quarta-feira, 13 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Quinto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)
7 principais conclusões do quinto relatório do
Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas - IPCC
Cada uma das últimas três décadas tem sido mais quente do que as décadas precedentes, desde 1850. A taxa de aumento do nível do mar tem sido maior do que qualquer taxa média dos últimos 2.000 anos. Quase todas as geleiras estão diminuindo e o gelo do mar Ártico e da cobertura de neve no Hemisfério Norte diminuíram.
2. Cientistas estão mais confiantes do que nunca de que os seres humanos são responsáveis pelo fenômeno.
Os cientistas estão agora com mais de 95% de certeza de que os seres humanos são a principal causa das mudanças climáticas, principalmente por meio da queima de combustíveis fósseis.
3. A continuidade do aumento do aquecimento é iminente e os registros de variações de curto prazo não refletem as tendências climáticas de longo prazo.
A variabilidade natural do sistema climático, devido ao efeito El Niño, erupções vulcânicas e outras influências, faz com que seja impossível determinar a tendência de aquecimento global do planeta por meio de medidas de curto prazo. No longo prazo, inevitavelmente, as emissões continuadas de gases de efeito estufa causarão o aumento das temperaturas.
4. O aquecimento da superfície pode significar um aumento provável de mais de 2°C até 2100, com relação aos anos anteriores a 1900.
O aquecimento será distribuído de forma desigual na superfície da Terra. Estes aumentos de temperatura podem significar ondas de calor extremo, secas e inundações devido às fortes chuvas.
5. O ritmo de derretimento do gelo terrestre está se acelerando no Ártico e na Antártida e o nível do mar poderia subir por mais de 1 metro até 2100.
Isso poderia afetar grandes cidades, de Nova York a Londres e Xangai.
6. Estimativas da temperatura e elevação do nível do mar do IPCC são conservadoras.
Centenas de cientistas e representantes de cerca de 200 países devem concordar com a redação contida nos relatórios do IPCC e, portanto, acabam sendo conservadores em suas estimativas.
7. Espera-se aumento de eventos extremos climáticos.
Os cientistas estão praticamente certos de que haverá mais dias quentes e menos dias frios, e que as estações sejam menos “marcadas” ao redor do mundo. É muito provável, também, que as ondas de calor serão mais frequentes e com maior prazo de duração. Países de latitudes médias e regiões tropicais úmidas serão mais propensos a eventos extremos de chuva, que serão mais intensos e mais frequentes em 2100.
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Fonte: EXAME.com - Pegada Sustentável
As duas versões do espantalho
Em setembro, a Chipotle, uma corporação de fast food que se
posiciona como uma rede de restaurantes de comida fresca e natural,
lançou um vídeo que virou viral e foi visto mais de sete milhões de
vezes.
Nele, o Espantalho, principal personagem, se impressiona com as práticas de produção de carne, olhando como, por exemplo, um robô injeta algo verde num frango o que o faz expandir como um balão. Há várias mensagens e apelos embutidos nesse vídeo (há também um jogo) e, em geral, ele foi muito bem aceito e considerado inovador. Porém surgiram várias críticas de que as mensagens que se relacionam as práticas da Chipotle dificilmente podem passar por uma auditoria, caso haja uma.
Logo após lançamento, a Funny or Die, site de videos engraçados, lançou a tal da versão honesta do Espantalho, substituindo apenas o texto da música que acompanha o vídeo. Assim, o mundo de “pura imaginação” virou um de “pura manipulação”, e a história do Espantalho virou uma “produção supercara” que serve “apenas para propaganda”.
Acho que é um belo exemplo de como tem que se pensar bem e de forma integrada antes de montar uma mensagem que trata dos assuntos relacionados à sustentabilidade, para não ser acusado em greenwashing. Abaixo estão as duas versões do Espantalho – a original e a “honesta”.
Nele, o Espantalho, principal personagem, se impressiona com as práticas de produção de carne, olhando como, por exemplo, um robô injeta algo verde num frango o que o faz expandir como um balão. Há várias mensagens e apelos embutidos nesse vídeo (há também um jogo) e, em geral, ele foi muito bem aceito e considerado inovador. Porém surgiram várias críticas de que as mensagens que se relacionam as práticas da Chipotle dificilmente podem passar por uma auditoria, caso haja uma.
