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domingo, 28 de abril de 2013

Alberobello - A cidade dos Trullis

Foto: fineartamerica.com 



Alberobello é uma pequena e bela cidade Italiana, situada na região da Puglia 
na província de Bari. 



Foto: Flickr_Verity Cridland 


É conhecida pelas suas caracteristicas casas de pedra, os trulli, 
construções com telhado cônico. 
Faz parte do Património Mundial da Humanidade da UNESCO desde 1996.


 Foto: www.pippins.me.uk 


Foto: www.italysouthtours.com  


Surgiu na segunda metade do XVI quando alguns agricultores foram autorizados pela família feudal dos Acquaviva, o Conde de Conversano, a construir as próprias casas. 
Foi utilizada uma técnica de construção pré-histórica, trazida pelos povos vindos do Oriente Médio, com um esquema de planta circular e sem utilização de cimento.


Foto: Panoramio_Eva L 

Em 27 de Maio de 1797 o rei de Napóles, Ferdinand IV declarou Alberobello cidade real.


A habitações são feitas de pedras sobrepostas. As paredes dos trullis são caiadas em intervalos regulares, o que dá o efeito de arredondamento dos contornos das pedras, formando uma superfície brilhante homogénea. 



Foto: Wikipedia 


 Foto: Wikipedia 


 Foto: www.initalytoday.com 


Os telhados não são pintados e têm muitas vezes símbolos mitológicos ou religiosos 
em cinza branca. 



O interior dos Trullis é geralmente sem divisórias, sendo unidos uns aos outros 
caso fosse necessário torná-los mais amplos. Normalmente possuem apenas 
uma porta e uma pequena janela como aberturas. 
Dessa forma as pequenas habitações possuem um excelente isolamento térmico, 
tanto no inverno quanto no verão. 



Foto: www.italy-trip.org 


 Foto: Wikipedia_Racchets 


O trullo mais alto, o Trullo Sovrano, foi construído por volta de 1700 pela família Perta, 
tendo sido declarado Monumento Nacional em 1930. 
Atualmente é utilizado como museu, lugar de encontros culturais ou/e eventos musicais. 

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Os moinhos de Água de França

Foto: Email recebido
Moulin des Cressonnières (Hotel)- Veules Les Roses - Seine Maritime - Haute-Normandie

Vamos viajar pela França e conhecer alguns dos seus lindos moinhos de água...

 

 
Foto: abcsalles.com 
 Le Moulin de Fourges (Restaurante) - Fourges


 Foto: Email recebido
Moulin de Versailles Hameau de Marie Antoinette - Castelo de Versailles
 


Foto:lesmoulindunord.canalblog.com 
Moulin de Grand-Fayt Nord - Nord-Pas-de-Calais


 Foto: lesmoulindunord.canalblog.com 
Moulin de Saint-Venant - Saint-Venant - Pas-De-Calais


  Foto: lesmoulindunord.canalblog.com 
Moulin des Invalaides - Aire sur la Lys - Nord-Pas-De-Calais


  Foto: nibelle.blogspot.com
Moulin des Béchets - Loiret - Olivet


 Foto: Wikipedia_MontdErve
Moulin de Thévalles - Chemeré le Roi


Foto:Email Recebido 
Moulin de Corp - Vallée de la Dourbie - Languedoc-Roussillon


 Foto: Wikipedia_PA
 Moulin de Gajac - Saint-Médard-en-Jalles
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Fonte: Divagar sobre tudo um pouco
 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O maior toboágua do mundo fica no Brasil



Se você gosta de uma aventura ou se considera radical, dê um pulinho no parque aquático Beach Park, em Fortaleza, no Ceará, e confira o Insano, o maior toboágua do mundo.
 
O escorregador tem nada menos que 41 metros de altura, o equivalente a um prédio de 14 andares. Está listado no Livro de Recordes Mundiais do Guinness como o mais veloz do mundo, atingindo cerca de 105 quilômetros por hora.

