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domingo, 29 de julho de 2018

Em Harmonia com o Planeta



A sustentabilidade e os cuidados com o meio ambiente tem sido um tema bastante recorrente na atualidade. Questões que muitas vezes podem parecer uma preocupação de ordem governamental e mais distante de nós, quando na realidade se trata de uma responsabilidade comum, que deve envolver governantes e governados em um mesmo interesse: Viver em harmonia com o planeta.

Preservar os recursos naturais que o planeta oferece é um dever, porque diz respeito à vida na Terra e às gerações atuais e futuras. E este futuro a partir de uma percepção espiritual, ganha um conceito mais abrangente. Explica a Doutrina Espírita que podemos retornar para o mesmo planeta diversas vezes de acordo com as necessidades evolutivas de cada um, como esclarece a questão 172 de O Livro dos Espíritos: “Nossas diferentes existências corpóreas se passam todas na Terra?— Não, mas nos diferentes mundos. As deste globo não são as primeiras nem as últimas, mas as mais materiais e distanciadas da perfeição”. E complementa na questão seguinte: “Pode reviver muitas vezes num mesmo globo, se não estiver bastante adiantada para passar a um mundo superior.”

A partir do princípio da imortalidade, a visão sobre a relação com o planeta se amplia, sendo a Terra a grande morada evolutiva dos espíritos por diversas encarnações e como cidadãos desta Casa que acolhe e oferece oportunidades de crescimento, se estabelece uma relação de gratidão com o Planeta e consequentemente de colaboração.

Os simples gestos podem fazer a diferença, beneficiando diretamente a natureza. Neste caminho, a conscientização é o primeiro passo. Atitudes como procurar consumir menos materiais descartáveis, não imprimir arquivos sem necessidade, economizar água e luz no dia a dia, ensinar as crianças sobre a importância desses cuidados, procurar separar o lixo orgânico do reciclado, repensar as necessidades de compra, entre tantos outros hábitos, podem ajudar a preservar os recursos naturais, garantindo a nossa sobrevivência no planeta.

O mundo cada vez mais materialista movido pelo consumo excessivo nos convida o tempo todo a fazer parte deste ciclo, mas se desejamos um planeta melhor hoje e amanhã sem nos sentirmos escravizados ou oprimidos pelo sistema é tempo de repensar necessidades, procurando mudar atitudes de consumo, embora não seja tão simples, significa um caminho necessário para uma  relação de equilíbrio com o planeta.


 Fonte: Blog Mundo Maior

Repensar: Ypê Sustentabilidade e reutilização da água - Parte 2/3 (14/10...

domingo, 14 de dezembro de 2014

COP20 encaminha acordo climático de 2015


Segundo a "Ação de Lima", todos os países terão que apresentar à ONU, 
antes do dia 1º de outubro de 2015, 
compromissos 'quantificáveis' de redução de gases 
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Da EFE
Lima - A Cúpula de Mudança Climática de Lima (COP20) decidiu neste domingo que, pela primeira vez, todos os países terão que apresentar ações para combater o aquecimento global, o que encaminha o futuro acordo de Paris 2015, embora com muitas frentes abertas.

Segundo o documento aprovado hoje, 'A chamada à Ação de Lima', todos os países terão que apresentar à ONU, antes do dia 1º de outubro de 2015, compromissos 'quantificáveis' de redução de gases do efeito estufa de uma maneira 'clara, transparente e compreensível por todos'.

Esses compromissos devem ser 'ambiciosos' e 'justos de acordo com as circunstâncias nacionais', e devem estar acompanhados de informação detalhada das ações que o país vai desenvolver para que esse diminuição de emissões seja cumprida.

O documento também 'convida' os países a incluir em seus compromissos como vão contribuir para financiar a adaptação a secas, aumento do nível do mar ou perda de colheitas acarretadas pela mudança climática; uma fórmula linguística elegante para tranquilizar os países em desenvolvimento que se negavam a assinar nada que não fizesse referência à adaptação.

O outro grande avanço do acordo de Lima, alcançado na última hora de um intenso dia de prorrogação das negociações, é que, após a apresentação dos compromissos, a ONU analisará o impacto global dessas contribuições nacionais para determinar se são suficientes para que a temperatura do planeta não suba mais de dois graus no final de século, em relação a níveis pré-industriais.

Após a aprovação do acordo, o comissário europeu de Energia e Clima, o espanhol Miguel Arias Cañete, elogiou 'a flexibilidade' que mostraram os cerca de 200 países reunidos em Lima para que estas negociações, que estiveram bloqueadas até duas horas antes da conclusão, 'saíssem adiante'.

Arias Cañete considerou que esta flexibilidade envia um sinal positivo para avançar nos próximos 12 meses, e adotar um acordo global de luta contra a mudança climática na próxima cúpula, que será realizada em Paris, em dezembro de 2015.

