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domingo, 29 de julho de 2018
Em Harmonia com o Planeta
A sustentabilidade e os cuidados com o meio ambiente tem sido um tema bastante recorrente na atualidade. Questões que muitas vezes podem parecer uma preocupação de ordem governamental e mais distante de nós, quando na realidade se trata de uma responsabilidade comum, que deve envolver governantes e governados em um mesmo interesse: Viver em harmonia com o planeta.
Preservar os recursos naturais que o planeta oferece é um dever, porque diz respeito à vida na Terra e às gerações atuais e futuras. E este futuro a partir de uma percepção espiritual, ganha um conceito mais abrangente. Explica a Doutrina Espírita que podemos retornar para o mesmo planeta diversas vezes de acordo com as necessidades evolutivas de cada um, como esclarece a questão 172 de O Livro dos Espíritos: “Nossas diferentes existências corpóreas se passam todas na Terra?— Não, mas nos diferentes mundos. As deste globo não são as primeiras nem as últimas, mas as mais materiais e distanciadas da perfeição”. E complementa na questão seguinte: “Pode reviver muitas vezes num mesmo globo, se não estiver bastante adiantada para passar a um mundo superior.”
A partir do princípio da imortalidade, a visão sobre a relação com o planeta se amplia, sendo a Terra a grande morada evolutiva dos espíritos por diversas encarnações e como cidadãos desta Casa que acolhe e oferece oportunidades de crescimento, se estabelece uma relação de gratidão com o Planeta e consequentemente de colaboração.
Os simples gestos podem fazer a diferença, beneficiando diretamente a natureza. Neste caminho, a conscientização é o primeiro passo. Atitudes como procurar consumir menos materiais descartáveis, não imprimir arquivos sem necessidade, economizar água e luz no dia a dia, ensinar as crianças sobre a importância desses cuidados, procurar separar o lixo orgânico do reciclado, repensar as necessidades de compra, entre tantos outros hábitos, podem ajudar a preservar os recursos naturais, garantindo a nossa sobrevivência no planeta.
O mundo cada vez mais materialista movido pelo consumo excessivo nos convida o tempo todo a fazer parte deste ciclo, mas se desejamos um planeta melhor hoje e amanhã sem nos sentirmos escravizados ou oprimidos pelo sistema é tempo de repensar necessidades, procurando mudar atitudes de consumo, embora não seja tão simples, significa um caminho necessário para uma relação de equilíbrio com o planeta.
Fonte: Blog Mundo Maior
sábado, 25 de março de 2017
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
sábado, 10 de setembro de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
domingo, 14 de dezembro de 2014
COP20 encaminha acordo climático de 2015
Segundo a "Ação de Lima", todos os países terão que apresentar à ONU,
antes do dia 1º de outubro de 2015,
compromissos 'quantificáveis' de
redução de gases
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Da EFE
Lima - A Cúpula de Mudança Climática de Lima (COP20) decidiu neste
domingo que, pela primeira vez, todos os países terão que apresentar
ações para combater o aquecimento global, o que encaminha o futuro acordo de Paris 2015, embora com muitas frentes abertas.
Segundo o documento aprovado hoje, 'A chamada à Ação de Lima', todos os
países terão que apresentar à ONU, antes do dia 1º de outubro de 2015,
compromissos 'quantificáveis' de redução de gases do efeito estufa de
uma maneira 'clara, transparente e compreensível por todos'.
Esses compromissos devem ser 'ambiciosos' e 'justos de acordo com as
circunstâncias nacionais', e devem estar acompanhados de informação
detalhada das ações que o país vai desenvolver para que esse diminuição
de emissões seja cumprida.
O documento também 'convida' os países a incluir em seus compromissos
como vão contribuir para financiar a adaptação a secas, aumento do nível
do mar ou perda de colheitas acarretadas pela mudança climática; uma
fórmula linguística elegante para tranquilizar os países em
desenvolvimento que se negavam a assinar nada que não fizesse referência
à adaptação.