Logo após lançamento, a Funny or Die, site de videos engraçados, lançou a tal da versão honesta do Espantalho, substituindo apenas o texto da música que acompanha o vídeo. Assim, o mundo de “pura imaginação” virou um de “pura manipulação”, e a história do Espantalho virou uma “produção supercara” que serve “apenas para propaganda”.
Acho que é um belo exemplo de como tem que se pensar bem e de forma integrada antes de montar uma mensagem que trata dos assuntos relacionados à sustentabilidade, para não ser acusado em greenwashing. Abaixo estão as duas versões do Espantalho – a original e a “honesta”.
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Fonte: Você S/A, por Natalia Pasishnyk, em 30/10/2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Terra 2100
Programa levado ao ar pela rede americana ABC, em 2 de junho de 2009.
Apresentado
pelo jornalista Bob Woodruff, o documentário explora a pior perspectiva
futura se o homem não agir contra os problemas atuais que ameaçam a
civilização, como a mudança climática, o crescimento populacional e o
mau uso dos recursos energéticos.
Os
fatos se desenvolvem paralelamente à vida da personagem fictícia,
“Lucy” (contada através do uso de imagens e animações), enquanto ela
relata como eles afetaram a sua vida.
O
programa inclui previsões da Terra nos anos de 2015, 2030, 2050, 2085 e
2100, feitas por cientistas, historiadores, antropólogos e economistas.
Segundo
o produtor Michael Bicks, “o programa foi criado para mostrar a pior
perspectiva para a civilização humana. Porém, não afirmamos que esses
fatos irão se concretizar — mas, se falharmos em resolver problemas como
a mudança climática, o esgotamento dos recursos e a super-população, é
provável que se concretizem”.
http://blip.tv/espiriton/terra-2100-5066759
Ótimo filme para todos.
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Fonte: CACEF - Casa de Caridade, Esperança e Fé.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Planeta Terra, nossa casa...
Um dos arquétipos mais palpitantes da psique humana é a Casa. Não
significa apenas o prédio de tijolos onde habitamos com nossa família, mas ela expressa a
nossa necessidade de aconchego, de proteção, de ternura, que sentimos no âmago
do ser. A
Casa simboliza o amor que nos liga profundamente aos familiares e aos amigos
queridos aos quais nos vinculamos pelos laços sagrados do coração.
Representa, também, segurança, conforto, tranquilidade e é também
um refúgio doce e terno que nos protege das intempéries, dos perigos, da solidão.
É o
ninho acolhedor, pleno de calor, no qual nos unimos às pessoas que amamos. A
Casa nos fornece orientação, equilíbrio e harmonia. Sabemos que no final
do dia um abrigo aconchegante nos abrirá seus braços e poderemos adormecer em
paz.
O planeta Terra é a nossa Casa. Ele nos hospeda com amor e nos oferece o
seu regaço de mãe. Como avezinha implume, chegamos um dia com frio, amedrontados, frágeis
e este Lar nos acolheu, oferecendo-nos proteção, alimento e as experiências necessárias
ao nosso crescimento físico, mental e espiritual.
Freqüentamos as diversas salas de estudo deste Planeta-Escola,
participamos de suas aulas, passando por provas, por desafios, que facultaram o
nosso amadurecimento psicológico, auxiliando-nos a passar de um nível de consciência
para outro mais alto, galgando, assim, paulatinamente, os degraus da grande
escada evolutiva. Desta forma, um dia chegaremos jubilosos à angelitude que é o destino
fulgurante que nos aguarda. Somos filhos da luz e devemos nos recordar dessa
meta grandiosa, durante a romagem terrena.
A querida mentora Joanna de Ângelis em seu magnífico livro “Após a
Tempestade”, através da mediunidade abençoada de Divaldo Franco, leciona, com propriedade,
que ecólogos
de todo o mundo preocupam-se com a poluição devastadora que resulta dos detritos
que são jogados nos oceanos, nos rios, nos lagos, nos terrenos baldios, bem como, também, os
ingredientes químicos das indústrias, como óleos e resíduos venenosos que são
atirados displicentemente, sem a mínima consideração com a destruição de nossa
própria Casa.