A maioria dos líderes das delegações nacionais declara que 'A Chamada à Ação de Lima' facilita 'uma estrutura de trabalho para continuar trabalhando no acordo da França, como disse o enviado de Mudança Climática do governo dos Estados Unidos, Todd Stern.

'Foram dias muito intensos, mas estamos satisfeitos por ter conseguido alcançar um texto, que é o melhor neste momento', declarou à Agência Efe o secretário de Estado do Meio Ambiente espanhol, Federico Ramos.

O texto contém muitas referências aos 'elementos' que deverá conter esse futuro acordo de Paris, mas sem concretizá-los, já que nos 13 dias que durou a reunião ficou claro que, em Lima, o consenso seria impossível em torno desses temas.

Esse fato demonstra 'que ficam muitas frentes abertas e muito trabalho pela frente no próximo ano', para que Paris seja um êxito, comentou Teresa Ribera, diretora de um dos principais lobbies climáticos europeus, o IDDRI.

Lima deixa aberta, por exemplo, a fórmula jurídica que terá o futuro acordo, embora proponha três opções: 'protocolo', 'instrumento legal' ou 'resultado estipulado'.

E fala que deverá ser um pacto 'equilibrado e de equidade', que contenha 'responsabilidades comuns, mas diferenciadas', mas não detalha como se vai articular essa diferenciação.

O documento também sugere o desenvolvimento de um mecanismo internacional para perdas e danos associados com os impactos da mudança climática, e a implementação do financiamento à adaptação, mas não conta como nem apresenta um roteiro para conseguir os US$ 100 bilhões comprometidos pelos países nesta última matéria para 2020.

O acordo de Lima tampouco esclarece o que a ONU vai fazer se, ao contabilizar os compromissos de redução apresentados pelos países, perceber que são insuficientes para que a temperatura global não supere esses dois graus, que poderiam transformar o planeta em um lugar 'inabitável', segundo os cientistas.

O presidente da cúpula, o ministro peruano Manuel Pulgar Vidal, encerrou a reunião afirmando que o texto final de Lima 'dá esperança ao mundo', mas, como reconheceu Christiana Figueres, a secretária da Convenção de Mudança Climática da ONU, 'resta muito a fazer' para que o acordo de 2015 seja efetivo para enfrentar este problema.

'Paris começa em três semanas', resumiu ao deixar a cúpula a ministra do Meio Ambiente de Cingapura, Vivian Balakrishnan. EFE

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Fonte: Exame.com

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Minhocas de estimação: recicle resíduos orgânicos em casa

As minhocas consomem e convertem matéria orgânica em adubo, 
uma ótima forma de reciclar os resíduos produzidos em casa. 
(Foto: Reuters)
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Ter um minhocário doméstico é uma forma limpa e sustentável de diminuir a quantidade de lixo que você produz.

Uma das principais questões enfrentadas pelos grandes centros urbanos é o que fazer com o lixo. De acordo com a prefeitura de São Paulo, são produzidas na cidade diariamente 18 mil toneladas de resíduos. Desse montante, 10 mil são de lixo domiciliar e, desses, metade é lixo orgânico. A boa notícia é que há uma maneira simples, limpa e barata de reciclar o lixo orgânico sem precisar sair de casa, e assim contribuir para a sustentabilidade das cidades.

A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.

O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.

“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.

Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.

“Eu tenho minhocário em casa e amo”

“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.

O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.

Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.

Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.

Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.

Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
 
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 25/setembro/2013, por Camila Hungria 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Construções Verdes

Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, recebeu uma estrutura 
de placas fotovoltaicas em sua cobertura. 
(Foto: Marcus Desimoni/Portal da Copa)

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Sustentabilidade: um legado positivo da Copa do Mundo no Brasil

Certificação LEED, recomendada pela FIFA, sugere a criação de sistemas de abastecimento mais eficientes para os estádios do evento, entre outras exigências.

Em 2014, governantes e empresas esperam que o Brasil tenha não só mais futebol e turistas, mas também uma economia aquecida pelos altos investimentos em infraestrutura que uma Copa do Mundo exige. Para receber o evento, o país-sede deve respeitar uma série de demandas ditadas pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), em sua maioria relacionadas às arenas do espetáculo.

O guia “Estádios de futebol: Exigências e recomendações técnicas”, editado pela Federação, chega à sua quinta edição bem mais detalhado e, pela primeira vez, com orientações relacionadas à sustentabilidade. Publicado após a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, o documento inclui recomendações do programa “Green Goal”, que tem como metas reduzir o consumo de água potável, evitar ou reduzir a emissão de resíduos, criar sistemas de abastecimento de energia mais eficientes e aumentar o uso do transporte público nos eventos promovidos pela FIFA.