Ou seja, uma queda bastante íngreme. Embora as pessoas tenham que subir 41 metros, em função da sua altura e inclinação, o toboágua proporciona uma descida extremamente rápida de apenas cinco segundos.

Por essas características, segundo o website do Beach Park, “o Insano é considerado o mais radical dos equipamentos do gênero no planeta”. 

Nome apropriado

O brinquedo é realmente Insano, tanto que existem regras e advertências para utilizá-lo. Por razões de segurança, o escorregador só permite viagens em uma única posição: de costa no tobogã, com os braços e as pernas cruzadas. 



Portadores de necessidades especiais, gestantes e crianças abaixo de 1,40 m não podem descer no equipamento. Pessoas obesas com problema de coluna ou osteoporose devem ser cautelosas e precisam ser advertidas sobre o uso do equipamento.

A brasileira Martha Carolina, que trabalha no parque, comenta que é engraçado ver os turistas entrarem em pânico na atração. “Às vezes, eles realmente começam a chorar. Normalmente são europeus – alemães, russos e franceses”, disse.

Tem a coragem necessária e pode descer no escorregador aquático? Ainda assim, certifique-se de que está preparado para aguentar tamanha emoção antes de tomar sua decisão. O arrependimento é uma reação bastante comum.


Experiência insana

“O Insano faz jus a seu nome. Acho que qualquer um que sobe 14 andares de escada e se joga lá de cima usando roupa de banho não tem todos os parafusos na cabeça”, brinca Marcelo Ribeiro, empresário brasileiro que já cometeu a loucura de descer do brinquedo. 

Marcelo conta que a experiência é bastante dramática. Durante a subida, o corajoso que está tentando descer 41 metros em um toboágua tem que ouvir um áudio tétrico, que soa como uma trilha sonora de filme de terror. 

Sempre há fila para chegar ao topo do Insano (existem loucos para tudo). No momento de saltar, se você mudar de ideia, será vaiado até que tenha descido todos os degraus de volta. As crianças pequenas que chegam lá em cima e são proibidas de descer por não terem a altura mínima são aplaudidas pela bravura enquanto são obrigadas a retornar ao chão. Tudo isso, junto com o vento forte do Nordeste no rosto e a música medonha, gera uma grande expectativa no próximo “pulador”.

“Chegou a minha vez de pular. Depois das rápidas instruções, o jeito era escolher a humilhação pública ou superar o medo de morrer. Escolhi saltar. Por alguns breves segundos, que parecem mais longos que a idade do universo, eu me arrependi amargamente. Você não sente que está escorregando, mas sim que está em queda livre. Há um ponto em que todo seu corpo descola da superfície do toboágua”, explica Marcelo. 

O aventureiro pode jurar que todo o filme de sua vida passou em frente a seus olhos. E, se algo lhe acontecesse, o seguro de vida nem pagaria nada à sua esposa, já que possivelmente classificaria aquela atividade como “esporte radical”, do qual era proibido de realizar pela apólice. 

No entanto, Marcelo sobreviveu, e alguns segundos depois sentiu o grande impacto de várias forças G lhe deslizando contra a água, que segundo ele parecia mais densa do que areia ao bater em seu pé (é obrigatório cair com os pés primeiro). 

A descida é tão brusca que o calção dos homens chega a virar um fio dental. O top do biquíni das moças, então, nem se fala: geralmente vão parar no pescoço. 

Longe de “diversão”, o Insano está mais para desafio. Se ainda assim você tiver a coragem de ir, será recompensado pela atitude quando alcançar terra firme. Muita gente aplaude e grita a conquista dos puladores, principalmente os marmanjos quando alguma mulher chega lá embaixo fazendo topless involuntário.

Mas a pergunta que fica é: no fim das contas, vale a pena? “Eu gostei, achei divertido. Mas não voltaria a cair nele. Prefiro viver”, responde o empresário.


Beach Park
Localizado em Porto das Dunas, a 16 quilômetros de Fortaleza, o Beach Park nasceu em 1985 como um badalado restaurante na beira da praia. Em 1989, inaugurou seu parque aquático, o primeiro da América Latina.