Os técnicos no assunto escrevem matérias profundas sobre a poluição
atmosférica, acerca das substâncias venenosas que são expelidas pelas fábricas,
pelos motores de explosão e sobre os inseticidas utilizados pela lavoura,
convidando-nos a uma séria tomada de consciência. Há a necessidade de
uma profunda educação ambiental para que as crianças, os jovens, como novos
habitantes do planeta possam se conscientizar de que é necessário preservar a
casa que recebemos de Deus para ser nossa morada, nossa escola, nosso canal de ascensão
para o Alto.
Desenvolvendo em nós o espírito de fraternidade, de solidariedade,
de gratidão, de humildade e, sobretudo, de amor ao Planeta que nos hospeda, inauguraremos de fato
uma nova era de paz e de felicidade para todos. Joanna de Ângelis adverte-nos acerca do grave
perigo da poluição mental, que envenena a alma, com grande repercussão, também, na
contaminação da natureza.
São, como nos orienta a Mentora, os choques das vibrações negativas,
das mentes em desalinho, procedentes das rudes batalhas do desamor, das ambições, do ódio,
do abuso do poder, da busca das glórias efêmeras, das competições malsãs,
estiolando as almas pela falta de compreensão, de entendimento, de
fraternidade. A poluição moral é a mais cruel e tenebrosa porta de acesso para
a poluição ambiental.
A mãe Terra nos hospeda, oferecendo-nos o seu seio amoroso. A Terra é
a nossa casa comum, apresentando problemas, riscos, conflitos, desajustes, que nos cabe
solucionar, utilizando as ferramentas do amor, da tolerância, do respeito, da
compreensão, da gratidão pela vida que estua nos painéis vivos da Natureza.
É maravilhoso pensar que temos a mesma origem como filhos e herdeiros
de Deus, membros da família universal, esta empolgante comunidade humana, sendo irmãos e irmãs
uns dos outros e que finalmente um dia, amadurecidos pelo amor genuíno, nos
daremos as mãos, entoando o cântico da sublime fraternidade.
Jesus, o Sublime Ecólogo, amou a Natureza, falando com ternura do
grão de mostarda, dos lírios do campo, dos pássaros, das ovelhas, dos peixes,
do trigo que produz o pão, da água viva que dessedenta para sempre. Abençoou a vida em
todos os seus estágios, cantando a sinfonia de amor do Seu Evangelho nas belas
praias da Galileia, nos montes verdejantes, envolvidos pelo sol ardente e
orando ao Pai na calma da noite, aspirando a brisa perfumada, contemplando as
estrelas luminíferas e a suavidade dos raios do luar.
E com o seu estilo fascinante a Benfeitora querida esclarece-nos que a
Terra sairá do caos que a absorve e voltarão o ar puro, a água cristalina, a
relva repousante, o trinar dos pássaros, o fulgor do sol e o faiscar das
estrelas em nome do Pai Criador e de Jesus, o Salvador Perene de todos nós.
Atendamos, pois, ao convite maternal e o sintonizemos com as energias
sublimes e revigorantes da vida em a Natureza, utilizando a linguagem do amor fraternal,
esparzindo, desta forma, o Reino de Deus onde quer que estejamos.
Compilado da Revista Presença Espírita
Texto de Maria Anita Rosas batista
Fonte: Harmonia Espiritual
domingo, 20 de outubro de 2013
13 fenômenos naturais espetaculares pouco conhecidos
Fonte da imagem:
Saint Seiya New World
As clássicas maravilhas da natureza são enormes, famosas e difíceis
de não perceber – cânions vastos, montanhas gigantescas, cataratas
descomunais e coisas do tipo. No entanto, muitos dos fenômenos naturais
mais fantásticos são, ao mesmo tempo, alguns dos menos perceptíveis,
seja por suas condições raras de surgimento ou por sua localização
remota.
Indo desde pedras que se movem sozinhas sem explicação plausível até
tornados de puro fogo e fumaça que são mais destrutivos do que os
incêndios que os originaram, listamos a seguir algumas das maravilhas
mais belas, inspiradoras e, por que não, aterrorizantes da natureza.
Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
1 - Rochas Deslizantes
As misteriosas pedras ambulantes do deserto de lama batida do Vale da
Morte, na Califórnia, são motivo de controvérsia científica há décadas.
Elas são rochas de tamanhos e formatos variados, algumas pesando
centenas de quilos, que chegam a se mover por quilômetros e mais
quilômetros sem algum motivo aparente, deixando um rastro atrás de si.