A recomendação é que as edificações tenham o selo LEED (Leadership in Energy Efficient Design), sistema internacional de certificação e orientação ambiental desenvolvido pelo Green Building Council, nos Estados Unidos, e utilizado em 143 países. O guia da FIFA também aborda cuidados sobre a “compatibilidade ambiental do local do estádio” e as “relações com a comunidade” do entorno onde a obra ou reforma acontece.

Energia solar

Na categoria “Energia e atmosfera”, a certificação encoraja a eficiência energética por meio de estratégias simples como, por exemplo, simulações energéticas, medições e utilização de equipamentos e sistemas mais eficientes.

Entre as doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, algumas já saíram à frente em seus projetos de energia limpa. O estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte, recebeu uma estrutura de placas fotovoltaicas em sua cobertura.

A Usina Solar Fotovoltaica (USF) do Mineirão, entregue em 17 de maio deste ano, tem potência instalada de 1,42 MWp, com cerca de 6 mil módulos fotovoltaicos. Toda a energia produzida será lançada na rede e 10% devem retornar ao estádio. O projeto faz parte de uma ação maior da Cemig, que pretende implantar uma USF também no ginásio Mineirinho. “Outra edificação que poderá receber uma usina solar fotovoltaica é o Aeroporto Internacional de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte”, afirma o coordenador do Projeto Minas Solar 2014, Alexandre Heringer Lisboa.

A ideia de construir redes solares no entorno do estádio também está sendo implementada no Rio de Janeiro, com a construção do Polo Solar do Maracanã. Além da instalação de uma usina fotovoltaica no estádio do Maracanã, o projeto prevê estruturas também no Ginásio do Maracanãzinho, no Estádio de Atletismo Célio de Barros, no parque aquático Júlio de Lamare e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O objetivo é chegar a uma potência instalada de 5,2 MWp em todo o complexo.
A 19km do Recife, em São Lourenço da Mata, a Arena Pernambuco contará com fornecimento de energia solar a partir de julho deste ano. Com investimento de R$ 10 milhões, a Odebrecht Energia e o Grupo Neoenergia, holding que controla a Celpe, estão implantando uma usina solar fotovoltaica com 1 MWp de potência instalada, “o que equivale ao consumo médio de energia de 6 mil brasileiros”, segundo a assessora de eficiência energética do grupo, Ana Christina Romano Mascarenhas. “Estima-se que a usina solar, que faz parte de um projeto de pesquisa e desenvolvimento regulado pela Aneel, chegue a suprir 20% do consumo do estádio”, afirma Ana Christina.

Os painéis solares fotovoltaicos, que estão sendo instalados em um terreno de 14,5 mil m² ao lado da arena, irão entregar a energia diretamente ao sistema elétrico do estádio e enviar o excedente à rede de distribuição. “Além do aproveitamento de uma fonte renovável, os sistemas de geração solar reduzem perdas por transmissão e distribuição, uma vez que a energia é consumida no local em que é produzida”, completa a assessora do Grupo.

Resíduos, água e cobertura sustentável

Outra medida de sustentabilidade explorada pelas cidades-sede foi o reaproveitamento dos resíduos gerados pelas reformas de estádios. No Mineirão, onde as obras foram iniciadas em janeiro de 2010, houve reaproveitamento de 90% dos entulhos. O concreto foi destinado à pavimentação de ruas e as cadeiras foram redirecionadas para ginásios e estádios mineiros. O gramado foi reutilizado em um projeto de inclusão social do governo.

Já a Arena Fonte Nova, em Salvador, reutilizou 100% do concreto e do aço do antigo estádio. Também instalou sistemas para o reaproveitamento da água da chuva.

Mas o campeão da sustentabilidade talvez seja o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, palco da abertura da Copa das Confederações neste ano. A arena pode ser a primeira no mundo a receber o selo Leed Platinum. Todo o material de demolição foi reaproveitado. As armaduras e os aços do antigo estádio foram destinadas a cooperativas de reciclagem e o concreto foi moído para compor os pisos do novo estádio. A água da chuva que cair sobre a cobertura será canalizada para reservatórios, filtrada e tratada. Poderá ser reutilizada nos vasos sanitários e na irrigação do campo, suprindo até 80% da demanda estimada.

A grande inovação, no entanto, está na membrana japonesa que reveste parte da cobertura do Mané Garrincha. Ela é capaz de isolar o calor, o que melhora a sensação térmica dentro da arena, e possui propriedades autolimpantes. Por meio do processo de fotocatálise, a membrana libera moléculas que dissolvem a sujeira decorrente da poluição do ar. As moléculas dissolvidas podem, então, ser lavadas naturalmente pela chuva.

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Fonte: Allianz, por Marina Spirandelli

 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia da Terra 2013: Imagens incríveis do nosso Planeta


The Grosby Group
Cabras batalham nos alpes italianos