Em 1996, o complexo ganhou um hotel com a bandeira Caesar Tower, e em 1998 passa a ser Beach Park Suites Resort, com 175 suítes. Em 2008, foi inaugurado o segundo resort do complexo, o Beach Park Acqua Resort. Também localizado à beira-mar, o Acqua Resort possui o Acqua Link, um rio artificial que leva os hóspedes direto para o parque aquático por meio de uma boia.

Ganhador de vários prêmios e cheio de atrações, é um dos parques temáticos mais recomendados do Brasil. Acesse o website do Beach Park para mais informações sobre o parque ou sobre suas atrações, como o Insano.[DailyMail]




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Fonte: Hypescience

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Férias transformadas em experiências da vida real


A Pousada Uacari, em Mamirauá, é um exemplo de gestão participativa. 
O processo de tomada de decisões envolve a associação local 
de prestadores de serviços  e os lucros são compartilhados 
com as comunidades próximas. (Foto: Divulgação/Aoka)
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O Turismo de Base Comunitária traz em sua essência o desenvolvimento sustentável e aproxima, de forma autêntica, diferentes povos e culturas.
Para muitos viajantes, o momento das férias agora vai além de visitas a pontos turísticos. Alguns falam de expansão da consciência, outros classificam como experiências de vida. O fato é que as rotas de Turismo Comunitário vêm se multiplicando pelo Brasil. Também chamado de Turismo de Base Comunitária ou Solidário, o segmento tem como objetivo trazer benefícios para todos: agrada turistas ao proporcionar o contato com mundos diferentes dos seus e pode permitir o crescimento ordenado de comunidades.

Mas há que se tomar cuidado. Qualquer atividade turística traz
impactos, mesmo que mínimos. Um riacho ou uma cachoeira visitados por uma excursão, por exemplo. Os banhistas acabam deixando ali resíduos estranhos à natureza, como protetores solar, cremes para cabelo, bronzeadores. Isso sem considerar o lixo que algumas pessoas às vezes deixam para trás. Outro movimento comum de se ver é uma enxurrada de demandas turísticas em pequenas cidades sem infraestrutura para receber tantas pessoas. Um fluxo turístico maior do que a capacidade de atendimento do destino.

Entre outros possíveis impactos negativos, levantados pelo
Ministério do Turismo, estão a desestruturação da cultura local, a elevação dos índices de evasão de renda, a especulação imobiliária e a exclusão territorial de residentes.

O Turismo de Base Comunitária quer ser diferente e se mostra como uma alternativa viável à exploração que leva ao esgotamento. Promove a interação entre comunidade e turista de forma sustentável, com ganhos para a população local, e fomenta práticas de economia solidária na cadeia produtiva do turismo.


A experiência turística única e autêntica é oferecida para o visitante a partir da sua participação na vida comunitária local, por meio da valorização das diferenças culturais, por meio de parcerias e do protagonismo das comunidades na gestão da atividade turística.


Jornadas de aprendizagem

No município de Tefé, Estado do Amazonas, oito comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá se beneficiam da atividade turística de várias formas, sendo o Turismo de Base Comunitária uma atividade complementar às tradicionalmente desenvolvidas.

Uma das empresas que opera o destino é a
Aoka, que vende experiências e jornadas conscientes para viajantes que buscam algo mais. Com o acompanhamento de especialistas, as viagens promovem conversas significativas entre diferentes grupos e transparência nas relações com as comunidades. Os jovens idealizadores da empresa querem inspirar inovação e transformação pessoal e, para isso, desenvolveram o que chamam de programas de aprendizagem experiencial. A empresa também criou o Fundo Aoka, para financiar projetos sociais nas comunidades, mantido com parte do lucro das viagens e doações voluntárias.

