:

O tamanduá tem uma pelagem espessa que se torna mais longa na cauda. O seu focinho é afunilado e no seu interior aloja uma longa língua que pode chegar a ter 50 cm de comprimento. O peso do maior tamanduá, o tamanduá-bandeira adulto, pode atingir até quarenta quilos e o seu comprimento 1,80 metros, incluindo a cauda, que pode chegar à metade desse tamanho. Já o mais pequeno, o tamanduá seda ou Tamanduaí(Cyclopes didactylus), mede apenas 50 cm e pesa cerca de 450 gr. A capacidade de visão e de audição dos tamanduás é reduzida, mas têm um excelente olfato (cerca de 40 vezes maior que a do homem) podendo assim sentir o cheiro de uma presa ou de um predador a dezenas de metros de distâncias. Têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras para poder desfazer os ninhos, mas que lhe dificultam o andar. 
 
 
 Foto: Wikipedia

Hábitos:

Normalmente são animais solitários que só se encontram e juntam na época da reprodução. Dormem enrolados com a sua cauda peluda dobrada sobre o corpo. A cauda serve tanto para conservar o calor do corpo e como para camuflagem. São bons nadadores e capazes de mover-se através de grandes rios.
 
 
Foto: Wikipedia_Mateus Hidalgo


Alimentação:

Alimentam-se normalmente de formigas, térmitas, larvas, besouros que retiram dos formigueiros com a sua longa e pegajosa língua, depois de terem escavado as resistentes paredes dos formigueiros, com as fortes e longas garras dianteiras. Um tamanduá gasta um minuto, em média, a alimentação em um ninho, visitando mais de 200 ninhos em um dia e consumir tantos como 300.000 indivíduos. 
 
 
Foto: www.animalcorner.co.uk


Reprodução:

Tamanduás gigantes podem acasalar durante todo o ano. Após uma gestação de 190 dias a fêmea tem apenas um filhote por ano, que é muito pequeno e frágil com aproximadamente 1,3 kg. Ele é carregado no dorso da mãe e alimentado durante os primeiros 9 meses, período em que só se alimenta de leite. Os jovens comunicam com as suas mães com assobios agudos e usam a língua durante a amamentação.
 
 
Foto: telegraph.co.uk


Estatuto de conservação e principais ameaças: 
 
O tamanduá está listado como vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). As ameaças à sua sobrevivência devem-se à destruição do seu habitat e à caça.

Fontes e Fotos: Wikipédia; Portlasaofrancisco; http://www.infoescola.com/; http://www.telegraph.co.uk/; www.vibrationdata.com; Pixdaus; www.animalcorner.co.uk; www.nhptv.org; www.venezuelaonboard.com; www.vibrationdata.com; enciclopedia do Reino Animal; outros net
 
 
Foto: Pixdaus_Mrowkojad_wielki


Há que compreender a importância de cada organismo na complexa e maravilhosa teia da Vida na Terra e Nunca nos devemos esquecer que "A extinção é para sempre".
 
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Fonte: Divagar sobre tudo um pouco 

 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Dez perigosíssimos invertebrados - Muito já foi escrito sobre criaturas da natureza que, apesar de pequenas, são capazes de infligir sérios danos à pessoa que tiver a má sorte de dar de cara com elas. Mas geralmente pensamos em animais com certa complexidade no organismo. O perigo, no entanto, pode vir de bichos que nem chegam a ter sistema ósseo. Eis uma lista com dez destas ameaças sem esqueleto:



1. Besouro-roda

São necessários vários meses para se curar completamente de uma picada deste inseto, que habita as florestas da América do Norte. A toxina liberada por Arilus Cristatus, em uma picada, tem simplesmente o poder de dissolver a carne humana. Embora não chegue a matar, deixa cicatrizes horríveis que jamais desaparecem. Para completar o caráter amedrontador deste inseto, seu corpo tem um apêndice sobre a cabeça que parece uma lâmina giratória, daquelas que cortam carne no açougue. Horripilante. [Listverse]





2. Cerambicídeo gigante

 Tamanho não é documento no mundo dos insetos quando o assunto é perigo. Mas existe um besouro gigante que chega a passar de 17 centímetros de comprimento, o triplo de um besouro comum. Titanus giganteus tem uma mordida tão poderosa que corta galhos de árvore ao meio. Embora não sejam carnívoros (não atacariam uma pessoa em circunstâncias normais, portanto) podem muito bem fazer o mesmo com um dedo humano, por exemplo, se sentirem necessidade de se defender.





