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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Alimentação – Mais aveia, menos estresse

O consumo diário de aveia possui diversos benefícios à saúde. (Foto: Divulgação)
Por Giulianna Aquarone                           27 Agosto 2014
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O cereal favorece a digestão, além de possuir ação relaxante que combate o estresse.
Um dos componentes mais importantes de toda dieta saudável e balanceada, a aveia deve ser consumida diariamente, já que possui inúmeros benefícios à saúde. Mas o que pouco se comenta a respeito da aveia são as propriedades de uma substância presente no cereal: a avenina. Com ação relaxante, alivia quadros de estresse, fadiga e tensão. Outros componentes da aveia, como o amido, o ácido linoleico e a lecitina, alimentam os neurônios, que se mantêm saudáveis e ativos. Já o fósforo e a vitamina B ativam as funções cerebrais.

Para a nutricionista Ana Flor Picolo, trata-se de um alimento completo, nutritivo e revitalizante. "Meio copo, aproximadamente 30 gramas, já é suficiente para beneficiar a saúde", afirma. Além de reduzir os níveis de colesterol “ruim” (LDL), auxilia a redução de inflamações e o controle de diabetes, combate a hipertensão, aumenta o tempo de saciedade, melhora a circulação sanguínea e é excelente para a digestão.

“Por causa de suas fibras, a aveia atua no intestino, inibindo a absorção de gorduras. Além disso, evita a constipação – o famoso intestino preso – e previne o câncer intestinal”, explica a nutricionista. Rica em nutrientes como cálcio, ferro, proteínas, vitamina E, manganês, magnésio, zinco, cobre, carboidratos e fibras solúveis, ela é encontrada em três formas: farelo, flocos e farinha.

O designer Gustavo Guatelli afirma que é fã do cereal. “Como a aveia não possui gosto, vou variando o uso e combinando com outros alimentos. Costumo adicionar no omelete, em shakes que tomo depois de treinar na academia, em iogurtes e vitaminas”, conta.

A nutricionista ensina uma receita saborosa, prática e nutritiva, contendo o cereal.

Farofa Fria
Ingredientes:
1 colher de sopa de óleo de soja
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 tomate médio picado
¼ xícara de chá de azeitonas verdes picadas
½ xícara de chá de champignon picado
1 xícara de chá de palmito picado
2 ovos cozidos picados
¼ xícara de chá de salsinha picada
1 xícara de chá de farinha de mandioca torrada
2 xícaras de chá de aveia em flocos
½ xícara de chá de azeite de oliva extravirgem
Sal a gosto

Modo de preparo: Em uma panela média, aqueça o óleo de soja. Adicione a cebola e o alho e refogue por 3 minutos. Em seguida, coloque o tomate, a azeitona, o champignon, o palmito, os ovos e a salsinha. Refogue por alguns instantes até formar um caldinho. Desligue o fogo e acrescente a farinha de mandioca torrada, a aveia em flocos e o azeite de oliva. Misture bem e tempere com sal a gosto. Deixe esfriar para servir.


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Fonte: Allianz Sustentabilidade

sábado, 5 de abril de 2014

Outono cheio de cores e com a beleza das flores

Para manter sempre um arranjo bonito e vistoso sem gastar muito dinheiro, 
vale ficar atento às flores da época, como a áster. 
(Foto: Morguefile)
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A estação que antecede o inverno também tem seu charme e pode ser cheia de cores e flores. 

Flores dão vida à casa e trazem graça e frescor à decoração. Para manter sempre um arranjo bonito e vistoso sem gastar muito dinheiro, vale ficar atento às flores da época, que costumam ser mais baratas durante a sua florada, além de ter durabilidade maior.

No outono, segundo Alexandre De Angeli, dono da Viver em Festa, não é preciso abandonar as cores para montar um belo arranjo. Mesmo na estação do ano em que as folhas verdes das árvores começam a murchar e cair, algumas flores resistem às mudanças bruscas de temperatura e promovem um festival de cores delicadas. Basta apostar nas espécies angélica, áster, begônia, gardênia, margarida, orquídea cymbidium e orquídea cattleya.

