quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Planeta Terra, nossa casa...





Um dos arquétipos mais palpitantes da psique humana é a Casa. Não significa apenas o prédio de tijolos onde habitamos com nossa família, mas ela expressa a nossa necessidade de aconchego, de proteção, de ternura, que sentimos no âmago do ser. A Casa simboliza o amor que nos liga profundamente aos familiares e aos amigos queridos aos quais nos vinculamos pelos laços sagrados do coração.

Representa, também, segurança, conforto, tranquilidade e é também um refúgio doce e terno que nos protege das intempéries, dos perigos, da solidão. É o ninho acolhedor, pleno de calor, no qual nos unimos às pessoas que amamos. A Casa nos fornece orientação, equilíbrio e harmonia. Sabemos que no final do dia um abrigo aconchegante nos abrirá seus braços e poderemos adormecer em paz.

O planeta Terra é a nossa Casa. Ele nos hospeda com amor e nos oferece o seu regaço de mãe. Como avezinha implume, chegamos um dia com frio, amedrontados, frágeis e este Lar nos acolheu, oferecendo-nos proteção, alimento e as experiências necessárias ao nosso crescimento físico, mental e espiritual.


Freqüentamos as diversas salas de estudo deste Planeta-Escola, participamos de suas aulas, passando por provas, por desafios, que facultaram o nosso amadurecimento psicológico, auxiliando-nos a passar de um nível de consciência para outro mais alto, galgando, assim, paulatinamente, os degraus da grande escada evolutiva. Desta forma, um dia chegaremos jubilosos à angelitude que é o destino fulgurante que nos aguarda. Somos filhos da luz e devemos nos recordar dessa meta grandiosa, durante a romagem terrena.

A querida mentora Joanna de Ângelis em seu magnífico livro “Após a Tempestade”, através da mediunidade abençoada de Divaldo Franco, leciona, com propriedade, que ecólogos de todo o mundo preocupam-se com a poluição devastadora que resulta dos detritos que são jogados nos oceanos, nos rios, nos lagos, nos terrenos baldios, bem como, também, os ingredientes químicos das indústrias, como óleos e resíduos venenosos que são atirados displicentemente, sem a mínima consideração com a destruição de nossa própria Casa.

Os técnicos no assunto escrevem matérias profundas sobre a poluição atmosférica, acerca das substâncias venenosas que são expelidas pelas fábricas, pelos motores de explosão e sobre os inseticidas utilizados pela lavoura, convidando-nos a uma séria tomada de consciência. Há a necessidade de uma profunda educação ambiental para que as crianças, os jovens, como novos habitantes do planeta possam se conscientizar de que é necessário preservar a casa que recebemos de Deus para ser nossa morada, nossa escola, nosso canal de ascensão para o Alto.

Desenvolvendo em nós o espírito de fraternidade, de solidariedade, de gratidão, de humildade e, sobretudo, de amor ao Planeta que nos hospeda, inauguraremos de fato uma nova era de paz e de felicidade para todos. Joanna de Ângelis adverte-nos acerca do grave perigo da poluição mental, que envenena a alma, com grande repercussão, também, na contaminação da natureza.

São, como nos orienta a Mentora, os choques das vibrações negativas, das mentes em desalinho, procedentes das rudes batalhas do desamor, das ambições, do ódio, do abuso do poder, da busca das glórias efêmeras, das competições malsãs, estiolando as almas pela falta de compreensão, de entendimento, de fraternidade. A poluição moral é a mais cruel e tenebrosa porta de acesso para a poluição ambiental.

A mãe Terra nos hospeda, oferecendo-nos o seu seio amoroso. A Terra é a nossa casa comum, apresentando problemas, riscos, conflitos, desajustes, que nos cabe solucionar, utilizando as ferramentas do amor, da tolerância, do respeito, da compreensão, da gratidão pela vida que estua nos painéis vivos da Natureza.

É maravilhoso pensar que temos a mesma origem como filhos e herdeiros de Deus, membros da família universal, esta empolgante comunidade humana, sendo irmãos e irmãs uns dos outros e que finalmente um dia, amadurecidos pelo amor genuíno, nos daremos as mãos, entoando o cântico da sublime fraternidade.

Jesus, o Sublime Ecólogo, amou a Natureza, falando com ternura do grão de mostarda, dos lírios do campo, dos pássaros, das ovelhas, dos peixes, do trigo que produz o pão, da água viva que dessedenta para sempre. Abençoou a vida em todos os seus estágios, cantando a sinfonia de amor do Seu Evangelho nas belas praias da Galileia, nos montes verdejantes, envolvidos pelo sol ardente e orando ao Pai na calma da noite, aspirando a brisa perfumada, contemplando as estrelas luminíferas e a suavidade dos raios do luar.

