domingo, 20 de outubro de 2013

O grito da floresta




Quando o machado se agita
A motosserra se inflama
A floresta em versos grita
Não maltrate quem te ama


A inspiração divina
Nos doou esse convênio
Eu importo gás carbônico
E exporto oxigênio


Agasalho os passarinhos
Que nos fazem tanto bem
As águas de nossos rios
Eu as protejo também


No verão forneço sombra
Na primavera fragrância
Por favor, não me devastem
Isso é falta de elegância


Se alguém corta uma árvore
Devia pensar primeiro
Um pouquinho de saúde
Não se compra com dinheiro


Pense nos seus netinhos
Naqueles que tanto amamos
Pense nos passarinhos
E no ar que respiramos


Os homens maus do passado
Para fazer uma cruz
Feriram a árvore primeiro
Para fazer o madeiro
Para depois ferir Jesus.



( Sebastião Zulmair Pires)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Minhocas de estimação: recicle resíduos orgânicos em casa

As minhocas consomem e convertem matéria orgânica em adubo, 
uma ótima forma de reciclar os resíduos produzidos em casa. 
(Foto: Reuters)
................................................................................... 


Ter um minhocário doméstico é uma forma limpa e sustentável de diminuir a quantidade de lixo que você produz.

Uma das principais questões enfrentadas pelos grandes centros urbanos é o que fazer com o lixo. De acordo com a prefeitura de São Paulo, são produzidas na cidade diariamente 18 mil toneladas de resíduos. Desse montante, 10 mil são de lixo domiciliar e, desses, metade é lixo orgânico. A boa notícia é que há uma maneira simples, limpa e barata de reciclar o lixo orgânico sem precisar sair de casa, e assim contribuir para a sustentabilidade das cidades.

A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.

O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.

“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.

Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.

“Eu tenho minhocário em casa e amo”

“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.

O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.

Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.

Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.

Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.

Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
 
______________________
Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 25/setembro/2013, por Camila Hungria 

Centros urbanos e galerias: feitos uns para os outros

Uma das galerias mais frequentadas em São Paulo 
é a do Edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer. 
(Foto: Rodgrio Soldo)
---------------------------------------------------------------------- 


Galerias integram espaço público, facilitam circulação de pedestres e impulsionam oferta de serviços.

Em 2012, foi aprovado um projeto de revitalização para o centro da cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, prevendo a cobertura de um trecho de 200 m da via, a reforma do calçadão e a revitalização de uma galeria, que será interligada à estação ferroviária. O projeto tem como objetivo, além de reestruturar o centro da cidade, garantir sombreamento em toda a extensão da via, que sofre com altas temperaturas. Com as vias protegidas do forte calor e da chuva, o comércio da região ganhará força, uma vez que o trânsito de pedestres no local será favorecido.

“Trata-se de uma recuperação das antigas arcadas, arcos que formam as galerias, que até hoje existem em cidades como Verona, na Itália. Com as arcadas, os pedestres estão protegidos da chuva e do sol forte. Portanto, caminhar pelas ruas se torna uma atividade muito mais gentil”, explica Ciro Pirondi, arquiteto e urbanista e diretor da Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

O projeto de Nilópolis é um exemplo de como o tipo de construção de uma cidade pode transformar as relações humanas daquele lugar. Nesse contexto, as galerias de serviço, espaços térreos, abertos, são um caminho viável e adequado para levar mais qualidade de vida e mobilidade aos moradores de grandes centros urbanos. “Muito mais do que espaços turísticos, essas galerias são grandes centros públicos que reúnem serviços e lojas e interligam ruas, tornando as regiões onde estão localizadas conectadas e mais fáceis de se transitar a pé”, explica o urbanista.

Além do conforto e da segurança para o pedestre, as galerias são verdadeiros atalhos que ligam ruas da cidade, facilitando a circulação e aumentando a mobilidade urbana. Nesse sentido, pode-se colocar como exemplo, no Rio de Janeiro, as galerias Menescal e Duvivier, construídas na década de 40, e até hoje importantes centros de compras, que ligam a Avenida Nossa Senhora de Copacabana à Rua Barata Ribeiro, duas importantes vias do centro carioca.