Espécies como azaleia, sálvia e quaresmeira florescem com uma pequena quantidade de sol e enfrentam bem a baixa nos termômetros. Elas ajudam a quebrar o cinza dos dias da estação e dão colorido ao ambiente. “Elas também podem ser combinadas com outras plantas que têm floradas ao longo do ano, como antúrio, astromélia, boca-de-leão, cravo, crisântemo, gérbera e os lírios”, sugere Alexandre.

Os cuidados com as flores dessa época também são simples, caso você queira cultivá-las em casa. Para se manter, elas necessitam de umidade constante, porém baixa. “Coloque a mão na terra para sentir se ela está seca. Nesse caso, é hora de regar, mas não é preciso colocar água diariamente”, explica o especialista. Na hora de regar, atenção: a água deve ser jogada somente sobre a terra, de maneira homogênea, sem molhar as folhas e as flores, pois a época favorece o aparecimento de fungos.

As espécies típicas do outono podem ficar a sol pleno, ocupando o mesmo lugar durante as estações mais quentes. A única diferença é que, em outras épocas, elas não florescem, mas, se bem cuidada, a folhagem também traz beleza ao espaço que ocupa.

Agora é só aproveitar a estação e colorir a casa! 
 
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, por Giulianna Aquarone, em 27/março/2014

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Vida Saudável


Goiaba (1/5)

Sim, a goiaba é brasileira! A goiabeira pode alcançar até sete metros de altura. São cultivadas variedades de poupa branca ou vermelha, que é a mais consumida.

“A goiaba é uma ótima opção para atrair as mais variadas espécies de aves, pois dá fruto quase o ano inteiro, além de ser uma saborosa fruta e ter propriedades medicinais, como o combate a inflamações da boca e da garganta ou em lavagens de úlceras e na leucorreia e diarreias”, comenta Alessandro Abreu, naturólogo e especialista em aves.

É uma fruta rica em fibras e com alta concentração de vitamina C (chega a ter mais vitamina C que a laranja). Possui também algumas vitaminas do complexo B, carotenoides (que se transformam em vitamina A), potássio e outros nutrientes. (Foto: Victoria Rachitzky)



Caju (2/5)

Originário das regiões litorâneas do Brasil, o cajueiro pode chegar a oito metros de altura. Curiosamente, o fruto do cajueiro é a castanha, e não a parte carnosa do caju (haste), como a maioria acredita. Por essa razão, é frequentemente chamado de pseudofruto (pseudo = falso).

A castanha de caju é rica em magnésio e pode ser assada e consumida como fruto seco (com ou sem sal). Já a porção carnosa, rica em vitamina C, pode ser consumida fresca, como geleia, compota ou suco. (Foto: Victoria Rachitzky)
 
 
 

Jatobá (3/5)

A árvore brasileira que deu nome ao município de Jatobá, em Pernambuco, chega aos 20 metros de altura e produz frutos que, com o passar do tempo, tornam-se marrons. Esses frutos, de formato cilíndrico, abrigam sementes envolvidas por uma poupa um tanto seca, que chega a soltar pó. Podem ser consumidos ao natural, e a farinha utilizada em bolos, pães e mingaus. (Foto: Mauro Guanandi)

 

Jabuticaba (4/5)

O fruto da jabuticabeira chama atenção por se desenvolver no tronco da árvore, que pode chegar a 10 metros. Sua polpa é branca, mole e doce, e a casca, de coloração roxa bem escura, graças à presença de antocianinas, responsáveis também pela pigmentação das uvas.

Em Sabará, Minas Gerais, ocorre há 25 anos o Festival da Jabuticaba, quando são comercializados diversos produtos à base da “doce pretinha”, como é chamada pelos sabarenses. Na festa também são eleitos os melhores licores e geleias.

Segundo o site da Prefeitura da cidade, a fruta é rica em ferro e contém, em menores quantidades, cálcio e fósforo. Já as antocianinas fazem bem às artérias e podem minimizar as possibilidades de problemas cardíacos. (Foto: Gilberto Santa Rosa)



Pitanga (5/5)

A pitangueira chega a 12 metros de altura, quando em boas condições de temperatura, umidade e solo. Diversas aves adoram o fruto vermelho, adocicado e com certa acidez, que pode ser consumido ao natural, no próprio pé, ou em forma de sucos e doces. A pequena frutinha é fonte de cálcio, fósforo, ferro e vitaminas A e C. Que tal plantar uma pitangueira em casa?