E com o seu estilo fascinante a Benfeitora querida esclarece-nos que a Terra sairá do caos que a absorve e voltarão o ar puro, a água cristalina, a relva repousante, o trinar dos pássaros, o fulgor do sol e o faiscar das estrelas em nome do Pai Criador e de Jesus, o Salvador Perene de todos nós.

Atendamos, pois, ao convite maternal e o sintonizemos com as energias sublimes e revigorantes da vida em a Natureza, utilizando a linguagem do amor fraternal, esparzindo, desta forma, o Reino de Deus onde quer que estejamos.

Compilado da Revista Presença Espírita
Texto de Maria Anita Rosas batista
 
Fonte: Harmonia Espiritual

domingo, 20 de outubro de 2013

13 fenômenos naturais espetaculares pouco conhecidos

Fonte da imagem: Saint Seiya New World

As clássicas maravilhas da natureza são enormes, famosas e difíceis de não perceber – cânions vastos, montanhas gigantescas, cataratas descomunais e coisas do tipo. No entanto, muitos dos fenômenos naturais mais fantásticos são, ao mesmo tempo, alguns dos menos perceptíveis, seja por suas condições raras de surgimento ou por sua localização remota.

Indo desde pedras que se movem sozinhas sem explicação plausível até tornados de puro fogo e fumaça que são mais destrutivos do que os incêndios que os originaram, listamos a seguir algumas das maravilhas mais belas, inspiradoras e, por que não, aterrorizantes da natureza.


 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist


 1 - Rochas Deslizantes

As misteriosas pedras ambulantes do deserto de lama batida do Vale da Morte, na Califórnia, são motivo de controvérsia científica há décadas. Elas são rochas de tamanhos e formatos variados, algumas pesando centenas de quilos, que chegam a se mover por quilômetros e mais quilômetros sem algum motivo aparente, deixando um rastro atrás de si.

Alguns cientistas chegaram a propor que uma combinação de ventos fortes e gelo na superfície pudesse ser responsável pelo fenômeno, mas isso não explica os casos de pedras que começam lado a lado e se movem em velocidades e direções distintas. Além disso, as contas dos físicos também não batem, já que seriam necessários ventos de centenas de quilômetros por hora para mover algumas das rochas.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

2 - Basalto Colunar

Quando um fluxo de lava espesso se resfria, ele acaba se contraindo verticalmente, mas rachando em sentido perpendicular à direção em que fluía. Esse fenômeno acontece com um grau de regularidade geométrica tão grande que, na maioria dos casos, ele forma uma surpreendente grade de projeções hexagonais que parecem até ter sido feitas por seres humanos.

Um dos exemplos mais famosos desse fenômeno é a Calçada dos Gigantes, na costa da Irlanda (que você pode ver nas fotos abaixo). Porém, a maior e mais reconhecida ocorrência talvez seja a Torre do Diabo, nos estado norte-americano do Wyoming. O basalto também toma formas distintas e igualmente fascinantes quando as erupções são expostas a correntes de ar ou à água.

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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
 
3 - Buracos Azuis 

Essas manchas escuras são quedas gigantescas e abruptas na elevação subaquática que são perfeitamente visíveis da superfície quando olhamos de cima e comparamos sua tonalidade com a dos arredores. Essas cavernas podem ter centenas de pés de profundidade e algumas contêm fósseis que foram encontrados nas suas profundezas, completamente preservados.
Com o equipamento apropriado, mergulhadores são capazes de explorar esses ambientes profundos, mas a baixa taxa de oxigênio devido à má circulação da água faz com que haja pouquíssima vida nesses lugares, deixando-os assombrosamente vazios.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

4 - Marés Vermelhas

As marés vermelhas nada mais são do que influxos súbitos de enormes quantidades de algas coloridas de célula única, que juntas acabam deixando áreas inteiras de um oceano com uma coloração vermelho-sangue. Embora algumas delas sejam relativamente inofensivas, outras são portadoras de toxinas mortais que causam a morte de peixes, aves e mamíferos marinhos.

Em alguns casos, até mesmos seres humanos já sofreram os efeitos nocivos das marés vermelhas, mas não há nenhum caso conhecido de pessoas que tenham morrido por conta do fenômeno. Embora possam ser altamente nocivos em grandes conjuntos, os fitoplânctons que as constituem não são perigosos em pequenas quantidades.

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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

5 - Círculos de Gelo

Enquanto muitos podem ver esses círculos aparentemente perfeitos de gelo como motivo para teorias de conspiração, cientistas acreditam que eles sejam formados quando pedaços flutuantes de gelo são rodados por correntes circulares de água (conhecidas como eddies), formadas por fluxos fortes de água que passam por objetos sólidos.