A possibilidade de mesclar espaços residenciais nos andares superiores com comerciais, nos inferiores, também é uma vantagem fundamental desse tipo de construção. Em São Paulo, uma das mais frequentadas é a galeria do Edifício Copan, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O edifício tem 35 andares e 1.160 apartamentos. Seu andar térreo é aberto a todos os pedestres. Lá se encontram estabelecimentos comerciais, como cabelereiros, cafés, restaurantes, e até uma igreja. “Para se ter uma ideia, passam pela galeria do andar térreo do Edifício Copan em média 9 mil pessoas por dia”, aponta Pirondi.

Galerias em cidades turísticas: centrais, elegantes e muito frequentadas

 
A partir do século 17, com o impulso dado pela revolução industrial e o advento do uso de concreto armado e metal, foram construídas na Europa as primeiras galerias de serviço. A cidade de Milão, por exemplo, tem entre seus principais pontos turísticos uma galeria. Quem visita a cidade invariavelmente passa por um dos marcos arquitetônicos da Belle Époque, a Galleria Vittorio Emanuele II, localizada em um dos pontos mais importantes e centrais da cidade, construída entre 1865 e 1877. É também nessa galeria que estão os restaurantes, os cafés e as grifes mais elegantes, como Gucci, Louis Vuitton e Prada.

O mesmo exemplo pode ser observado em Buenos Aires, onde um dos principais pontos turísticos também é uma galeria, que reúne mais de 100 lojas e diversos serviços, as Galerías Pacífico. Lá também estão disponíveis acesso à internet, fax, berçário e até uma lavanderia.

Galerias x shoppings

 
A ideia de integrar a cidade em suas múltiplas facetas e necessidades por meio de construções mais inteligentes e funcionais não é nova, mas parece ter sido esquecida em muitos lugares, dando lugar a outros formatos. “As cidades foram sofrendo um processo de desgaste, com formas exploratórias do seu espaço”, diz o professor.

O que conhecemos como shopping centers são um exemplo desta outra forma de ocupação. Enquanto as galerias são um local de passagem público, aberto, os shoppings têm em seu DNA características opostas. São espaços privados, que têm como finalidade estar naquele lugar, e ser autossuficientes.

“A essência da construção de uma cidade está no convívio, e as galerias abrangem essa dimensão. Possibilitam morar, trabalhar, ter lazer, almoçar e desempenhar uma série de atividades cotidianas em um mesmo lugar. Na minha visão, o futuro das cidades será norteado por uma questão de mobilidade e convívio, e não por espaços fechados e restritos”, finaliza o arquiteto. 
 
_________________________
Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 04/setembro/2013, por Camila Hungria.

Maravilha da Natureza




Fonte: Condessa Descalça

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

As Casas em Harmonia com o Meio Ambiente

 

As casas ecológicas são criadas levando em consideração todos os fatores para que elas sejam autossuficientes ou o mais próximo possível disso. Este tipo de construção é uma tendência atual nos países mais avançados por ser uma opção moderna e ecologicamente correta.
Casas desse tipo geram, por meio de fontes naturais, maior parte da energia elétrica que consomem, e a água usada é, em boa parte, proveniente da chuva. Ou seja, não há excessos nem desperdícios, de modo que o local tenha o menor impacto possível sobre os recursos do meio ambiente. Este conceito é posto em prática sem desconsiderar as condições necessárias para uma habitação confortável e aconchegante, oferecendo os mesmos requisitos buscados em uma moradia convencional.

Construção

Para a construção, são usados materiais naturais e não tóxicos, como pedra, argila e a madeira, que, além de ser um recurso renovável, é transformada na indústria por um processo que consome pouca energia. A casa é equipada geralmente com filtro e cisterna para a água das chuvas, além de painéis solares para obtenção de água quente e energia elétrica.
É importante que todo o processo para erguer a casa siga o conceito de desenvolvimento sustentável, com passos obrigatórios, como usar madeira de origem legal comprovada, evitando assim o desmatamento. A construção precisa ainda gerar o mínimo de resíduos e garantir que estes possam ser posteriormente reciclados.