O outro grande avanço do acordo de Lima, alcançado na última hora de um
intenso dia de prorrogação das negociações, é que, após a apresentação
dos compromissos, a ONU analisará o impacto global dessas contribuições
nacionais para determinar se são suficientes para que a temperatura do
planeta não suba mais de dois graus no final de século, em relação a
níveis pré-industriais.
Após a aprovação do acordo, o comissário europeu de Energia e Clima, o
espanhol Miguel Arias Cañete, elogiou 'a flexibilidade' que mostraram os
cerca de 200 países reunidos em Lima para que estas negociações, que
estiveram bloqueadas até duas horas antes da conclusão, 'saíssem
adiante'.
Arias Cañete considerou que esta flexibilidade envia um sinal positivo
para avançar nos próximos 12 meses, e adotar um acordo global de luta
contra a mudança climática na próxima cúpula, que será realizada em
Paris, em dezembro de 2015.
A maioria dos líderes das delegações nacionais declara que 'A Chamada à
Ação de Lima' facilita 'uma estrutura de trabalho para continuar
trabalhando no acordo da França, como disse o enviado de Mudança
Climática do governo dos Estados Unidos, Todd Stern.
'Foram dias muito intensos, mas estamos satisfeitos por ter conseguido
alcançar um texto, que é o melhor neste momento', declarou à Agência Efe
o secretário de Estado do Meio Ambiente espanhol, Federico Ramos.
O texto contém muitas referências aos 'elementos' que deverá conter
esse futuro acordo de Paris, mas sem concretizá-los, já que nos 13 dias
que durou a reunião ficou claro que, em Lima, o consenso seria
impossível em torno desses temas.
Esse fato demonstra 'que ficam muitas frentes abertas e muito trabalho
pela frente no próximo ano', para que Paris seja um êxito, comentou
Teresa Ribera, diretora de um dos principais lobbies climáticos
europeus, o IDDRI.
Lima deixa aberta, por exemplo, a fórmula jurídica que terá o futuro
acordo, embora proponha três opções: 'protocolo', 'instrumento legal' ou
'resultado estipulado'.
E fala que deverá ser um pacto 'equilibrado e de equidade', que
contenha 'responsabilidades comuns, mas diferenciadas', mas não detalha
como se vai articular essa diferenciação.
O documento também sugere o desenvolvimento de um mecanismo
internacional para perdas e danos associados com os impactos da mudança
climática, e a implementação do financiamento à adaptação, mas não conta
como nem apresenta um roteiro para conseguir os US$ 100 bilhões
comprometidos pelos países nesta última matéria para 2020.
O acordo de Lima tampouco esclarece o que a ONU vai fazer se, ao
contabilizar os compromissos de redução apresentados pelos países,
perceber que são insuficientes para que a temperatura global não supere
esses dois graus, que poderiam transformar o planeta em um lugar
'inabitável', segundo os cientistas.
O presidente da cúpula, o ministro peruano Manuel Pulgar Vidal,
encerrou a reunião afirmando que o texto final de Lima 'dá esperança ao
mundo', mas, como reconheceu Christiana Figueres, a secretária da
Convenção de Mudança Climática da ONU, 'resta muito a fazer' para que o
acordo de 2015 seja efetivo para enfrentar este problema.
'Paris começa em três semanas', resumiu ao deixar a cúpula a ministra do Meio Ambiente de Cingapura, Vivian Balakrishnan. EFE
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Fonte: Exame.com
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Minhocas de estimação: recicle resíduos orgânicos em casa
As minhocas consomem e convertem matéria orgânica em adubo,
uma ótima
forma de reciclar os resíduos produzidos em casa.
(Foto: Reuters)
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Ter um minhocário doméstico é uma forma limpa e sustentável de diminuir a quantidade de lixo que você produz.
Uma das principais questões enfrentadas pelos grandes centros
urbanos é o que fazer com o lixo. De acordo com a prefeitura de São
Paulo, são produzidas na cidade diariamente 18 mil toneladas de
resíduos. Desse montante, 10 mil são de lixo domiciliar e, desses,
metade é lixo orgânico. A boa notícia é que há uma maneira simples,
limpa e barata de reciclar o lixo orgânico sem precisar sair de casa, e
assim contribuir para a sustentabilidade das cidades.