Como resultado dessa rotação, outros pequenos pedaços de gelo se acumulam simetricamente nas beiradas do bloco até que ele se transforme em um círculo quase perfeito. Já foram encontrados locais com círculos de gelo com mais de 152 metros de diâmetro e até mesmo grupos dessas formações, com tamanhos idênticos ou diferentes entre si.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

6 - Nuvens mammatus 

Fazendo jus à sua aparência medonha, as nuvens mammatus costumam ser mensageiras de tempestades ou outros abalos atmosféricos que estejam a caminho. Compostas predominantemente por gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em todas as direções, com formações individuais que aparentam ficar completamente paradas por entre 10 e 15 minutos.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

 7 - Dolinas 

Conhecidas em inglês como sinkholes, as dolinas são um evento natural consideravelmente assustador. Com o passar do tempo, fluxos subterrâneos de água causam erosão no solo abaixo da superfície até que a terra acima ceda e desmorone para as profundezas, algumas vezes de forma bastante abrupta.

Muitas vezes, esse fenômeno acontece de forma natural, mas existem ocorrências causadas pela interferência humana, seja ao deslocar fluxos de água ou pela ação de tubulação rompida. Dolinas urbanas de grande profundidade já se formaram mundo afora, consumindo partes de quadras, calçadas e até mesmo prédios inteiros.

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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

8 - Penitentes

Nomeadas em menção a monges do estado norte-americano do Novo México que usavam capuzes extremamente pontudos, as penitentes são incríveis lâminas de gelo de formação natural que crescem do chão em direção ao sol. Mais comumente encontradas em altitudes elevadas, elas podem se tornar mais altas que os seres humanos e tomar campos extensos, que ficam repletos de pontas geladas.

Enquanto o gelo vai derretendo, pequenos desníveis iniciais são formados entre partes distintas dos blocos gelados. Com o passar do tempo, essas diferenças de altura modificam a ação do vento no degelo e criam sombras que diminuem o efeito do sol, criando as pontas acentuadas.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist


9 - Nuvens lenticulares 



Não, essas formações não são OVNIs - nem coberturas artificialmente criadas para camuflá-los. As nuvens lenticulares são fenômenos evitados por aviadores tradicionais, mas amados por pilotos de planadores. Elas são massas com uma forte corrente de ar ascendente que pode levar os aviõs sem motor a grandes alturas, normalmente formadas quando ventos rápidos são desviados para cima ao passarem or um grande objeto terrestre, como uma montanha.
 
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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
 
10 - Pilares de Luz  
 
Essas colunas luminosas de aparência quase sólida se projetam pelo céu quando a luz reflete em cristais de gelo por um ângulo preciso, seja vinda do sol (como vemos nas duas primeiras figuras abaixo) ou de fontes artificiais, como luminárias de ruas ou parques. Apesar de sua aparência maciça, o efeito dos pilares de luz é inteiramente criado pelo ponto de vista relativo dos observadores.

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Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist
 
11 - Lua laranja
 

Embora a maioria das pessoas já tenha presenciado esse fenômeno ao menos uma vez na vida, poucos sabem o que faz com que o satélite natural do nosso planeta ocasionalmente apareça com cores alaranjadas em regiões baixas do céu.

Quando a lua aparece mais próxima ao horizonte, os raios de luz solar que são refletidos nela são forçados a atravessar uma camada muito maior da nossa atmosfera até nos atingir, o que faz com que apenas as luzes de espectros entre o amarelo e o vermelho nos alcancem, o que inclui o laranja.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

12 - Parélios 

Conhecidos em inglês como sundogs, esses pontos luminosos em volta do sol possuem um processo de formação parecido com o dos pilares de luz, baseado nos raios luminosos passando por cristais. O formato e a direção dos sólidos translúcidos podem causar uma forte alteração no impacto visual para os observadores, produzindo caudas maiores e mudando as cores que podem ser vistas.

A altura relativa no céu da nossa principal estrela faz com que os parélios apareçam mais próximos ou mais distantes do astro. Condições climáticas variáveis em outros planetas do Sistema Solar podem levar ao surgimento de auréolas com até quatro desses pontos a partir da perspectiva desses mundos. O fenômeno é discutido e avaliado desde tempos ancestrais, com registros escritos datando da época dos egípcios e gregos.

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 Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist

13 - Tornados de Fogo 

Eles aparecem no meio ou nos arredores de incêndios descontrolados quando ocorre uma convergência de condições favoráveis, e podem ser causados por outros eventos naturais, como terremotos e tempestades de raios.