Habitação residencial

Para habitação residencial, muitas empresas estão se especializando em criar casas pré-fabricadas que conciliem todos os aspectos apresentados, porém sua existência é maior nos Estados Unidos e em países desenvolvidos da Europa. Os modelos oferecem habitações semelhantes aos lares convencionais e buscam aproveitar os elementos predominantes em cara região, como vento, sol ou chuva.

Utilização comercial

Para utilização comercial, no entanto, é possível ver por todo o mundo o aumento de edifícios com os mesmos conceitos da casa ecológica. Com eles, empresas têm a oportunidade de, ao mesmo tempo, diminuir significativamente o dinheiro gasto com energia elétrica, adequar-se a novas regulamentações ambientais e ainda melhoram a imagem da companhia frente ao público.


_____________________
Fonte: Atitudes Sustentáveis

Reciclagem de bandeja de isopor



O isopor é um dos materiais recicláveis que está entre as novidades no artesanato. Como muitos alimentos são vendidos acondicionados em bandejas de isopor, assim como refeições prontas para entrega, esse material é acumulado com facilidade e descartá-lo pode se tornar um transtorno por conta de sua difícil compactação. Por isso, muitos artesãos aproveitam o isopor para fazer bandejas decoradas e outros presentes com baixo custo e qualidade. 

Materiais simples garantem belos acessórios

Para fazer um artigo artesanal com essas bandejas são necessários: pincel chato, (use um rolinho caso a bandeja seja muito grande), pincel redondo, tinta acrílica, resina incolor, estêncil (desenho vazado no papel cartão) ou gravuras para colagens. 

Como fazer uma bandeja decorada

Pinte o fundo da bandeja de isopor com o pincel chato, sendo a primeira demão na vertical e a segunda na horizontal para corrigir imperfeições. Para dar contraste, pinte a lateral da bandeja com uma cor diferente. Vale utilizar o cabo do pincel para fazer desenhos e outros detalhes.
Com a tinta da base completamente seca, coloque o papel estêncil sobre o fundo da bandeja e preencha o desenho com o pincel grosso como se estivesse esfumaçando. Se preferir, utilize gravuras ou ilustrações de revistas para fazer colagens junto com a pintura.
Aguarde a tinta secar e, logo após, passe uma camada de resina incolor para impermeabilizar a superfície e permitir o apoio de copos úmidos sem manchar a pintura. Nas bandejas mais fundas podem ser feitos cortes retangulares nas laterais para formar os cabos e encaixar os dedos.





O isopor também é usado para fazer quadros e as tampas redondas das embalagens de refeições para viagem se transformam em relógios de parede, basta fazer o mesmo processo da bandeja e instalar a máquina e os ponteiros.  

___________________
Fonte: Atitudes Sustentáveis

Camas de cães e gatos feitos de malas velhas


Malas velhas não devem ser descartadas, principalmente quando se tem um cachorro ou gato dentro de casa. Esses objetos podem se transformar em confortáveis camas para os animais de estimação de forma fácil e rápida. 

Dependendo do modelo e da cor da mala, ela pode ser integrada à sala a ou outra área comum da casa em total harmonia com a decoração, deixando o bichinho ainda mais próximo da família. 

Transforme sua mala em um novo objeto

A tampa da mala pode ser mantida ou retirada para fazer a cama de acordo com o local em que irá permanecer. Para fazer a cama simples, basta remover a tampa com uma tesoura grande e fazer um acabamento na parte recortada. Forre o fundo com uma almofada ou cobertas e assim estará pronta para uso.