3. Corsário Negro

 Ele não passa de 5 centímetros de comprimento, mas sua picada é uma das mais doloridas conhecidas pela ciência. Seja qual for o ponto da pele humana atingida pelo corsário negro (Melanolestes picipes), a irritação é imediata, atingindo inclusive os tecidos que o veneno alcança.





4. Lula de Humboldt

A Corrente de Humboldt, que passa pelo Oceano Pacífico, é o lar deste molusco que recebe um apelido bem menos amistoso: diabo vermelho. Esta lula é conhecida por uma característica não muito comum entre os animais de nossa lista: atacam em grupo. A vítima inocente (que muitas vezes é bem maior do que os 1,8 metros que a lula de Humboldt atinge) é geralmente cercada pelos diabos vermelhos, arrastada para as profundezas e de lá não tem chance de sair viva.




 

5. Lagosta Gigante da Tasmânia

 A ilha de Tasmânia é conhecida pelo célebre animal que virou desenho animado. O pobre diabo da Tasmânia, contudo, não é nada perigoso perto de um outro habitante do local: Astacopsis gouldi, mais conhecido como lagosta gigante da Tasmânia. Trata-se de um artrópode que parece uma assustadora lagosta negra, pode passar de 70 cm de comprimento e tem a notoriedade de causar ferimentos horríveis às pernas de aventureiros que se deslocam pelos rios da região. Uma série de amputações já foi resultado de seus ataques. É o maior invertebrado de água doce do mundo, mas está em extinção.





6. Verme-do-fogo

Em 2009, a população animal de um tanque marinho em Newquay (Grã-Bretanha) começou a ser trucidada. Peixes apareciam feridos e corais eram totalmente destroçados. O culpado, conforme descobriram depois de algum tempo, era um anelídeo com verdadeiro potencial assassino. Dono de mandíbulas fortes e espículas venenosas, o verme-de-fogo é capaz de retalhar em pedaços presas de tamanho muito maior. Aproximar a mão de um bicho destes pode significar facilmente a perda de alguns dedos.





7. Megalopyge opercularis

Mariposas passam a imagem de insetos irritantes, que voam ao redor das lâmpadas, mas não oferecem real perigo. Tal estereótipo é quebrado com a Megalopyge opercularis, um bizarro inseto que parece um gatinho coberto de pelos. Os “pelos”, no entanto, são na verdade espinhos carregados de veneno. Na pele humana, este líquido produz verrugas estranhas, que pioram em formato e doem mais à medida em que não se retiram os espinhos.





8. Moscas pretas

Muitos insetos vivem de picar mamíferos e sugar um pouco do seu sangue. Mas a maioria deles apenas suga a quantidade que deseja e vai embora sem causar danos muito grandes. Não é o caso dos simulídeos, uma família que abrange mais de 1.750 espécies conhecidas como moscas-pretas (ou borrachudos, em algumas regiões do Brasil). Quando ataca a vítima, um simulídeo injeta nas veias uma substância anti-coagulante que faz muitos animais sangrarem até a morte. Seres humanos, inclusive.





9. Barata d’água

Imagine um inseto tão grande e poderoso que tem uma dieta à base de filhotes de tartaruga e de cobra. Há várias espécies destes temidos predadores, que fazem parte da família Belostomatidae. Eles vivem em água doce e estão presentes em quase todo o planeta, de modo que muitas pessoas já sentiram a dor de levar uma picada, geralmente no dedão do pé. Em 1990, todas as picadas de inseto foram escalonadas de acordo com a dor que infligem ao ser humano. É o chamado índice de dor das ferroadas de Schmidt. As baratas d’água são nível 4, o pior possível (a título de comparação, vespas não passam do nível dois).