Em Mamirauá, os clientes da Aoka e visitantes em geral se hospedam na
Pousada Uacari, localizada na confluência dos Rios Solimões e Japurá. Aberto em 2001, o empreendimento é exemplo de como uma comunidade pode se organizar bem. A gestão e o processo de tomada de decisões são participativos e ocorrem por meio da associação local de prestadores de serviços em ecoturismo, que também atua na fiscalização da reserva. Os excedentes gerados pelas atividades turísticas são repartidos de forma igualitária entre as comunidades próximas.

Desenvolvimento local

Outra comunidade que aceitou a entrada do turismo e decidiu ser protagonista da inevitável transformação do local foi a da Prainha do Canto Verde, no Ceará, uma microrregião de 749 hectares com praia de aproximadamente 5 km de extensão e cerca de mil habitantes.
Lá, o projeto Turismo Socialmente Responsável começou em 1993 e hoje é referência. Pela pesquisa inicial feita com os moradores, era muito claro que eles desejavam um turismo em que fossem articuladores, empreendedores e organizadores. E imaginavam que a renda e o lucro devessem ficar na comunidade, para melhorar a qualidade de vida da população.

Os resultados colhidos originaram uma proposta de Turismo Comunitário, que levou à formação de uma cooperativa e à definição de um modelo de gestão local. Ficou estabelecido que, ao final de cada gestão anual, 20% do saldo das operações ligadas ao turismo seria repassado para a comunidade, que decide quais são os investimentos prioritários. A outra parcela seria destinada ao Fundo de Reserva, utilizado para investimento em melhorias necessárias ao turismo e também para a realização de pequenos empréstimos para alavancagem de empreendimentos e abertura de novos negócios.

“O turismo depende da conservação dos destinos visitados e, por isso, temos a obrigação de trabalhar seriamente para minimizar os impactos causados pelas viagens e criar mecanismos que possam integrar as comunidades visitadas, produzir mais conhecimento e promover o desenvolvimento regional”, defende Ana Carina Homa, diretora socioambiental da Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo. A organização desenvolveu um Guia de Boas Práticas, dentro das ações do Programa Braztoa de Sustentabilidade, que já recebeu a adesão de 22 empresas associadas.

O guia não cita explicitamente o Turismo de Base Comunitária, mas indica a necessidade de “utilizar passeios e tours sustentáveis que desenvolvam a comunidade local e encoraje a população a ser autossuficiente”. Para Ana, o Turismo de Base Comunitária – assim como o Turismo Rural e todos os demais tipos de turismo que incentivem a profissionalização da população local, para que ela possa ter subsídios suficientes para desenvolver-se economicamente – deve ser incentivado. “Porém, somente com o apoio de entidades governamentais, da sociedade, do terceiro setor e de empresas ligadas ao Turismo poderemos obter bons resultados em médio e longo prazos”, completa.

Articulação regional
Esse também é o posicionamento do Ministério do Turismo, que vem apoiando diversas ações de desenvolvimento e pesquisa sobre o Turismo de Base Comunitária no âmbito do Programa de Turismo de Base Local, que teve início em 2008 e investimento de cerca de R$ 10 milhões.

“Neste ano de 2012, novas ações voltadas ao Turismo de Base Comunitária serão apoiadas em parceria com instituições públicas e também com organismos internacionais representados pela JICA, pela ABC e pelo Caricom, com o intuito de proporcionar a troca de experiência de políticas públicas desenvolvidas no Brasil e países do Caribe”, afirma Leopoldo Alves Júnior, diretor do Departamento de Qualificação e Certificação de Produção Associada ao Turismo do MTur.

Muitos desafios ainda têm de ser enfrentados no segmento. Talvez o maior deles seja a sensibilização e a articulação das comunidades anfitriãs, do mercado e das instituições não governamentais, para concretizar e consolidar as atividades do Turismo Comunitário. Ainda é difícil criar alternativas de geração de renda que possam ser desenvolvidas no território com o conhecimento e o saber locais. E garantir a oferta de produtos e serviços de qualidade, sem alterar de forma significativa o modo de vida das comunidades.
 
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Fonte: http://sustentabilidade.allianz.com.br