Se a intenção for deixar a cama encostada, a tampa pode ser mantida e apoiada na parede. O fato se não retirar a tampa pode proporcionar novas funções para a mala, além de ser útil para acomodar o animal. O porta-objetos, presente na maioria dos modelos, pode ser aproveitado para guardar coleiras, laços, gravatas, brinquedos e outros pertences do bichinho. Para as viagens, a mala com tampa é ideal para reunir todos os objetos do cão ou gato e economizar espaço no bagageiro.





Para facilitar o manuseio da mala é recomendável instalar pés, que podem ser feitos com madeira, latas ou outros materiais recicláveis. Pés um pouco mais altos envolvidos com barbantes se transformam em itens que garantem diversão para os gatos, que os utilizam como arranhadores.



_____________

Fonte: Atitudes Sustentáveis

Biomas do Brasil



Bioma é uma unidade que agrupa diversos organismos de acordo com as condições físicas de um mesmo ambiente, como macroclima, solo, altitude, temperatura e umidade. Deste modo, é possível generalizar e encontrar semelhanças em espécies animais e vegetais que habitam um mesmo espaço, mesmo que estas não possuam nenhum parentesco entre si. O termo, que pode ser entendido como um ecossistema em larga escala, foi usado pela primeira vez na década de 1940 pelo ecologista norte-americano Frederic Clements.


Principais Biomas Terrestres

Os principais biomas terrestres são: florestas tropicais, temperadas e coníferas; savanas; desertos; chaparral; campos temperados; zonas de montanha; e tundra. No Brasil, os maiores são a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica, que juntos ocupam mais de 80% do território brasileiro.
Entre eles, o mais ameaçado é a mata atlântica, considerada no mundo como o segundo bioma mais próximo da extinção. O pouco da mata original que resta faz parte das 860 Unidades de Conservação, distribuídas entre reservas e parques. As unidades são uma forma de proteger um Patrimônio Mundial da ONU, que serve de casa para muitas comunidades indígenas e ribeirinhas, e que, mesmo devastada, ainda abriga boa parte da biodiversidade brasileira.
Já a Amazônia é considerada por muitos especialistas a responsável por equilibrar a biosfera do planeta. O maior problema para sua preservação é o desmatamento, causado pela agropecuária, agricultura e extração ilegal de madeira. Para combater a derruba de árvores, o governo fixa metas anuais para desaceleração do processo, e ONGs debatem formas de conciliar o desenvolvimento econômico com a manutenção da vegetação existente.
Além de ser considerado “a savana brasileira”, o Cerrado é um dos biomas terrestres mais explorados por fazendas, sendo responsável por 35% da produção agrícola no país. Por isso mesmo, há muita discussão entre ambientalistas e agricultores sobre como preservar a região. Para solucionar a questão em todo o Brasil, um novo Código Florestal foi aprovado, porém o texto ainda causa debates entre as partes envolvidas.





 ______________________
Fonte: Atitudes Sustentáveis

sábado, 7 de setembro de 2013

Vídeo - Água Doce - "Água Fonte da Vida" - Fluido de Deus (Recurso Vital para a Vida na Terra)




Recurso vital para a vida na Terra, que sustenta mais espécies de peixes que as existentes nos mares e tem o poder de esculpir paisagens como gargantas, cânions e cachoeiras.
Recurso esse que como Humanos e Espíritas temos a Responsabilidade e o Dever de PRESERVAR.
"ÁGUA FONTE DA VIDA" Fluido de Deus !
Preservemos.


Clique no link para abrir...

http://www.cacef.info/news/agua-doce/?utm_source=copy&utm_medium=paste&utm_campaign=copypaste&utm_content=http://www.cacef.info/news/agua-doce/