Os tornados de fogo podem ser extremamente perigosos, muitas vezes avançando até grandes distâncias e causando destruição e morte em áreas que de outra forma não seriam tocadas pelas chamas. O fenômeno costuma ter cerca de 1,5 quilômetro de altura, gerar ventos de mais de 160 quilômetros por hora e dura 20 minutos ou mais.


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Fonte: WebEcoist
Extraído de megacurioso.com.br
 


O grito da floresta




Quando o machado se agita
A motosserra se inflama
A floresta em versos grita
Não maltrate quem te ama


A inspiração divina
Nos doou esse convênio
Eu importo gás carbônico
E exporto oxigênio


Agasalho os passarinhos
Que nos fazem tanto bem
As águas de nossos rios
Eu as protejo também


No verão forneço sombra
Na primavera fragrância
Por favor, não me devastem
Isso é falta de elegância


Se alguém corta uma árvore
Devia pensar primeiro
Um pouquinho de saúde
Não se compra com dinheiro


Pense nos seus netinhos
Naqueles que tanto amamos
Pense nos passarinhos
E no ar que respiramos


Os homens maus do passado
Para fazer uma cruz
Feriram a árvore primeiro
Para fazer o madeiro
Para depois ferir Jesus.



( Sebastião Zulmair Pires)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Minhocas de estimação: recicle resíduos orgânicos em casa

As minhocas consomem e convertem matéria orgânica em adubo, 
uma ótima forma de reciclar os resíduos produzidos em casa. 
(Foto: Reuters)
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Ter um minhocário doméstico é uma forma limpa e sustentável de diminuir a quantidade de lixo que você produz.

Uma das principais questões enfrentadas pelos grandes centros urbanos é o que fazer com o lixo. De acordo com a prefeitura de São Paulo, são produzidas na cidade diariamente 18 mil toneladas de resíduos. Desse montante, 10 mil são de lixo domiciliar e, desses, metade é lixo orgânico. A boa notícia é que há uma maneira simples, limpa e barata de reciclar o lixo orgânico sem precisar sair de casa, e assim contribuir para a sustentabilidade das cidades.

A compostagem é um processo milenar que faz a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Há várias formas de realizar esse processo. Uma delas é utilizando um minhocário doméstico (processo conhecido também como vermecompostagem). Um minhocário é, basicamente, uma caixa cheia de minhocas onde é depositado o lixo orgânico. Lá, as minhocas se alimentam dos resíduos e fazem o processo de compostagem.

O que resta dos resíduos orgânicos é terra, chamada de húmus, e chorume. A terra é muito rica em nutrientes e ideal para adubar vasos de plantas. Já o chorume não tem cheiro algum e é livre de bactérias, também muito utilizado como fertilizante para borrifar em plantas.

“A procura por minhocários domésticos aumenta a cada dia. Estou no caminho da sustentabilidade há tempos, e noto uma mudança de hábitos e de interesses das pessoas por soluções sustentáveis para suas casas”, observa Claudio Vinicius Spinola de Andrade, 37, diretor executivo da Morada da Floresta, organização pioneira atuante no mercado de soluções sustentáveis.

Apesar disso, muitos são os mitos e preconceitos sobre ter um minhocário em casa. Nojo de minhoca, receio de precisar manuseá-las, cheiros fortes e sujeira são alguns dos motivos que levam as pessoas a não adotar a solução, principalmente quem mora em apartamentos, onde o espaço costuma ser menor e é comum não haver áreas livres.

“Eu tenho minhocário em casa e amo”

“Sim, tenho nojo de minhoca e não gostaria de ter que pegá-las com as mãos. Mas nunca precisei manuseá-las. O minhocário é prático e higiênico”, conta a relações-públicas Renata Freire. Há cerca de 3 meses, seu colega de apartamento, Rafael Lacerda, comprometido em reciclar a maior quantidade possível de resíduos produzidos em sua casa, trouxe um minhocário para o apartamento onde moram.

O minhocário escolhido foi um pequeno, feito para comportar resíduos produzidos por duas pessoas, e quase não ocupa espaço da área de serviço, onde fica. Ali, a dupla deposita restos de frutas, legumes, verduras, grãos, sementes, casca de ovos, saquinhos de chá, borra de café ou chá com o coador de papel, papel-toalha e guardanapo e também alimentos cozidos em pequenas quantidades.

Anna Mey já é mais escolada no assunto. Há 3 anos montou em seu apartamento um minhocário. “Meu marido foi super-resistente e, como todos, imaginava minhocas escapando pelos buracos e cheiro ruim. Mas depois que adquirimos, ficamos maravilhados. O lixo “desaparece” e ainda ficamos com adubo e fertilizante para nossas plantas”, conta ela. Vendo a experiência do casal, muitos dos amigos resolveram adquirir composteiras para suas casas também.