Alguns cientistas chegaram a propor que uma combinação de ventos
fortes e gelo na superfície pudesse ser responsável pelo fenômeno, mas
isso não explica os casos de pedras que começam lado a lado e se movem
em velocidades e direções distintas. Além disso, as contas dos físicos
também não batem, já que seriam necessários ventos de centenas de
quilômetros por hora para mover algumas das rochas.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
2 - Basalto Colunar
Quando um fluxo de lava espesso se resfria, ele acaba se contraindo
verticalmente, mas rachando em sentido perpendicular à direção em que
fluía. Esse fenômeno acontece com um grau de regularidade geométrica tão
grande que, na maioria dos casos, ele forma uma surpreendente grade de
projeções hexagonais que parecem até ter sido feitas por seres humanos.
Um dos exemplos mais famosos desse fenômeno é a Calçada dos Gigantes,
na costa da Irlanda (que você pode ver nas fotos abaixo). Porém, a
maior e mais reconhecida ocorrência talvez seja a Torre do Diabo, nos
estado norte-americano do Wyoming. O basalto também toma formas
distintas e igualmente fascinantes quando as erupções são expostas a
correntes de ar ou à água.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
3 - Buracos Azuis
Essas manchas escuras são quedas gigantescas e abruptas na elevação
subaquática que são perfeitamente visíveis da superfície quando olhamos
de cima e comparamos sua tonalidade com a dos arredores. Essas cavernas
podem ter centenas de pés de profundidade e algumas contêm fósseis que
foram encontrados nas suas profundezas, completamente preservados.
Com o equipamento apropriado, mergulhadores são capazes de explorar esses ambientes profundos, mas a baixa taxa de oxigênio devido à má circulação da água faz com que haja pouquíssima vida nesses lugares, deixando-os assombrosamente vazios.
Com o equipamento apropriado, mergulhadores são capazes de explorar esses ambientes profundos, mas a baixa taxa de oxigênio devido à má circulação da água faz com que haja pouquíssima vida nesses lugares, deixando-os assombrosamente vazios.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
4 - Marés Vermelhas
As marés vermelhas nada mais são do que influxos súbitos de enormes
quantidades de algas coloridas de célula única, que juntas acabam
deixando áreas inteiras de um oceano com uma coloração vermelho-sangue.
Embora algumas delas sejam relativamente inofensivas, outras são
portadoras de toxinas mortais que causam a morte de peixes, aves e
mamíferos marinhos.
Em alguns casos, até mesmos seres humanos já sofreram os efeitos
nocivos das marés vermelhas, mas não há nenhum caso conhecido de pessoas
que tenham morrido por conta do fenômeno. Embora possam ser altamente
nocivos em grandes conjuntos, os fitoplânctons que as constituem não são
perigosos em pequenas quantidades.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
5 - Círculos de Gelo
Enquanto muitos podem ver esses círculos aparentemente perfeitos de
gelo como motivo para teorias de conspiração, cientistas acreditam que
eles sejam formados quando pedaços flutuantes de gelo são rodados por
correntes circulares de água (conhecidas como eddies), formadas por
fluxos fortes de água que passam por objetos sólidos.
Como resultado dessa rotação, outros pequenos pedaços de gelo se
acumulam simetricamente nas beiradas do bloco até que ele se transforme
em um círculo quase perfeito. Já foram encontrados locais com círculos
de gelo com mais de 152 metros de diâmetro e até mesmo grupos dessas
formações, com tamanhos idênticos ou diferentes entre si.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
6 - Nuvens mammatus
Fazendo jus à sua aparência medonha, as nuvens mammatus costumam ser
mensageiras de tempestades ou outros abalos atmosféricos que estejam a
caminho. Compostas predominantemente por gelo, elas podem se estender
por centenas de quilômetros em todas as direções, com formações
individuais que aparentam ficar completamente paradas por entre 10 e 15
minutos.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
7 - Dolinas
Conhecidas em inglês como sinkholes, as dolinas são um
evento natural consideravelmente assustador. Com o passar do tempo,
fluxos subterrâneos de água causam erosão no solo abaixo da superfície
até que a terra acima ceda e desmorone para as profundezas, algumas
vezes de forma bastante abrupta.