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Remédios da Natureza



Na Terra quase ninguém cogita seriamente de conhecer a importância da água. André Luiz em Nosso Lar ensina que todo o serviço precisa de energias e braços para ser convenientemente mantido. Sabem que a água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Em Nosso Lar é empregada como alimento e remédio. Há repartições no Ministério do Auxílio absolutamente consagradas à manipulação de água pura, com certos princípios suscetíveis de serem captados na luz do Sol e no magnetismo espiritual. André Luiz informa que um dia o Homem compreenderá que a água, como fluido criador, absorve em cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas.
Os Espíritos valorizam as plantas e seu magnetismo como um fator da mais natural proximidade ligando o homem à harmonia do meio. Os Espíritos vêm na energia das plantas uma poderosa ferramenta auxiliar de cura, mormente se conduzida por eles próprios, mais aptos a enxergar as suas ações e reações no vivo, é - como dizem os Espíritos Superiores - um irmão secundando a escala evolutiva do homem.
Há uma injustificada reação contrária das correntes espíritas que às vezes negligenciam o fato de que o Universo é um todo de complexas manifestações energéticas, cujo intercâmbio harmônico é, antes que uma questão ideológica, uma questão de vida, de sobrevivência, de saúde, e isto em todos os planos de manifestações do princípio inteligente.
O tratamento com remédios vegetais é um processo natural; esses remédios entram no corpo na forma de alimento em estado natural e estimulam uma reação salutar que pode produzir efeito curativo.
Os remédios vegetais são coisas vivas.
Cada ser vivo emite vibrações e uma forma concentrada de energia que armazena. Essa energia vibratória produz a força vital, que, acreditamos é inerente a tudo o que é vivo. Os vegetais como individualidades cujo princípio inteligente administra reações numa complexa teia da variedade de espécies e no qual o dinamismo magnético é uma energia sutil que acoplada ao princípio vital influi na fitoterapia. Em suma, o vegetal é um ser vivo que compartilha com o homem um processo evolutivo que exige uma mútua dependência de vida e reclama uma equilibrada e inteligente interação de existir, de coexistir unificar e não de distanciar e separar.
A água é um ótimo condutor de força eletromagnética e absorverá os fluidos sobre ela projetados, os conservará e os transmitirá ao organismo doente quando ingerida.
Basta ter amor e acreditar, dentro do potencial de nossa própria fé, lembrando que Deus nos legou essa imensa e pródiga natureza para que dela nos sirvamos como a um bálsamo de alívio e cura a todos os males.
Disse-nos Emmanuel  "Jesus quando se referia à bênção do copo de água fria, em seu nome, não apenas se reportava a compaixão rotineira que sacia a sede comum. Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos. A água é dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como base pura, em que a medicação do Céu pode ser impressa através de recursos substanciais de assistência ao corpo e à alma, embora em processo invisível aos olhos mortais."
A prece intercessora e o pensamento da bondade representam irradiações de nossas melhores energias. A criatura que ora ou medita, exterioriza poderes, emanações e fluidos que por enquanto escapam à analise da inteligência vulgar. A linfa potável recebe-nos a influenciação de modo claro condensando linhas de força magnética e princípios elétricos, que aliviam e sustentam, ajudam e curam. A fonte que procede do coração a Terra e a rogativa que flui do imo d'alma, quando se unem na difusão do bem oferecem resultados benéficos.
O Espírito que se eleva em direção ao Céu é antena viva, captando potências da natureza superior, podendo distribui-las a benefício de todos os que lhe seguem a marcha. Para auxiliar a outrem e a si mesmo, bastam a boa vontade e a confiança positiva.
Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu à água simples, doada em nome de sua memória, reportava-se ao valor da providência a benefício da carne e do espírito, sempre que estacionem através de zonas enfermiças. O orvalho do Plano Divino magnetizará o líquido, com raios de benção e estará então consagrando o sublime ensinamento do corpo de água pura, abençoado nos Céus."

Texto elaborado pelo Conselho Doutrinário para Energização/2000
Bibliografia
Entre a Terra e o Céu - André Luiz
Nosso Lar - André Luiz
Fitoterapia do Além - João Berbel
Fonte: Centro Espírita Nosso Lar, por Ana Gaspar.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Permacultura: uma solução ao ecochato


Workshop de permacultura no Japão. 
A permacultura é uma forma de construir sistemas humanos sustentáveis, 
financeiramente viáveis e socialmente justos. 
(Foto: Reuters)
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Conheça a história de Suzana, que saiu da cidade grande e transformou sua vida. Hoje ela vive em uma estação de permacultura, produz o que consome e processa todos seus resíduos. 