A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.
O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.
“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.
Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.
“Eu tenho minhocário em casa e amo”
“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.
O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.
Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.
Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.
Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.
Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.
O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.
“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.
Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.
“Eu tenho minhocário em casa e amo”
“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.
O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.
Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.
Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.
Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.
Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 25/setembro/2013, por Camila Hungria
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Construções Verdes
Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, recebeu uma estrutura
de placas fotovoltaicas em sua cobertura.
(Foto: Marcus Desimoni/Portal da Copa)
de placas fotovoltaicas em sua cobertura.
(Foto: Marcus Desimoni/Portal da Copa)
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Sustentabilidade: um legado positivo da Copa do Mundo no Brasil
Certificação LEED, recomendada pela FIFA, sugere a criação de
sistemas de abastecimento mais eficientes para os estádios do evento,
entre outras exigências.
Em 2014, governantes e empresas esperam que o Brasil tenha não só
mais futebol e turistas, mas também uma economia aquecida pelos altos
investimentos em infraestrutura que uma Copa do Mundo exige. Para
receber o evento, o país-sede deve respeitar uma série de demandas
ditadas pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), em sua maioria relacionadas às arenas do espetáculo.
O guia “Estádios de futebol: Exigências e recomendações técnicas”, editado pela Federação, chega à sua quinta edição bem mais detalhado e, pela primeira vez, com orientações relacionadas à sustentabilidade. Publicado após a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, o documento inclui recomendações do programa “Green Goal”, que tem como metas reduzir o consumo de água potável, evitar ou reduzir a emissão de resíduos, criar sistemas de abastecimento de energia mais eficientes e aumentar o uso do transporte público nos eventos promovidos pela FIFA.
A recomendação é que as edificações tenham o selo LEED (Leadership in Energy Efficient Design), sistema internacional de certificação e orientação ambiental desenvolvido pelo Green Building Council, nos Estados Unidos, e utilizado em 143 países. O guia da FIFA também aborda cuidados sobre a “compatibilidade ambiental do local do estádio” e as “relações com a comunidade” do entorno onde a obra ou reforma acontece.
Energia solar
O guia “Estádios de futebol: Exigências e recomendações técnicas”, editado pela Federação, chega à sua quinta edição bem mais detalhado e, pela primeira vez, com orientações relacionadas à sustentabilidade. Publicado após a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, o documento inclui recomendações do programa “Green Goal”, que tem como metas reduzir o consumo de água potável, evitar ou reduzir a emissão de resíduos, criar sistemas de abastecimento de energia mais eficientes e aumentar o uso do transporte público nos eventos promovidos pela FIFA.
A recomendação é que as edificações tenham o selo LEED (Leadership in Energy Efficient Design), sistema internacional de certificação e orientação ambiental desenvolvido pelo Green Building Council, nos Estados Unidos, e utilizado em 143 países. O guia da FIFA também aborda cuidados sobre a “compatibilidade ambiental do local do estádio” e as “relações com a comunidade” do entorno onde a obra ou reforma acontece.
Energia solar
Na categoria “Energia e atmosfera”, a certificação encoraja a eficiência energética por meio de estratégias simples como, por exemplo, simulações energéticas, medições e utilização de equipamentos e sistemas mais eficientes.
Entre as doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, algumas já saíram à frente em seus projetos de energia limpa. O estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte, recebeu uma estrutura de placas fotovoltaicas em sua cobertura.
A Usina Solar Fotovoltaica (USF) do Mineirão, entregue em 17 de maio deste ano, tem potência instalada de 1,42 MWp, com cerca de 6 mil módulos fotovoltaicos. Toda a energia produzida será lançada na rede e 10% devem retornar ao estádio. O projeto faz parte de uma ação maior da Cemig, que pretende implantar uma USF também no ginásio Mineirinho. “Outra edificação que poderá receber uma usina solar fotovoltaica é o Aeroporto Internacional de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte”, afirma o coordenador do Projeto Minas Solar 2014, Alexandre Heringer Lisboa.