Muitas vezes, esse fenômeno acontece de forma natural, mas existem
ocorrências causadas pela interferência humana, seja ao deslocar fluxos
de água ou pela ação de tubulação rompida. Dolinas urbanas de grande
profundidade já se formaram mundo afora, consumindo partes de quadras,
calçadas e até mesmo prédios inteiros.
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8 - Penitentes
Nomeadas em menção a monges do estado norte-americano do Novo México
que usavam capuzes extremamente pontudos, as penitentes são incríveis
lâminas de gelo de formação natural que crescem do chão em direção ao
sol. Mais comumente encontradas em altitudes elevadas, elas podem se
tornar mais altas que os seres humanos e tomar campos extensos, que
ficam repletos de pontas geladas.
Enquanto o gelo vai derretendo, pequenos desníveis iniciais são
formados entre partes distintas dos blocos gelados. Com o passar do
tempo, essas diferenças de altura modificam a ação do vento no degelo e
criam sombras que diminuem o efeito do sol, criando as pontas
acentuadas.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
9 - Nuvens lenticulares
Não, essas formações não são OVNIs - nem coberturas artificialmente criadas para camuflá-los. As nuvens lenticulares são fenômenos evitados por aviadores tradicionais, mas amados por pilotos de planadores. Elas são massas com uma forte corrente de ar ascendente que pode levar os aviõs sem motor a grandes alturas, normalmente formadas quando ventos rápidos são desviados para cima ao passarem or um grande objeto terrestre, como uma montanha.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
10 - Pilares de Luz
Essas colunas luminosas de aparência quase sólida se projetam pelo céu
quando a luz reflete em cristais de gelo por um ângulo preciso, seja
vinda do sol (como vemos nas duas primeiras figuras abaixo) ou de fontes
artificiais, como luminárias de ruas ou parques. Apesar de sua
aparência maciça, o efeito dos pilares de luz é inteiramente criado pelo
ponto de vista relativo dos observadores.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
11 - Lua laranja
Embora a maioria das pessoas já tenha presenciado esse fenômeno ao menos uma vez na vida, poucos sabem o que faz com que o satélite natural do nosso planeta ocasionalmente apareça com cores alaranjadas em regiões baixas do céu.
Quando a lua aparece mais próxima ao horizonte, os raios de luz solar que são refletidos nela são forçados a atravessar uma camada muito maior da nossa atmosfera até nos atingir, o que faz com que apenas as luzes de espectros entre o amarelo e o vermelho nos alcancem, o que inclui o laranja.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
12 - Parélios
A altura relativa no céu da nossa principal estrela faz com que os parélios apareçam mais próximos ou mais distantes do astro. Condições climáticas variáveis em outros planetas do Sistema Solar podem levar ao surgimento de auréolas com até quatro desses pontos a partir da perspectiva desses mundos. O fenômeno é discutido e avaliado desde tempos ancestrais, com registros escritos datando da época dos egípcios e gregos.
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
13 - Tornados de Fogo
Os tornados de fogo podem ser extremamente perigosos, muitas vezes avançando até grandes distâncias e causando destruição e morte em áreas que de outra forma não seriam tocadas pelas chamas. O fenômeno costuma ter cerca de 1,5 quilômetro de altura, gerar ventos de mais de 160 quilômetros por hora e dura 20 minutos ou mais.
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Fonte: WebEcoist
Extraído de megacurioso.com.br
O grito da floresta
Quando o machado se agita
A motosserra se inflama
A floresta em versos grita
Não maltrate quem te ama
A motosserra se inflama
A floresta em versos grita
Não maltrate quem te ama
A inspiração divina
Nos doou esse convênio
Eu importo gás carbônico
E exporto oxigênio
Agasalho os passarinhos
Que nos fazem tanto bem
As águas de nossos rios
Eu as protejo também
No verão forneço sombra
Na primavera fragrância
Por favor, não me devastem
Isso é falta de elegância
Se alguém corta uma árvore
Devia pensar primeiro
Um pouquinho de saúde
Não se compra com dinheiro
Pense nos seus netinhos
Naqueles que tanto amamos
Pense nos passarinhos
E no ar que respiramos
Os homens maus do passado
Para fazer uma cruz
Feriram a árvore primeiro
Para fazer o madeiro
Para depois ferir Jesus.