10. Ouriço-de-fogo

Passar as férias no Havaí ou na Austrália é um lazer que envolve alguns riscos. Um deles é pisar em um ouriço-de-fogo (Astropyga radiata), que habita as águas do Pacífico. Com um corpo que não passa de 20 centímetros, ele tem espículas com até um quarto deste comprimento. Quando alguém pisa um ouriço-de-fogo, as espículas entram na pele e liberam uma toxina que tem poder paralisante e pode causar queimaduras gravíssimas.


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Fonte:  HypeScience, em 09/fevereiro/2013

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Estudo julga alarmista temor de extinção maciça de espécies

Bugio-marrom (Alouatta guariba guariba), macaco brasileiro sob risco de extinção: 
de acordo com o estudo, o número atual de cientistas trabalhando para identificar 
novas espécies é recorde | Wikimedia Commons

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Estudo reduziu as taxas de extinção de espécies a um quinto dos cálculos feitos anteriormente

Os temores de que a maior parte das espécies da Terra será extinta antes de ser descoberta pela ciência são "alarmistas", conclui um estudo internacional divulgado esta sexta-feira.

Cientistas começaram a examinar as estimativas segundo as quais haveria 100 milhões de espécies em todo o mundo e que elas estariam desaparecendo a uma taxa de 5% por década, o que significa que desapareceriam antes de os pesquisadores terem a chance de descobri-las.

Em artigo publicado na revista Science, cientistas de Nova Zelândia, Austrália e Grã-Bretanha informaram que os cálculos se baseiam em uma avaliação superestimada de quantas espécies ainda seriam desconhecidas.

Segundo eles, cerca de 1,5 milhão de espécies de animais e plantas já foram catalogados e modelos estatísticos demonstraram que o número total existente seria mais próximo dos 5 milhões do que dos 100 milhões.

O estudo, publicado nesta sexta-feira, também reduz as taxas de extinção a menos de 1% por década, um quinto do nível dos cálculos anteriores.

"Nossas descobertas são, potencialmente, uma boa notícia para a preservação da biodiversidade global", afirmou o principal autor da pesquisa, Mark Costello, da Universidade de Auckland.

"Superestimar o número de espécies na Terra é contraproducente porque pode fazer as tentativas de descobrir e preservar a biodiversidade parecerem desanimadoras. Nosso trabalho sugere que isto está longe da verdade", acrescentou.

Costello afirmou que o estudo reforça a previsão de que todas as espécies da Terra poderiam ser identificadas nos próximos 50 anos, particularmente porque o número de taxonomistas, cientistas que descrevem novas espécies, está aumentando.

"Nomear uma espécie dá reconhecimento formal à sua existência, tornando muito mais fácil a preservação", declarou o cientista.

No artigo, os estudiosos admitiram que a Terra está no meio de uma "fase de extinção em massa causada pelo homem", mas chegaram a conclusões mais otimistas sobre a biodiversidade do que outros cientistas, tais como aqueles da Academia de Ciências da Califórnia.

Em 2011, a academia informou que "apesar dos esforços intensivos para documentar a vida na Terra, os cientistas estimam que mais de 90% das espécies deste planeta ainda estão por ser descobertas".

"Frente à degradação e à perda de hábitat em larga escala, muitas destas espécies estão desaparecendo antes que nós sequer tomemos conhecimento de sua existência", acrescentou.
Costello e seus colegas afirmaram que todo encontro de biólogos ou conservacionistas não estaria completo sem que preocupações como estas sejam levantadas.

Mas eles afirmaram que o desenvolvimento da ciência em áreas biológicas relevantes, como a Ásia e a América do Sul, significa que mais cientistas do que nunca estão trabalhando para identificar novas espécies.

"Algumas pessoas se desesperam de que a maioria das espécies fique extinta antes de serem descobertas", destacou o estudo.

"Contudo, tais preocupações resultam de dados superestimados de quantas espécies podem existir, crenças de que o expertise em descrever espécies está decaindo e estimativas alarmistas de taxas de extinção", concluiu.