A ideia de construir redes solares no entorno do estádio também está sendo implementada no Rio de Janeiro, com a construção do Polo Solar do Maracanã. Além da instalação de uma usina fotovoltaica no estádio do Maracanã, o projeto prevê estruturas também no Ginásio do Maracanãzinho, no Estádio de Atletismo Célio de Barros, no parque aquático Júlio de Lamare e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O objetivo é chegar a uma potência instalada de 5,2 MWp em todo o complexo.
A 19km do Recife, em São Lourenço da Mata, a Arena Pernambuco
contará com fornecimento de energia solar a partir de julho deste ano.
Com investimento de R$ 10 milhões, a Odebrecht Energia e o Grupo Neoenergia, holding que controla a Celpe,
estão implantando uma usina solar fotovoltaica com 1 MWp de potência
instalada, “o que equivale ao consumo médio de energia de 6 mil
brasileiros”, segundo a assessora de eficiência energética do grupo, Ana
Christina Romano Mascarenhas. “Estima-se que a usina solar, que faz
parte de um projeto de pesquisa e desenvolvimento regulado pela Aneel, chegue a suprir 20% do consumo do estádio”, afirma Ana Christina.
Os painéis solares fotovoltaicos, que estão sendo instalados em um terreno de 14,5 mil m² ao lado da arena, irão entregar a energia diretamente ao sistema elétrico do estádio e enviar o excedente à rede de distribuição. “Além do aproveitamento de uma fonte renovável, os sistemas de geração solar reduzem perdas por transmissão e distribuição, uma vez que a energia é consumida no local em que é produzida”, completa a assessora do Grupo.
Resíduos, água e cobertura sustentável
Os painéis solares fotovoltaicos, que estão sendo instalados em um terreno de 14,5 mil m² ao lado da arena, irão entregar a energia diretamente ao sistema elétrico do estádio e enviar o excedente à rede de distribuição. “Além do aproveitamento de uma fonte renovável, os sistemas de geração solar reduzem perdas por transmissão e distribuição, uma vez que a energia é consumida no local em que é produzida”, completa a assessora do Grupo.
Resíduos, água e cobertura sustentável
Outra medida de sustentabilidade explorada pelas cidades-sede foi o reaproveitamento dos resíduos gerados pelas reformas de estádios. No Mineirão, onde as obras foram iniciadas em janeiro de 2010, houve reaproveitamento de 90% dos entulhos. O concreto foi destinado à pavimentação de ruas e as cadeiras foram redirecionadas para ginásios e estádios mineiros. O gramado foi reutilizado em um projeto de inclusão social do governo.
Já a Arena Fonte Nova, em Salvador, reutilizou 100% do concreto e do aço do antigo estádio. Também instalou sistemas para o reaproveitamento da água da chuva.
Mas o campeão da sustentabilidade talvez seja o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, palco da abertura da Copa das Confederações neste ano. A arena pode ser a primeira no mundo a receber o selo Leed Platinum. Todo o material de demolição foi reaproveitado. As armaduras e os aços do antigo estádio foram destinadas a cooperativas de reciclagem e o concreto foi moído para compor os pisos do novo estádio. A água da chuva que cair sobre a cobertura será canalizada para reservatórios, filtrada e tratada. Poderá ser reutilizada nos vasos sanitários e na irrigação do campo, suprindo até 80% da demanda estimada.
A grande inovação, no entanto, está na membrana japonesa que reveste parte da cobertura do Mané Garrincha. Ela é capaz de isolar o calor, o que melhora a sensação térmica dentro da arena, e possui propriedades autolimpantes. Por meio do processo de fotocatálise, a membrana libera moléculas que dissolvem a sujeira decorrente da poluição do ar. As moléculas dissolvidas podem, então, ser lavadas naturalmente pela chuva.