Anna teve problemas apenas uma vez, quando, sem saber, a faxineira jogou vinagre dentro do minhocário, o que acabou matando as minhocas. “Elas respiram pela pele, então não podemos jogar nada muito ácido para não comprometer o processo ou machucá-las”, explicou Anna.

Pensar e adotar práticas cotidianas mais saudáveis e naturais é sempre um caminho sem volta para uma transformação maior. Rafael e Renata, por exemplo, ficaram tão animados com a possibilidade de processar seu lixo orgânico e ainda produzir adubo, que decidiram montar em casa uma horta.

Anna viu na experiência com o minhocário uma oportunidade para pensar sobre outras coisas que poderia mudar no seu dia a dia, como utilizar produtos de limpeza e cosméticos naturais. “Sem dúvida alguma é um sentimento de retorno para algo verdadeiramente natural dentro de uma rotina tão urbana. Eu me tornei muito mais consciente do que consumo na minha casa”, comemora.
 
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 25/setembro/2013, por Camila Hungria 

Centros urbanos e galerias: feitos uns para os outros

Uma das galerias mais frequentadas em São Paulo 
é a do Edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer. 
(Foto: Rodgrio Soldo)
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Galerias integram espaço público, facilitam circulação de pedestres e impulsionam oferta de serviços.

Em 2012, foi aprovado um projeto de revitalização para o centro da cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, prevendo a cobertura de um trecho de 200 m da via, a reforma do calçadão e a revitalização de uma galeria, que será interligada à estação ferroviária. O projeto tem como objetivo, além de reestruturar o centro da cidade, garantir sombreamento em toda a extensão da via, que sofre com altas temperaturas. Com as vias protegidas do forte calor e da chuva, o comércio da região ganhará força, uma vez que o trânsito de pedestres no local será favorecido.

“Trata-se de uma recuperação das antigas arcadas, arcos que formam as galerias, que até hoje existem em cidades como Verona, na Itália. Com as arcadas, os pedestres estão protegidos da chuva e do sol forte. Portanto, caminhar pelas ruas se torna uma atividade muito mais gentil”, explica Ciro Pirondi, arquiteto e urbanista e diretor da Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

O projeto de Nilópolis é um exemplo de como o tipo de construção de uma cidade pode transformar as relações humanas daquele lugar. Nesse contexto, as galerias de serviço, espaços térreos, abertos, são um caminho viável e adequado para levar mais qualidade de vida e mobilidade aos moradores de grandes centros urbanos. “Muito mais do que espaços turísticos, essas galerias são grandes centros públicos que reúnem serviços e lojas e interligam ruas, tornando as regiões onde estão localizadas conectadas e mais fáceis de se transitar a pé”, explica o urbanista.

Além do conforto e da segurança para o pedestre, as galerias são verdadeiros atalhos que ligam ruas da cidade, facilitando a circulação e aumentando a mobilidade urbana. Nesse sentido, pode-se colocar como exemplo, no Rio de Janeiro, as galerias Menescal e Duvivier, construídas na década de 40, e até hoje importantes centros de compras, que ligam a Avenida Nossa Senhora de Copacabana à Rua Barata Ribeiro, duas importantes vias do centro carioca.

A possibilidade de mesclar espaços residenciais nos andares superiores com comerciais, nos inferiores, também é uma vantagem fundamental desse tipo de construção. Em São Paulo, uma das mais frequentadas é a galeria do Edifício Copan, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O edifício tem 35 andares e 1.160 apartamentos. Seu andar térreo é aberto a todos os pedestres. Lá se encontram estabelecimentos comerciais, como cabelereiros, cafés, restaurantes, e até uma igreja. “Para se ter uma ideia, passam pela galeria do andar térreo do Edifício Copan em média 9 mil pessoas por dia”, aponta Pirondi.

Galerias em cidades turísticas: centrais, elegantes e muito frequentadas

 
A partir do século 17, com o impulso dado pela revolução industrial e o advento do uso de concreto armado e metal, foram construídas na Europa as primeiras galerias de serviço. A cidade de Milão, por exemplo, tem entre seus principais pontos turísticos uma galeria. Quem visita a cidade invariavelmente passa por um dos marcos arquitetônicos da Belle Époque, a Galleria Vittorio Emanuele II, localizada em um dos pontos mais importantes e centrais da cidade, construída entre 1865 e 1877. É também nessa galeria que estão os restaurantes, os cafés e as grifes mais elegantes, como Gucci, Louis Vuitton e Prada.