Economia de água e energia elétrica, alimentação saudável à base de orgânicos e reciclagem de lixo são alguns dos itens comumente encontrados no topo das listas de medidas sustentáveis para se adotar em casa para ter uma vida mais saudável e preservar o meio ambiente. É fácil falar, porém empreender soluções duradouras para essas questões no dia a dia nem sempre é tarefa simples.
A permacultura, ou cultura permanente, é uma forma de construir sistemas humanos sustentáveis, financeiramente viáveis e socialmente justos, ou seja, que garantam que os seres humanos possam viver bem, com conforto, e integrados à natureza. O conceito foi inicialmente desenvolvido por dois australianos, na década de 70, Bill Mollison e David Holmgren, e hoje está amplamente difundido pelo mundo, ganhando cada vez mais adeptos.

“Sempre quis viver de uma maneira respeitosa com o outro, com o meio ambiente, mas o que via por aí era um discurso cheio de ‘não pode isso’, ‘não pode aquilo’. A permacultura é um caminho para quem tem essa busca, mas não quer cair no clichê do ecochato”, explica a professora Suzana Maringoni, 51, que se mudou de São Paulo para Florianópolis há cerca de 20 anos em busca de uma vida mais tranquila para si e para suas filhas e hoje realiza o sonho de morar em uma estação de permacultura, totalmente integrada à natureza.

Ivy Porã e as mudanças no modo de vida
A estação de permacultura de Yvy Porã, que em guarani significa “Terra Boa”, localizada a 50 km de Florianópolis (SC), é um projeto coletivo que desde 2002 reúne 4 famílias em torno do desejo de levar uma vida integrada à natureza. Suzana e seu companheiro, Jorge, estão à frente do projeto.

Ali, a bioconstrução foi usada para levantar uma casa feita de taipa socada, argamassa de terra e serragem e pedaços de troncos de árvores. O forno a lenha aquece a casa no inverno. Os canteiros em torno de sua casa são utilizados para plantar os alimentos que serão consumidos.

A água da chuva é recolhida para reaproveitamento e foi implantado na casa um sistema usando folhas de bananeira para fazer evaporar a água utilizada em pias e chuveiros (a que não teve contato com coliformes fecais).

A descarga foi substituída por um tonel com serragem, e o lixo orgânico é transformado em adubo para o seu pomar. “Precisei romper com a ideia de que o governo e o poder público têm de cuidar da minha água e do meu esgoto. Esse foi o maior paradigma que quebrei com a permacultura”, conta ela.

A alimentação também sofreu mudanças. Suzana consome apenas alimentos orgânicos, integrais e, principalmente, aqueles produzidos em seu sítio, ou oriundos de colheitas de vizinhos. O mesmo vale para a carne. “Na permacultura nós temos respeito pelo animal, fazemos uso de toda a sua carne. Quando abatemos um boi, comemos o filé mignon, mas também a carne do pescoço”, explica.

Com isso, criaram um sistema que pode ser considerado autossuficiente. “Sustentabilidade se faz distribuindo espaço para que todos possam fazer o manejo de sua comida e de seu lixo. Para que possam plantar sem passar necessidade e processar seus resíduos sem que o meio ambiente seja agredido”, conclui. 


________________________________
Fonte: sustentabilidade.allianz.com.br

Ecofaxina: saiba como limpar a casa sem agredir sua saúde e o meio ambiente


Pensando também na saúde, muitas pessoas estão substituindo o uso 
de produtos de limpeza industrializados por receitas caseiras. 
(Foto: PhotoXpress)
_____________________________________

Alternativas aos produtos de limpeza industrializados para manter sua casa limpa e cheirosa e ainda contribuir para a preservação do meio ambiente. 