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Fonte: Exame.com, em 25/janeiro/2013



 


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A Coruja-das-neves ou Coruja-do-Ártico

Hoje vamos conhecer um pouco melhor a: Coruja-das-neves ou Coruja-do-ártico 
 
Ordem: Strigiformes
Família: Strigidae 

Distribuição e Habitat :
Encontra-se na tundra, habitando as regiões geladas como a parte norte dos Estados Unidos, Canadá, Alasca, norte da Eurásia, além de regiões do Ártico. No inverno, migram longas distâncias para sul.
 
 
 
Identificação:
De olhos amarelos, este lindissimo pássaro de plumagem branca e bico preto é facilmente reconhecível. A coruja-das-neves mede entre 53 e 65 cm de comprimento, com uma envergadura entre 1,25 e 1,50 m. Podem pesar de 1,8 até 3 kg, é uma das espécies mais pesadas. Apresentam dimorfismo sexual, o macho adulto é virtualmente branco puro, enquanto a plumagem das fêmeas é ligeiramente mais escura.  



 
As crias eclodem cobertas de uma penugem branca, que, após dez dias, escurece para um cinza que fornece melhor camuflagem. O bico da coruja-das-neves, grande e afiado, é preto e é parcialmente escondido na penugem, possuindo uma forma arredondada. 
 
 
 
 
As asas grandes e largas permitem à coruja-do-ártico voar rente ao solo ou acelerar em perseguição das presas. As garras compridas e curvas permitem-na capturar e matar as presas. A plumagem densa que cobre as patas protege contra o frio.
 
 


Hábitos e Alimentação:
A coruja-do-ártico é uma ave solitária, silenciosa e tímida. Mas, na primavera, cada par que acasala reclama para si um território de caça por meio de guinchos que podem ser ouvidos até 10 km de distância. Durante a época de acasalamento, esta coruja torna-se agressiva quando se sente ameaçada. Na estação quente, a coruja regula a temperatura estendendo e batendo as asas. 
 
 
 

Caça principalmente durante o dia. Os ouvidos da coruja, escondidos debaixo de uma plumagem intensa, permite-lhe ouvir pequenos mamíferos debaixo da neve. A coruja-do-ártico faz então um vôo rasante e captura a presa com as garras afiadas. As presas menores, como os lemingues (seus preferidos), coelhos e outras aves, são mortas com um único golpe. Eventualmente a coruja-das-neves também se alimenta de peixes.





Reprodução:
Esta espécie de coruja é geralmente monogâmica, vivendo muitas vezes os casais juntos durante toda a vida. A corte nupcial começa nos princípios de maio. Em vez de construir um ninho, a fêmea escava um buraco no chão, normalmente um buraco raso. O ciclo de procriação está ligado à dimensão da população de lemingues, a sua principal presa. A fêmea coloca de 5 a 14 ovos que são incubados por cerca de 4-5 semanas. As crias estão aptas a voar cerca de 50 dias depois de eclodirem, aprendendo a caçar logo em seguida. 
 
 
 
 
A coruja Branca é o passáro oficial do Quebec.

Fontes: Wikipedia; Portlasaofrancisco; http://www.worldzootoday.com/; treknature; Enciclopédia a Vida Animal; http://www.desktopwallpaperhd.com/; http://www.walldesk.com.br/; http://www.hiren.info/desktop-wallpapers/; http://www.fotopedia.com/; http://www.pcdesktopwallpaper.com/; 1ms.net; community.babycentre.co.uk; outros net 




“A Terra provê o suficiente para as necessidades de todos os homens, mas não para a voracidade de todos.” (Mahatma Gandi) .


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Fonte: Divagar sobre tudo um pouco
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Libélulas... belas...









Toda delicadeza destes pequeninos,
que enfeitam o jardim,
colorem o olhar,
e brincam lindamente com as flores.
Sem se dar conta do bem que fazem
a todos aquele que tem olhos para ver,
e um coração para acolher...
 
 
Fonte: Fluindo simples(mente)