O mesmo exemplo pode ser observado em Buenos Aires, onde um dos principais pontos turísticos também é uma galeria, que reúne mais de 100 lojas e diversos serviços, as Galerías Pacífico. Lá também estão disponíveis acesso à internet, fax, berçário e até uma lavanderia.

Galerias x shoppings

 
A ideia de integrar a cidade em suas múltiplas facetas e necessidades por meio de construções mais inteligentes e funcionais não é nova, mas parece ter sido esquecida em muitos lugares, dando lugar a outros formatos. “As cidades foram sofrendo um processo de desgaste, com formas exploratórias do seu espaço”, diz o professor.

O que conhecemos como shopping centers são um exemplo desta outra forma de ocupação. Enquanto as galerias são um local de passagem público, aberto, os shoppings têm em seu DNA características opostas. São espaços privados, que têm como finalidade estar naquele lugar, e ser autossuficientes.

“A essência da construção de uma cidade está no convívio, e as galerias abrangem essa dimensão. Possibilitam morar, trabalhar, ter lazer, almoçar e desempenhar uma série de atividades cotidianas em um mesmo lugar. Na minha visão, o futuro das cidades será norteado por uma questão de mobilidade e convívio, e não por espaços fechados e restritos”, finaliza o arquiteto. 
 
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Fonte: Sustentabilidade Allianz, em 04/setembro/2013, por Camila Hungria.

Maravilha da Natureza




Fonte: Condessa Descalça

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

As Casas em Harmonia com o Meio Ambiente

 

As casas ecológicas são criadas levando em consideração todos os fatores para que elas sejam autossuficientes ou o mais próximo possível disso. Este tipo de construção é uma tendência atual nos países mais avançados por ser uma opção moderna e ecologicamente correta.
Casas desse tipo geram, por meio de fontes naturais, maior parte da energia elétrica que consomem, e a água usada é, em boa parte, proveniente da chuva. Ou seja, não há excessos nem desperdícios, de modo que o local tenha o menor impacto possível sobre os recursos do meio ambiente. Este conceito é posto em prática sem desconsiderar as condições necessárias para uma habitação confortável e aconchegante, oferecendo os mesmos requisitos buscados em uma moradia convencional.

Construção

Para a construção, são usados materiais naturais e não tóxicos, como pedra, argila e a madeira, que, além de ser um recurso renovável, é transformada na indústria por um processo que consome pouca energia. A casa é equipada geralmente com filtro e cisterna para a água das chuvas, além de painéis solares para obtenção de água quente e energia elétrica.
É importante que todo o processo para erguer a casa siga o conceito de desenvolvimento sustentável, com passos obrigatórios, como usar madeira de origem legal comprovada, evitando assim o desmatamento. A construção precisa ainda gerar o mínimo de resíduos e garantir que estes possam ser posteriormente reciclados.

Habitação residencial

Para habitação residencial, muitas empresas estão se especializando em criar casas pré-fabricadas que conciliem todos os aspectos apresentados, porém sua existência é maior nos Estados Unidos e em países desenvolvidos da Europa. Os modelos oferecem habitações semelhantes aos lares convencionais e buscam aproveitar os elementos predominantes em cara região, como vento, sol ou chuva.

Utilização comercial

Para utilização comercial, no entanto, é possível ver por todo o mundo o aumento de edifícios com os mesmos conceitos da casa ecológica. Com eles, empresas têm a oportunidade de, ao mesmo tempo, diminuir significativamente o dinheiro gasto com energia elétrica, adequar-se a novas regulamentações ambientais e ainda melhoram a imagem da companhia frente ao público.


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Fonte: Atitudes Sustentáveis

Reciclagem de bandeja de isopor



O isopor é um dos materiais recicláveis que está entre as novidades no artesanato. Como muitos alimentos são vendidos acondicionados em bandejas de isopor, assim como refeições prontas para entrega, esse material é acumulado com facilidade e descartá-lo pode se tornar um transtorno por conta de sua difícil compactação. Por isso, muitos artesãos aproveitam o isopor para fazer bandejas decoradas e outros presentes com baixo custo e qualidade. 

Materiais simples garantem belos acessórios

Para fazer um artigo artesanal com essas bandejas são necessários: pincel chato, (use um rolinho caso a bandeja seja muito grande), pincel redondo, tinta acrílica, resina incolor, estêncil (desenho vazado no papel cartão) ou gravuras para colagens. 