Uma boa forma de levar sustentabilidade para o dia a dia é começar pelas pequenas coisas, em especial aquelas que cada um faz dentro de sua casa, como reciclar o lixo e consumir alimentos orgânicos. Para além disso, muitas pessoas estão substituindo o uso de produtos de limpeza industrializados por receitas caseiras ou marcas de ecoprodutos.

Nessa busca por levar sustentabilidade para dentro de casa, a preocupação com a saúde caminha lado a lado com a vontade de adotar posturas menos nocivas ao meio ambiente. “O excesso de produtos de limpeza pode machucar tanto a pele quanto o sistema respiratório. A pele pode ficar avermelhada ou com lesões. Em geral, as mãos e o colo são as regiões mais acometidas”, alerta a Dra. Ana Paula Moschione Castro, diretora da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia).

E foi justamente por conta de uma alergia que a socióloga Renata Czekay trocou o detergente para lavar a louça pelo sabão de coco. “Minha pele das mãos sempre descamava. Os detergentes são muito fortes, minha sensação é que eles têm muita química”, conta. Renata também utiliza álcool, misturado com cravo ou alecrim, para limpar superfícies. “Além de ser eficaz, gosto porque a casa fica com um perfume mais peculiar”, explica.

A preocupação com a saúde foi determinante para a mudança de hábito do artista multimídia paulistano Dudu Tsuda. “Deixei de usar produtos industrializados para limpar minha casa por não querer tocar com a minha pele em nada que eu não pudesse ingerir. É simples, mais saudável e econômico”, explica. Tsuda utiliza uma mistura de água, álcool e vinagre para limpar todas as superfícies de casa. “Todas essas substâncias podem ser ingeridas”, ressalta.

O artista tem dois gatos e um cachorro, e a preocupação com os animais é mais um motivo para não utilizar produtos de limpeza industrializados. “Uso álcool com cravo como inseticida natural. No verão, acrescento óleo de Neem na mistura, para reforçar a ação. Aqui em casa não tem pulga nem formiga, e olha que tenho piso de taco, e pulgas adoram taco”, comemora ele.

O vinagre, além de ser muito utilizado nessa mistura caseira com álcool, também é eficaz como substituto para outros produtos. A advogada carioca Izabel Kloske trocou o amaciante por ele no enxágue de toalhas, jeans e casacos. Outra dica de Izabel é utilizar bicarbonato de sódio para limpar os metais dos banheiros e as panelas.

Especializada em direito ambiental, conta que sua profissão a aproximou de outras áreas de conhecimento que a levaram a reduzir drasticamente o uso desses produtos industrializados na limpeza de sua casa. “Conheci muitos engenheiros químicos com o meu trabalho, e também fiz pesquisas por conta própria. Há muito tempo me preocupo com o meio ambiente”. Hoje, além de trabalhar como advogada, ela também é blogueira e escreve sobre dicas para uma vida doméstica mais sustentável. “Pode parecer pequeno, mas várias pessoas estão despertando para a necessidade de conciliar os interesses e adotar práticas sustentáveis”, explica, se referindo à militância digital.

Dicas de como limpar sua casa:

Prepare seu próprio multiuso: junte 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e 1 copo de extrato de raspa de juazeiro (árvore típica do Nordeste) – as raspas você encontra em lojas de produtos naturais – com um frasco de vinagre de maçã. A solução tem validade de até seis meses se for guardada bem fechada e à sombra.

Mais utilidades do vinagre: o vinagre também pode ser utilizado para retirar a sujeira que adere no fundo das panelas. Basta colocar água e quatro colheres de sopa de vinagre dentro do utensílio, levar ao fogo e deixar ferver.

Para limpar a geladeira: usar industrializados dentro da geladeira é desaconselhável, pois os produtos podem liberar compostos que prejudicam a saúde de quem ingerir os alimentos ali armazenados. Utilize uma mistura de água, bicarbonato de sódio e sabão em pedra. 


__________________________________
Fonte: sustentabilidade.allianz.com.br