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Fonte: Allianz, por Marina Spirandelli
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Dia da Terra 2013: Imagens incríveis do nosso Planeta
Cabras batalham nos alpes italianos
Este animal colorido é uma mariposa da espécie Dryocampa rubicunda,
que pode ser encontrada na América do Norte
O fotógrafo americano Octavio Aburto levou três
anos para conseguir fazer esta imagem,
na qual um cardume parece posar
para uma foto.
O mergulhador na imagem é David Castro, que trabalha no
Parque Nacional Cabo Pulmo, no México
Foto: The Grosby Group
Joel Satore registrou os olhos de diversos
animais para mostrar
a variedade de cores e formas. Nesta fotografia,
aparece um pinguim-macaroni
Brutus Ostling chamou a atenção desta gaivota com um pedaço de pão
e conseguiu fazer esse registro, na Noruega
se equilibram para transportar comida
Keren Su registrou em Iles de la Madeleine, no Canadá, este filhote de foca,
que parece fazer pose para a câmera
O fotógrafo amador Tyler Mode registrou essas
nuvens lenticulares
no Parque Nacional Mount Rainier, nos Estados
Unidos.
"As nuvens são causadas pelos fortes ventos e umidade das
camadas
mais altas que vêm da montanha", diz Mode
Um crocodilo-do-Nilo de 3 metros de comprimento
encara de frente
duas leoas que alimentavam seus filhotes com uma presa
recém abatida.
O enorme réptil se deu melhor e colocou as leoas para
correr
Esta foto foi feita durante uma expedição para mapear pela primeira vez
cavernas de gelo em uma região da Suíça
O russo Vadim Trunov fez uma série de registros que mostram como os insetos
e outros pequenos animais enfrentam a chuva
Jegen ainda registou o momento em que uma raposa
pega um ovo
no quintal de sua casa. O fotógrafo alemão montou uma
armadilha
que foi disparada quando o animal pegou o ovo
Cliff Russell tirava fotos de seu filho Nat, 14
anos, praticando bodyboard quando
um grupo de 20 golfinhos mostrou para
eles como é que se pega
uma onda, na Austrália
Javier Parrilla Perez flagrou um momento em que uma ave
exagerou na gula
e quase não conseguiu engolir a presa
A ilha da Geórgia do Sul, no Atlântico, é conhecida por receber
uma multidão de pinguins
Matt Prophet registrou na fronteira entre Botswana e a África do Sul o momento
em que um leopardo mostrou toda sua agilidade
Os registros foram feitos na geleira Gorner
Uma lagartixa se esconde em meio à vegetação
com sua camuflagem natural
O fotógrafo Horst Jegen precisou de uma câmera,
dois flashes, uma tenda camuflada
e horas de espera para registrar o
momento em que
uma mãe coruja chega ao ninho para alimentar os filhotes
Felix Tchvertkin teve sua câmera "roubada" por um
lêmure
no zoológico de Jerusalém e o primata aproveitou
para tirar um
"autorretrato"
Mergulhadores registraram na Austrália a luta entre uma foca e um polvo.
O mamífero se deu melhor na disputa
No Dia da Terra, selecionamos algumas das imagens
mais impressionantes
do nosso planeta. O guia turístico Roch Hart
registrou uma
tempestade elétrica em Albuquerque, no Estado americano do
Novo México.
A fotografia é resultado de uma exposição de 11 minutos
Este urso-polar precisou de um tratamento de
canal nos Estados Unidos após ser resgatado de um circo. Esta imagem dá
uma ideia do tamanho do animal.
O tratamento foi um sucesso
O társio é um dos menores primatas do planeta e pode ser encontrado na Ásia
Brian Bevan registrou esta espécie de lagarto que
consegue "andar na água".
Ele usou uma armadilha com laser que aciona a
câmera
quando o animal passa na frente
Mark Humpage, da cidade britânica de Leicester,
fez esta imagem de uma tempestade.
Ele caça tempestades, tornados,
auroras boreais e outros fenômenos para registrá-los
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Fonte: http://noticias.terra.com.br
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