Como fazer uma bandeja decorada

Pinte o fundo da bandeja de isopor com o pincel chato, sendo a primeira demão na vertical e a segunda na horizontal para corrigir imperfeições. Para dar contraste, pinte a lateral da bandeja com uma cor diferente. Vale utilizar o cabo do pincel para fazer desenhos e outros detalhes.
Com a tinta da base completamente seca, coloque o papel estêncil sobre o fundo da bandeja e preencha o desenho com o pincel grosso como se estivesse esfumaçando. Se preferir, utilize gravuras ou ilustrações de revistas para fazer colagens junto com a pintura.
Aguarde a tinta secar e, logo após, passe uma camada de resina incolor para impermeabilizar a superfície e permitir o apoio de copos úmidos sem manchar a pintura. Nas bandejas mais fundas podem ser feitos cortes retangulares nas laterais para formar os cabos e encaixar os dedos.





O isopor também é usado para fazer quadros e as tampas redondas das embalagens de refeições para viagem se transformam em relógios de parede, basta fazer o mesmo processo da bandeja e instalar a máquina e os ponteiros.  

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Fonte: Atitudes Sustentáveis

Camas de cães e gatos feitos de malas velhas


Malas velhas não devem ser descartadas, principalmente quando se tem um cachorro ou gato dentro de casa. Esses objetos podem se transformar em confortáveis camas para os animais de estimação de forma fácil e rápida. 

Dependendo do modelo e da cor da mala, ela pode ser integrada à sala a ou outra área comum da casa em total harmonia com a decoração, deixando o bichinho ainda mais próximo da família. 

Transforme sua mala em um novo objeto

A tampa da mala pode ser mantida ou retirada para fazer a cama de acordo com o local em que irá permanecer. Para fazer a cama simples, basta remover a tampa com uma tesoura grande e fazer um acabamento na parte recortada. Forre o fundo com uma almofada ou cobertas e assim estará pronta para uso.

Se a intenção for deixar a cama encostada, a tampa pode ser mantida e apoiada na parede. O fato se não retirar a tampa pode proporcionar novas funções para a mala, além de ser útil para acomodar o animal. O porta-objetos, presente na maioria dos modelos, pode ser aproveitado para guardar coleiras, laços, gravatas, brinquedos e outros pertences do bichinho. Para as viagens, a mala com tampa é ideal para reunir todos os objetos do cão ou gato e economizar espaço no bagageiro.





Para facilitar o manuseio da mala é recomendável instalar pés, que podem ser feitos com madeira, latas ou outros materiais recicláveis. Pés um pouco mais altos envolvidos com barbantes se transformam em itens que garantem diversão para os gatos, que os utilizam como arranhadores.



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Fonte: Atitudes Sustentáveis

Biomas do Brasil



Bioma é uma unidade que agrupa diversos organismos de acordo com as condições físicas de um mesmo ambiente, como macroclima, solo, altitude, temperatura e umidade. Deste modo, é possível generalizar e encontrar semelhanças em espécies animais e vegetais que habitam um mesmo espaço, mesmo que estas não possuam nenhum parentesco entre si. O termo, que pode ser entendido como um ecossistema em larga escala, foi usado pela primeira vez na década de 1940 pelo ecologista norte-americano Frederic Clements.


Principais Biomas Terrestres

Os principais biomas terrestres são: florestas tropicais, temperadas e coníferas; savanas; desertos; chaparral; campos temperados; zonas de montanha; e tundra. No Brasil, os maiores são a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica, que juntos ocupam mais de 80% do território brasileiro.
Entre eles, o mais ameaçado é a mata atlântica, considerada no mundo como o segundo bioma mais próximo da extinção. O pouco da mata original que resta faz parte das 860 Unidades de Conservação, distribuídas entre reservas e parques. As unidades são uma forma de proteger um Patrimônio Mundial da ONU, que serve de casa para muitas comunidades indígenas e ribeirinhas, e que, mesmo devastada, ainda abriga boa parte da biodiversidade brasileira.
Já a Amazônia é considerada por muitos especialistas a responsável por equilibrar a biosfera do planeta. O maior problema para sua preservação é o desmatamento, causado pela agropecuária, agricultura e extração ilegal de madeira. Para combater a derruba de árvores, o governo fixa metas anuais para desaceleração do processo, e ONGs debatem formas de conciliar o desenvolvimento econômico com a manutenção da vegetação existente.
Além de ser considerado “a savana brasileira”, o Cerrado é um dos biomas terrestres mais explorados por fazendas, sendo responsável por 35% da produção agrícola no país. Por isso mesmo, há muita discussão entre ambientalistas e agricultores sobre como preservar a região. Para solucionar a questão em todo o Brasil, um novo Código Florestal foi aprovado, porém o texto ainda causa debates entre as partes envolvidas.