Em 2002 o Ministério da Saúde publicou a cartilha “Alimentos Regionais Brasileiros”, que destaca os vegetais separados por região, faz uma análise das propriedades nutricionais e dá receitas criativas. Acesse! (Foto: Tatiana Gerus)


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Fonte: Sustentabilidade Allianz

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sustentabilidade à mesa: seis formas de alimentação saudável e sustentável


Prefira os alimentos orgânicos (1/6)

Ao comprar alimentos, procure o selo da certificadora que o intitule "orgânico". Esses alimentos são produzidos a partir de adubos naturais (não os químicos) e são livres de agrotóxicos.

Os agrotóxicos, utilizados para controle de pragas, são tóxicos e podem representar riscos à saúde. Além disso, a má utilização pode gerar contaminação do solo e dos lençóis freáticos. Suas embalagens também representam perigo, uma vez que não podem ser descartadas de maneira irresponsável.

O selo garante, ainda, a responsabilidade social da cadeia produtiva. Os trabalhadores envolvidos no processo têm garantia de seus direitos e condições dignas de trabalho.

Esses alimentos também podem ser encontrados com agricultores familiares, que, mesmo sem o selo, podem ser questionados em relação à produção e muitas vezes podem ter as hortas visitadas pelo consumidor. (Foto: Reuters)


 

Reduza o consumo de carne (2/6)

A pecuária é a maior responsável pelo desmatamento da região amazônica, segundo levantamento realizado pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O problema do desmatamento é originado não somente na criação de pastos, mas na produção de soja, componente da ração bovina.

A produção de carne contribui negativamente em outros aspectos: emissão de gás metano, compactação e desertificação do solo, geração de resíduos e consumo excessivo de recursos, como a água.

Diminuir o consumo de carne é um grande passo rumo a um estilo de vida mais saudável e sustentável. Além disso, abre um leque de opções saborosas, antes ignoradas pela comodidade do consumo diário de carne. É possível conhecer grandes receitas a partir de ingredientes vegetais, como quinoa (rica em proteínas), raiz de bardana e o tofu defumado. (Foto: Paula Leme Warkentin)




Utilize partes não convencionais de alimentos (3/6)

Bolinho com folhas de cenoura? As folhas, antes descartadas, podem compor receitas deliciosas. As folhas também podem ser secas e trituradas para serem salpicadas sobre os alimentos.

A casca do abacaxi contém proteína, lipídeo, fibras, cálcio e potássio, enquanto a casca da banana é rica em potássio. Ambas podem ser utilizadas em bolos. Através de ideias criativas, é possível elaborar receitas saborosas, nutritivas e reduzir a geração de resíduos. (Foto: Shutterstock)





Faça compostagem caseira (4/6)

A compostagem permite a redução de resíduos e produção de adubo natural. Uma forma simples e eficiente para espaços pequenos é o minhocário doméstico. A técnica é simples e permite o depósito de folhas, talos, cascas de ovo, pó de café, entre outros. (Foto: Reuters)




Dê preferência à safra natural das frutas (5/6)

A partir de técnicas de armazenamento, ou sementes modificadas, é possível ter frutas (antes encontradas apenas em determinados meses) durante praticamente o ano inteiro nas prateleiras dos supermercados. Mas consumir frutas da época garante maior proximidade com o ciclo natural delas e maior qualidade nos quesitos sabor e nutrientes. (Foto: Shutterstock)



Prefira os produtores mais próximos (6/6)

O transporte de alimentos gera custos, emite CO2 e contribui com o trânsito caótico das cidades. Consumir de produtores locais colabora com o desenvolvimento econômico da região e reduz os custos com combustível e a emissão de CO2, uma vez que a distância entre produtor e consumidor é menor. O desperdício de alimento também é menor do que no transporte a longas distâncias. (Foto: Reuters)

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Fonte: Sustentabilidade Allianz - http://sustentabilidade.allianz.com.br