( Sebastião Zulmair Pires)
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Minhocas de estimação: recicle resíduos orgânicos em casa
As minhocas consomem e convertem matéria orgânica em adubo,
uma ótima
forma de reciclar os resíduos produzidos em casa.
(Foto: Reuters)
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Ter um minhocário doméstico é uma forma limpa e sustentável de diminuir a quantidade de lixo que você produz.
Uma das principais questões enfrentadas pelos grandes centros
urbanos é o que fazer com o lixo. De acordo com a prefeitura de São
Paulo, são produzidas na cidade diariamente 18 mil toneladas de
resíduos. Desse montante, 10 mil são de lixo domiciliar e, desses,
metade é lixo orgânico. A boa notícia é que há uma maneira simples,
limpa e barata de reciclar o lixo orgânico sem precisar sair de casa, e
assim contribuir para a sustentabilidade das cidades.
A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.
O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.
“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.
Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.
“Eu tenho minhocário em casa e amo”
“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.
O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.
Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.
Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.
Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.
Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.
O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.
“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.
Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.
“Eu tenho minhocário em casa e amo”
“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.
O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.
Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.
Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.
Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.
Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 25/setembro/2013, por Camila Hungria
Centros urbanos e galerias: feitos uns para os outros
Uma das galerias mais frequentadas em São Paulo
é a do Edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer.
(Foto: Rodgrio Soldo)
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Em 2012, foi aprovado um projeto de revitalização para o centro da
cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, prevendo a cobertura de um
trecho de 200 m da via, a reforma do calçadão e a revitalização de uma
galeria, que será interligada à estação ferroviária. O projeto tem como
objetivo, além de reestruturar o centro da cidade, garantir sombreamento
em toda a extensão da via, que sofre com altas temperaturas. Com as
vias protegidas do forte calor e da chuva, o comércio da região ganhará
força, uma vez que o trânsito de pedestres no local será favorecido.
“Trata-se de uma recuperação das antigas arcadas, arcos que formam as galerias, que até hoje existem em cidades como Verona, na Itália. Com as arcadas, os pedestres estão protegidos da chuva e do sol forte. Portanto, caminhar pelas ruas se torna uma atividade muito mais gentil”, explica Ciro Pirondi, arquiteto e urbanista e diretor da Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
O projeto de Nilópolis é um exemplo de como o tipo de construção de uma cidade pode transformar as relações humanas daquele lugar. Nesse contexto, as galerias de serviço, espaços térreos, abertos, são um caminho viável e adequado para levar mais qualidade de vida e mobilidade aos moradores de grandes centros urbanos. “Muito mais do que espaços turísticos, essas galerias são grandes centros públicos que reúnem serviços e lojas e interligam ruas, tornando as regiões onde estão localizadas conectadas e mais fáceis de se transitar a pé”, explica o urbanista.
Além do conforto e da segurança para o pedestre, as galerias são verdadeiros atalhos que ligam ruas da cidade, facilitando a circulação e aumentando a mobilidade urbana. Nesse sentido, pode-se colocar como exemplo, no Rio de Janeiro, as galerias Menescal e Duvivier, construídas na década de 40, e até hoje importantes centros de compras, que ligam a Avenida Nossa Senhora de Copacabana à Rua Barata Ribeiro, duas importantes vias do centro carioca.
A possibilidade de mesclar espaços residenciais nos andares superiores com comerciais, nos inferiores, também é uma vantagem fundamental desse tipo de construção. Em São Paulo, uma das mais frequentadas é a galeria do Edifício Copan, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O edifício tem 35 andares e 1.160 apartamentos. Seu andar térreo é aberto a todos os pedestres. Lá se encontram estabelecimentos comerciais, como cabelereiros, cafés, restaurantes, e até uma igreja. “Para se ter uma ideia, passam pela galeria do andar térreo do Edifício Copan em média 9 mil pessoas por dia”, aponta Pirondi.
“Trata-se de uma recuperação das antigas arcadas, arcos que formam as galerias, que até hoje existem em cidades como Verona, na Itália. Com as arcadas, os pedestres estão protegidos da chuva e do sol forte. Portanto, caminhar pelas ruas se torna uma atividade muito mais gentil”, explica Ciro Pirondi, arquiteto e urbanista e diretor da Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
O projeto de Nilópolis é um exemplo de como o tipo de construção de uma cidade pode transformar as relações humanas daquele lugar. Nesse contexto, as galerias de serviço, espaços térreos, abertos, são um caminho viável e adequado para levar mais qualidade de vida e mobilidade aos moradores de grandes centros urbanos. “Muito mais do que espaços turísticos, essas galerias são grandes centros públicos que reúnem serviços e lojas e interligam ruas, tornando as regiões onde estão localizadas conectadas e mais fáceis de se transitar a pé”, explica o urbanista.