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Fonte: Atitudes Sustentáveis

sábado, 7 de setembro de 2013

Vídeo - Água Doce - "Água Fonte da Vida" - Fluido de Deus (Recurso Vital para a Vida na Terra)




Recurso vital para a vida na Terra, que sustenta mais espécies de peixes que as existentes nos mares e tem o poder de esculpir paisagens como gargantas, cânions e cachoeiras.
Recurso esse que como Humanos e Espíritas temos a Responsabilidade e o Dever de PRESERVAR.
"ÁGUA FONTE DA VIDA" Fluido de Deus !
Preservemos.


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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Remédios da Natureza



Na Terra quase ninguém cogita seriamente de conhecer a importância da água. André Luiz em Nosso Lar ensina que todo o serviço precisa de energias e braços para ser convenientemente mantido. Sabem que a água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Em Nosso Lar é empregada como alimento e remédio. Há repartições no Ministério do Auxílio absolutamente consagradas à manipulação de água pura, com certos princípios suscetíveis de serem captados na luz do Sol e no magnetismo espiritual. André Luiz informa que um dia o Homem compreenderá que a água, como fluido criador, absorve em cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas.
Os Espíritos valorizam as plantas e seu magnetismo como um fator da mais natural proximidade ligando o homem à harmonia do meio. Os Espíritos vêm na energia das plantas uma poderosa ferramenta auxiliar de cura, mormente se conduzida por eles próprios, mais aptos a enxergar as suas ações e reações no vivo, é - como dizem os Espíritos Superiores - um irmão secundando a escala evolutiva do homem.
Há uma injustificada reação contrária das correntes espíritas que às vezes negligenciam o fato de que o Universo é um todo de complexas manifestações energéticas, cujo intercâmbio harmônico é, antes que uma questão ideológica, uma questão de vida, de sobrevivência, de saúde, e isto em todos os planos de manifestações do princípio inteligente.
O tratamento com remédios vegetais é um processo natural; esses remédios entram no corpo na forma de alimento em estado natural e estimulam uma reação salutar que pode produzir efeito curativo.
Os remédios vegetais são coisas vivas.
Cada ser vivo emite vibrações e uma forma concentrada de energia que armazena. Essa energia vibratória produz a força vital, que, acreditamos é inerente a tudo o que é vivo. Os vegetais como individualidades cujo princípio inteligente administra reações numa complexa teia da variedade de espécies e no qual o dinamismo magnético é uma energia sutil que acoplada ao princípio vital influi na fitoterapia. Em suma, o vegetal é um ser vivo que compartilha com o homem um processo evolutivo que exige uma mútua dependência de vida e reclama uma equilibrada e inteligente interação de existir, de coexistir unificar e não de distanciar e separar.
A água é um ótimo condutor de força eletromagnética e absorverá os fluidos sobre ela projetados, os conservará e os transmitirá ao organismo doente quando ingerida.
Basta ter amor e acreditar, dentro do potencial de nossa própria fé, lembrando que Deus nos legou essa imensa e pródiga natureza para que dela nos sirvamos como a um bálsamo de alívio e cura a todos os males.
Disse-nos Emmanuel  "Jesus quando se referia à bênção do copo de água fria, em seu nome, não apenas se reportava a compaixão rotineira que sacia a sede comum. Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos. A água é dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como base pura, em que a medicação do Céu pode ser impressa através de recursos substanciais de assistência ao corpo e à alma, embora em processo invisível aos olhos mortais."
A prece intercessora e o pensamento da bondade representam irradiações de nossas melhores energias. A criatura que ora ou medita, exterioriza poderes, emanações e fluidos que por enquanto escapam à analise da inteligência vulgar. A linfa potável recebe-nos a influenciação de modo claro condensando linhas de força magnética e princípios elétricos, que aliviam e sustentam, ajudam e curam. A fonte que procede do coração a Terra e a rogativa que flui do imo d'alma, quando se unem na difusão do bem oferecem resultados benéficos.
O Espírito que se eleva em direção ao Céu é antena viva, captando potências da natureza superior, podendo distribui-las a benefício de todos os que lhe seguem a marcha. Para auxiliar a outrem e a si mesmo, bastam a boa vontade e a confiança positiva.
Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu à água simples, doada em nome de sua memória, reportava-se ao valor da providência a benefício da carne e do espírito, sempre que estacionem através de zonas enfermiças. O orvalho do Plano Divino magnetizará o líquido, com raios de benção e estará então consagrando o sublime ensinamento do corpo de água pura, abençoado nos Céus."

Texto elaborado pelo Conselho Doutrinário para Energização/2000
Bibliografia
Entre a Terra e o Céu - André Luiz
Nosso Lar - André Luiz
Fitoterapia do Além - João Berbel
Fonte: Centro Espírita Nosso Lar, por Ana Gaspar.