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domingo, 16 de março de 2014

2013 foi considerado o ano mais quente desde 1850


Segundo a OMM, o Brasil será um dos países mais afetados 
pelo aquecimento global. (Foto: Rodrigo Soldo)
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Organização Meteorológica Mundial considera 2013 um dos dez anos mais quentes desde 1850, quando começaram as medições.

Definitivamente 2013 foi um ano quente e cheio de episódios climáticos extremos. A Organização Meteorológica Mundial afirmou recentemente em um de seus relatórios que a temperatura global na superfície da terra e do oceano teve uma média de 0,48 graus Celsius acima da registrada entre 1961 e 1990. Segundo a OMM, o ano foi considerado o sétimo mais quente desde 1850, quando foram iniciadas as medições.

De acordo com o relatório, a tendência para um futuro mais quente é inevitável, graças ao acúmulo de gases do efeito estufa, resultado da ação humana na atmosfera, que pode agravar a situação do clima nos próximos anos.

Apesar de não estarem diretamente atribuídos aos efeitos das mudanças climáticas, alguns episódios climáticos como o tufão Haiyan, nas Filipinas, podem ter sido agravados pelo aumento do nível do mar, que subiu 20 centímetros nos últimos 100 anos. De acordo com o relatório, níveis do mar mais elevados já estão tornando populações costeiras mais vulneráveis a surtos de tempestades.

Outros episódios também chamaram a atenção dos ambientalistas em todo o mundo, como as ondas de calor que atingiram a Austrália (em alguns locais do país, os termômetros registraram 49,6º C) e o Japão, que registrou o verão mais quente da história. Até o início de novembro de 2013, já haviam sido registrados 86 ciclones tropicais, de tufões a furacões no Atlântico, número próximo da média entre 1981 e 2010 de 89 tempestades, informou a OMM.

Por aqui, as atenções se voltaram para a região Nordeste, que sofreu a pior seca em 50 anos no início de 2013. O texto afirma ainda que o Planalto brasileiro registrou seu maior déficit de chuvas desde que as medições começaram, em 1979. O Brasil será um dos países mais afetados pelo aquecimento global. Até o fim do século, a temperatura pode aumentar até 6 graus Celsius - um a mais do que no resto do mundo. O período de seca aumentará na Amazônia e no Nordeste. Na Região Sudeste, as tempestades serão mais comuns.

Já Alemanha, Polônia, Áustria, Suíça e outros países da Europa tiveram índices extremos de chuva no fim de maio e começo de junho, com inundações na região dos rios Danúbio e Elba.

Na contramão do aquecimento, do outro lado do globo, o gelo da Antártida continuou aumentando. O nível de gelo em setembro atingiu o recorde de 19,47 milhões de m2. Isso significa uma alta de 2,6% sobre a média entre 1981 e 2010.

Mais do que nunca é preciso comprometimento dos países para diminuir os efeitos dos gases poluentes. Por enquanto, apenas um tratado, o Protocolo de Kioto, estipula metas obrigatórias para diminuir a liberação de CO2 para a atmosfera. No entanto, alguns dos países que mais emitem gases estufa, como EUA, Canadá, China, Índia e Brasil, infelizmente não assinaram o protocolo, ou não tiveram um limite determinado para as emissões de CO2.
 
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, por Giulianna Aquarone, em 22/janeiro/2014

sábado, 19 de janeiro de 2013

A nevasca na Europa em 10 imagens


Membros da cavalaria britânica desfilam na neve em Londres, em 18 de janeiro de 2012



Pedestres caminham ao lado do Rio Tâmisa



Homem caminha no St James's Park, em Londres, coberto de neve



Pedestre caminha pelas ruas de Henley in Arden, na Inglaterra


 
Neve para trânsito nas ruas de Warwick, na Inglaterra



A London Eye, em Londres, quase some na neve



Já em Paris, na França, é a Torre Eiffel que quase some



Sinal do metrô em Paris coberto pela neve



Neve também cobriu Budapeste, na Hungria



Neve cobre carro no País de Gales
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São Paulo – De um lado belas imagens. De outro, caos nas cidades. Diversos países da Europa estão passando por fortes nevascas.

Em Londres, o aeroporto de Heathrow, um dos mais movimentados do continente, precisou fechar e teve cerca de cem voos cancelados. Além do aeroporto, escolas no país precisaram cancelar aulas e alguns pontos de cidades pela Inglaterra sofrem também com falta de energia.
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Fonte: Exame.com, em 19/janeiro/2013 
 

domingo, 19 de agosto de 2012

CLIMA - FURACÃO

Furacão Gordon 

atinge leste do arquipélago de Açores


De acordo com os meteorologistas norte-americanos, Gordon permanecia um furacão de categoria 2 na escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5, com ventos máximos sustentados de 150 quilômetros por hora.

 Don Emmert/AFP
  Irene, o mais potente dos últimos furacões, deixou um rastro de danos


São Paulo - O furacão Gordon percorre o Atlântico neste domingo em direção às Ilhas dos Açores, região onde existe um alerta de furação, informa o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos. Às 15h (hora de Brasília), o olho do furacão situava-se 360 quilômetros a sudoeste da ilha de São Miguel, nos Açores.

De acordo com os meteorologistas norte-americanos, Gordon permanecia um furacão de categoria 2 na escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5, com ventos máximos sustentados de 150 quilômetros por hora e com rajadas mais rápidas.

Gordon ganhou força de furacão no sábado, quando as chuvas da tempestade tropical Helene se enfraqueceram nas proximidades do Golfo do México sem relatos de danos significativos à costa.
O furacão Gordon movia-se na direção lés-nordeste a uma velocidade de 37 quilômetros por hora. A previsão dos meteorologistas norte-americanos é de que Gordon se aproxime do leste de Açores nas primeiras horas da segunda-feira.

Apesar da previsão de aproximação, os meteorologistas disseram que era esperado que o Gordon começasse a perder força ainda hoje. O governo de Portugal interrompeu o alerta de furação para as ilhas centrais dos Açores.

No México, as autoridades locais estavam preocupadas com a possibilidade de as chuvas da tempestade Helene se tornarem uma ameaça para áreas onde milhares de pessoas estão se recuperando de uma inundação na semana passada, provocada pelo furacão Ernesto. As informações são da Associated Press.