Além do conforto e da segurança para o pedestre, as galerias são verdadeiros atalhos que ligam ruas da cidade, facilitando a circulação e aumentando a mobilidade urbana. Nesse sentido, pode-se colocar como exemplo, no Rio de Janeiro, as galerias Menescal e Duvivier, construídas na década de 40, e até hoje importantes centros de compras, que ligam a Avenida Nossa Senhora de Copacabana à Rua Barata Ribeiro, duas importantes vias do centro carioca.
A possibilidade de mesclar espaços residenciais nos andares superiores com comerciais, nos inferiores, também é uma vantagem fundamental desse tipo de construção. Em São Paulo, uma das mais frequentadas é a galeria do Edifício Copan, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O edifício tem 35 andares e 1.160 apartamentos. Seu andar térreo é aberto a todos os pedestres. Lá se encontram estabelecimentos comerciais, como cabelereiros, cafés, restaurantes, e até uma igreja. “Para se ter uma ideia, passam pela galeria do andar térreo do Edifício Copan em média 9 mil pessoas por dia”, aponta Pirondi.
Galerias em cidades turísticas: centrais, elegantes e muito frequentadas
A partir do século 17, com o impulso dado pela revolução industrial e o
advento do uso de concreto armado e metal, foram construídas na Europa
as primeiras galerias de serviço. A cidade de Milão, por exemplo, tem
entre seus principais pontos turísticos uma galeria. Quem visita a
cidade invariavelmente passa por um dos marcos arquitetônicos da Belle
Époque, a Galleria Vittorio Emanuele II, localizada em um dos pontos
mais importantes e centrais da cidade, construída entre 1865 e 1877. É
também nessa galeria que estão os restaurantes, os cafés e as grifes
mais elegantes, como Gucci, Louis Vuitton e Prada.
O mesmo exemplo pode ser observado em Buenos Aires, onde um dos principais pontos turísticos também é uma galeria, que reúne mais de 100 lojas e diversos serviços, as Galerías Pacífico. Lá também estão disponíveis acesso à internet, fax, berçário e até uma lavanderia.
O mesmo exemplo pode ser observado em Buenos Aires, onde um dos principais pontos turísticos também é uma galeria, que reúne mais de 100 lojas e diversos serviços, as Galerías Pacífico. Lá também estão disponíveis acesso à internet, fax, berçário e até uma lavanderia.
Galerias x shoppings
A ideia de integrar a cidade em suas múltiplas facetas e necessidades
por meio de construções mais inteligentes e funcionais não é nova, mas
parece ter sido esquecida em muitos lugares, dando lugar a outros
formatos. “As cidades foram sofrendo um processo de desgaste, com formas
exploratórias do seu espaço”, diz o professor.
O que conhecemos como shopping centers são um exemplo desta outra forma de ocupação. Enquanto as galerias são um local de passagem público, aberto, os shoppings têm em seu DNA características opostas. São espaços privados, que têm como finalidade estar naquele lugar, e ser autossuficientes.
“A essência da construção de uma cidade está no convívio, e as galerias abrangem essa dimensão. Possibilitam morar, trabalhar, ter lazer, almoçar e desempenhar uma série de atividades cotidianas em um mesmo lugar. Na minha visão, o futuro das cidades será norteado por uma questão de mobilidade e convívio, e não por espaços fechados e restritos”, finaliza o arquiteto.
O que conhecemos como shopping centers são um exemplo desta outra forma de ocupação. Enquanto as galerias são um local de passagem público, aberto, os shoppings têm em seu DNA características opostas. São espaços privados, que têm como finalidade estar naquele lugar, e ser autossuficientes.
“A essência da construção de uma cidade está no convívio, e as galerias abrangem essa dimensão. Possibilitam morar, trabalhar, ter lazer, almoçar e desempenhar uma série de atividades cotidianas em um mesmo lugar. Na minha visão, o futuro das cidades será norteado por uma questão de mobilidade e convívio, e não por espaços fechados e restritos”, finaliza o arquiteto.
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 04/setembro/2013, por Camila Hungria.
domingo, 29 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
As Casas em Harmonia com o Meio Ambiente
As casas ecológicas são criadas levando em consideração todos os
fatores para que elas sejam autossuficientes ou o mais próximo possível
disso. Este tipo de construção é uma tendência atual nos países mais
avançados por ser uma opção moderna e ecologicamente correta.
Casas desse tipo geram, por meio de fontes naturais, maior parte da
energia elétrica que consomem, e a água usada é, em boa parte,
proveniente da chuva. Ou seja, não há excessos nem desperdícios, de modo
que o local tenha o menor impacto possível sobre os recursos do meio
ambiente. Este conceito é posto em prática sem desconsiderar as
condições necessárias para uma habitação confortável e aconchegante,
oferecendo os mesmos requisitos buscados em uma moradia convencional.
Construção
Para a construção, são usados materiais naturais e não tóxicos, como
pedra, argila e a madeira, que, além de ser um recurso renovável, é
transformada na indústria por um processo que consome pouca energia. A
casa é equipada geralmente com filtro e cisterna para a água das chuvas,
além de painéis solares para obtenção de água quente e energia
elétrica.
É importante que todo o processo para erguer a casa siga o conceito
de desenvolvimento sustentável, com passos obrigatórios, como usar
madeira de origem legal comprovada, evitando assim o desmatamento. A
construção precisa ainda gerar o mínimo de resíduos e garantir que estes
possam ser posteriormente reciclados.
Habitação residencial
Para habitação residencial, muitas empresas estão se especializando
em criar casas pré-fabricadas que conciliem todos os aspectos
apresentados, porém sua existência é maior nos Estados Unidos e em
países desenvolvidos da Europa. Os modelos oferecem habitações
semelhantes aos lares convencionais e buscam aproveitar os elementos
predominantes em cara região, como vento, sol ou chuva.
Utilização comercial
Para utilização comercial, no entanto, é possível ver por todo o
mundo o aumento de edifícios com os mesmos conceitos da casa ecológica.
Com eles, empresas têm a oportunidade de, ao mesmo tempo, diminuir
significativamente o dinheiro gasto com energia elétrica, adequar-se a
novas regulamentações ambientais e ainda melhoram a imagem da companhia
frente ao público.
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Fonte: Atitudes Sustentáveis
Reciclagem de bandeja de isopor
O isopor é um dos materiais recicláveis que está entre as novidades no
artesanato. Como muitos alimentos são vendidos acondicionados em
bandejas de isopor, assim como refeições prontas para entrega, esse
material é acumulado com facilidade e descartá-lo pode se tornar um
transtorno por conta de sua difícil compactação. Por isso, muitos
artesãos aproveitam o isopor para fazer bandejas decoradas e outros
presentes com baixo custo e qualidade.
Materiais simples garantem belos acessórios
Para fazer um artigo artesanal com essas bandejas são necessários: pincel chato, (use um rolinho caso a bandeja seja muito grande), pincel redondo, tinta acrílica, resina incolor, estêncil (desenho vazado no papel cartão) ou gravuras para colagens.Como fazer uma bandeja decorada
Pinte o fundo da bandeja de isopor com o pincel chato, sendo a primeira demão na vertical e a segunda na horizontal para corrigir imperfeições. Para dar contraste, pinte a lateral da bandeja com uma cor diferente. Vale utilizar o cabo do pincel para fazer desenhos e outros detalhes.Com a tinta da base completamente seca, coloque o papel estêncil sobre o fundo da bandeja e preencha o desenho com o pincel grosso como se estivesse esfumaçando. Se preferir, utilize gravuras ou ilustrações de revistas para fazer colagens junto com a pintura.
Aguarde a tinta secar e, logo após, passe uma camada de resina incolor para impermeabilizar a superfície e permitir o apoio de copos úmidos sem manchar a pintura. Nas bandejas mais fundas podem ser feitos cortes retangulares nas laterais para formar os cabos e encaixar os dedos.
O isopor também é usado para fazer quadros e as tampas redondas das
embalagens de refeições para viagem se transformam em relógios de
parede, basta fazer o mesmo processo da bandeja e instalar a máquina e
os ponteiros.
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Fonte: Atitudes Sustentáveis
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